21 de setembro, Dia da Árvore. Plante uma.
Se já tiver plantado, regue-a. Depois, preserve-a.
Ela é importante para ti e para teus descendentes.
Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Olha o sol
O sol mostra seu brilho na cidade.
Chegou de mansinho, entre nuvens,
e agora é dono absoluto do céu.
Bem-vinda foi a chuva,
mas exagerou e foi embora.
Chegou de mansinho, entre nuvens,
e agora é dono absoluto do céu.
Bem-vinda foi a chuva,
mas exagerou e foi embora.
Praça terá o nome do jornalista Humberto Andreatta
A partir do próximo dia 22 (sábado), a Vila Nova, em Porto Alegre, passa a ter uma praça que homenageia o jornalista Humberto Andreatta. Localizada na rua Gervásio da Rosa com João Francisco Barbos
a,
Zona Sul da cidade, a praça é referência importante para a comunidade,
sendo utilizada para lazer, contando com equipamentos infantis e quadra
poliesportiva já instalados. A escolha do homenageado partiu da
iniciativa de amigos e admiradores do jornalista Humberto Andreatta.
Referência de Jornalismo ético, investigativo e comprometido com o
desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária, 'Betão'
exerceu vários cargos, de repórter a editor, passando pelas funções de
redator e chefe de reportagem, sempre preocupado em revelar as
dificuldades que enfrentam os setores menos favorecidos da sociedade.
Andreatta nasceu em 8 de fevereiro de 1950 em Sarandi, interior gaúcho, e morreu em sua casa em Porto Alegre, no início da tarde do dia 4 de novembro de 2007, aos 57 anos. O evento integra o calendário de celebrações alususivas ao aniversário de 70 anos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul. A cerimônia acontece no Jardim São Jorge, no dia 22 de setembro, a partir das 10h. A iniciativa é do vereador Adeli Sell.
Andreatta nasceu em 8 de fevereiro de 1950 em Sarandi, interior gaúcho, e morreu em sua casa em Porto Alegre, no início da tarde do dia 4 de novembro de 2007, aos 57 anos. O evento integra o calendário de celebrações alususivas ao aniversário de 70 anos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul. A cerimônia acontece no Jardim São Jorge, no dia 22 de setembro, a partir das 10h. A iniciativa é do vereador Adeli Sell.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Deputados homenageiam 70 anos do Sindicato dos Jornalistas
Orgulho. Este sentimento brotou no coração de dirigentes sindicais e jornalistas hoje durante a homenagem da Assembleia Legislativa gaúcha aos 70 anos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul. No Grande Expediente Especial, comandado pelo presidente Alexandre Postal (PMDB) e proposto pelo deputado Valdeci Oliveira (PT), todos os representantes dos partidos destacaram a impor
tância
da luta do sindicato em vários momentos históricos do Brasil, pelo qual
passaram muitos ex-presidentes presentes na solenidade. O presidente
atual, José Maria Rodrigues Nunes, recebeu um placa em homenagem à
entidade e aos ex-presidentes foi outorgada a Medalha da 53ª
Legislatura. Receberam a condecoração Lucídio Castelo Branco, João
Borges de Souza, Antônio Oliveira, Vera Spolidoro, Celso Schröder, Jorge
Correa e José Carlos Torves (representado por Léo Nuñez). Lauro
Hagemann foi impedido de comparecer por motivo de doença.
Quando olhei para a medalha, vi cada luta da qual participamos e dos companheiros e companheiras que sempre estiveram junto. Meu olhar para aqueles que já não estão mais ao nosso lado, mas que estão vivos pela batalha que travaram. Não cito nomes para não pecar pela omissão. Quem quiser, faça.
Mais informações no site da AL: http://www2.al.rs.gov.br/ noticias/ExibeNoticia/ tabid/5374/IdOrigem/1/ IdMateria/276942/language/ pt-BR/Default.aspx
Foto: Marcelo Bertene/ agência ALRS
Quando olhei para a medalha, vi cada luta da qual participamos e dos companheiros e companheiras que sempre estiveram junto. Meu olhar para aqueles que já não estão mais ao nosso lado, mas que estão vivos pela batalha que travaram. Não cito nomes para não pecar pela omissão. Quem quiser, faça.
Mais informações no site da AL: http://www2.al.rs.gov.br/
Foto: Marcelo Bertene/ agência ALRS
domingo, 16 de setembro de 2012
Fernandão atira
Fernandão pode ter parcela de culpa na campanha colorada, mas hoje ele fez, na entrevista coletiva, um diagnóstico parecido com o meu e com os demais que estavam no estádio. Ele vai mexer e não será em guris como o Fred, que segundo ele chamou a responsabilidade, enquanto os medalhões caminhavam em campo. Vamos ver. Sou Inter sempre!
Vejamos algumas de suas posições:
" Independentemente de ser eu ou outro (treinador), chegou ao momento de estar lá dentro e escolher a dedo. Quem não quiser, que a direção dê férias e continue pagando ": Fernandão
Para “já”, Fernandão almeja não só mudança de postura do grupo colorado, mas também da mentalidade. Diagnosticou as atuações irregulares por um sentimento de “zona de conforto”. E disse que “chegou ao limite”.
- Entra
mos
em uma zona de conforto. Ela tem que acabar. Já tínhamos diagnosticado
isso há um tempo. Hoje foi uma resposta bem clara. A culpa é toda minha.
É difícil chegar à beira de campo do Beira-Rio e rezar para saber qual
time estará em campo. Ou sai da zona da conforto ou começa a trocar as
peças - frisou.
A indignação toda de Fernandão culminou ao final do primeiro tempo contra o Sport, quando o time mostrou apatia e saiu do gramado com 2 a 0 contra, sob vaia das arquibancadas. Segundo o treinador, o sentimento naquele momento foi só um: “vergonha”.
- Tive vergonha, a torcida tinha razão naquele momento. Era de se vaiar, xingar. Queria estar em qualquer lugar da terra, menos onde estava - confidenciou.
Fernandão, inclusive, alentou para uma mudança de postura do comandante:
- Não sei se o Inter precisa de um treinador amigo nesse momento. Se for preciso, serei inimigo deles para fazer esse time jogar.
Fernandão sabe está sob pressão. Nem mais tem a certeza de que permanecerá até o final da temporada. Mas garante que não abandonará o cargo.
- Independentemente de ser eu ou outro (treinador), chegou ao momento de estar lá dentro e escolher a dedo. Quem não quiser, que a direção dê férias e continue pagando. Falo isso para que o time ganhe indignação. O Inter tem qualidade imensa, precisa brigar pela ponta de cima. Nos anos 70 ganhava, quem tinha técnica ganhava. Hoje, quem tem técnica, mas não tem mentalidade e físico não ganha nada. Tem que ter algo a mais – decretou.
O tom das respostas foi forte até o final. Na última questão, reiterou que havia chegado ao limite.
- Chegou ao meu limite. Poxa, consegui fazer com que o time tenha uma disposição que queria.
E depois levo um tapa na cara como foi no primeiro tempo de hoje – reclamou, pegando uma garrafa d’agua e deixando a sala de imprensa.
A indignação toda de Fernandão culminou ao final do primeiro tempo contra o Sport, quando o time mostrou apatia e saiu do gramado com 2 a 0 contra, sob vaia das arquibancadas. Segundo o treinador, o sentimento naquele momento foi só um: “vergonha”.
- Tive vergonha, a torcida tinha razão naquele momento. Era de se vaiar, xingar. Queria estar em qualquer lugar da terra, menos onde estava - confidenciou.
Fernandão, inclusive, alentou para uma mudança de postura do comandante:
- Não sei se o Inter precisa de um treinador amigo nesse momento. Se for preciso, serei inimigo deles para fazer esse time jogar.
Fernandão sabe está sob pressão. Nem mais tem a certeza de que permanecerá até o final da temporada. Mas garante que não abandonará o cargo.
- Independentemente de ser eu ou outro (treinador), chegou ao momento de estar lá dentro e escolher a dedo. Quem não quiser, que a direção dê férias e continue pagando. Falo isso para que o time ganhe indignação. O Inter tem qualidade imensa, precisa brigar pela ponta de cima. Nos anos 70 ganhava, quem tinha técnica ganhava. Hoje, quem tem técnica, mas não tem mentalidade e físico não ganha nada. Tem que ter algo a mais – decretou.
O tom das respostas foi forte até o final. Na última questão, reiterou que havia chegado ao limite.
- Chegou ao meu limite. Poxa, consegui fazer com que o time tenha uma disposição que queria.
E depois levo um tapa na cara como foi no primeiro tempo de hoje – reclamou, pegando uma garrafa d’agua e deixando a sala de imprensa.
Costela com moranga
Neste dia de chuva, o negócio é comer em casa. O prato principal do almoço já sendo preparado na panela de ferro. Uma delícia esta costela com moranga. Depois é só escolher as saladas...
FIJ propõe à ONU medidas de proteção aos jornalistas
Entre
os dias 5 e 9 de setembro, o presidente da FENAJ e da Federação dos
Jornalistas da América Latina e Caribe (Fepalc), Celso Schröder,
participou de uma comitiva internacional em agenda oficial na ONU, em
Nova York. No dia 7, a delegação, chefiada pelo presidente da Federação
Internacional dos Jornalistas (FIJ,) Jim Boumelha, entregou ao
presidente da Assembleia Geral da ONU, Nassir Abdulaziz Al-Nasser,
documento reivindicando medidas de proteção aos jornalistas. A
iniciativa foi deliberada no Seminário Internacional Jornalismo e
Direitos Humanos, realizado em janeiro deste ano, no Catar.
Na visita à ONU a FIJ lançou uma campanha de proteção e segurança dos jornalistas. "O assassinato de jornalistas continua a aumentar em todo o mundo, apesar da multiplicidade de instrumentos internacionais, leis internacionais de direitos humanos universais, as leis de direitos humanos, convênios, declarações e resoluções que são simplesmente ignoradas por muitos governos", considerou Jim Boumelha. "Nossa mensagem para a Assembléia Geral é a utilização de quaisquer mecanismos que tem em seu poder para forçar os Estados membros a cumprirem rigorosamente a sua responsabilidade sob as leis internacionais para proteger os jornalistas e acabar com a impunidade", complementou.
Desde que o Conselho de Segurança da ONU aprovou a resolução 1.738 sobre a segurança dos jornalistas em áreas de conflito e a impunidade, mais de 600 jornalistas morreram, a grande maioria deles assassinados em seus próprios países.
Em entrevista coletiva à imprensa após o encontro, Al-Nasser apoiou a campanha. "É inaceitável que jornalistas sejam assassinados todos os anos, mas os assassinos muitas vezes prossigam livres", disse, conclamando “todos os amantes da paz, os Estados membros, os atores da sociedade civil e do setor de mídia para apoiarem a aprovação da recomendação da conferência [de Doha]".
As recomendações resultantes da Conferência de Doha, foram distribuídos pelo presidente Al-Nasser a todos os 193 membros da ONU. Entre outras questões é recomendado que a ONU desenvolva novas ferramentas de relação com os Estados membros, com a aceitação de uma obrigação permanente de proteger os jornalistas, a adoção de reformas de seus mecanismos e procedimentos, tais como através de organizações regionais de segurança, ampliando os mandatos dos relatores especiais e os órgãos competentes, maior acompanhamento, inspeções e sanções obrigatórias, além da criação de uma unidade para acompanhar casos de mídia no Conselho de Direitos Humanos.
"Precisamos de uma ação renovada pela ONU para começar a forçar os Estados membros a aplicarem as disposições atuais, mas também para desenvolverem novas ferramentas. Está claro que a abordagem incremental provou-se insuficiente e a FIJ liderará movimentos para tapar os buracos que a impunidade permitiu o florescimento", acrescentou Boumelha.
Outra iniciativa da FIJ na ONU é o lançamento, pela UNESCO, de uma consulta sobre um novo Plano para Segurança de Jornalistas e combate à impunidade.
Perseguição a jornalistas e o papel da grande mídia
Nos dias 1° e 02 de setembro a Federação Latinoamericana de Jornalistas (Felap) realizou, em Caracas, na Venezuela, seu XI Congresso com o tema "Nossa comunicação não será censurada”. Os debates concentraram-se principalmente no aumento da violência contra jornalistas na América Latina e na disputa que os grandes conglomerados de mídia vêm travando com governos democraticamente eleitos nas últimas décadas na região.
Ao final do evento foi aprovada a "Declaração de Caracas” . O argentino Juan Carlos Camaño foi reconduzido à presidência da FELAP e o diretor da FENAJ e o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Londrina, Ayoub Hanna Ayoub, foi eleito para a Vice-presidência Brasil da entidade.
Com informações da FIJ/Ásia e da FELAP
Na visita à ONU a FIJ lançou uma campanha de proteção e segurança dos jornalistas. "O assassinato de jornalistas continua a aumentar em todo o mundo, apesar da multiplicidade de instrumentos internacionais, leis internacionais de direitos humanos universais, as leis de direitos humanos, convênios, declarações e resoluções que são simplesmente ignoradas por muitos governos", considerou Jim Boumelha. "Nossa mensagem para a Assembléia Geral é a utilização de quaisquer mecanismos que tem em seu poder para forçar os Estados membros a cumprirem rigorosamente a sua responsabilidade sob as leis internacionais para proteger os jornalistas e acabar com a impunidade", complementou.
Desde que o Conselho de Segurança da ONU aprovou a resolução 1.738 sobre a segurança dos jornalistas em áreas de conflito e a impunidade, mais de 600 jornalistas morreram, a grande maioria deles assassinados em seus próprios países.
Em entrevista coletiva à imprensa após o encontro, Al-Nasser apoiou a campanha. "É inaceitável que jornalistas sejam assassinados todos os anos, mas os assassinos muitas vezes prossigam livres", disse, conclamando “todos os amantes da paz, os Estados membros, os atores da sociedade civil e do setor de mídia para apoiarem a aprovação da recomendação da conferência [de Doha]".
As recomendações resultantes da Conferência de Doha, foram distribuídos pelo presidente Al-Nasser a todos os 193 membros da ONU. Entre outras questões é recomendado que a ONU desenvolva novas ferramentas de relação com os Estados membros, com a aceitação de uma obrigação permanente de proteger os jornalistas, a adoção de reformas de seus mecanismos e procedimentos, tais como através de organizações regionais de segurança, ampliando os mandatos dos relatores especiais e os órgãos competentes, maior acompanhamento, inspeções e sanções obrigatórias, além da criação de uma unidade para acompanhar casos de mídia no Conselho de Direitos Humanos.
"Precisamos de uma ação renovada pela ONU para começar a forçar os Estados membros a aplicarem as disposições atuais, mas também para desenvolverem novas ferramentas. Está claro que a abordagem incremental provou-se insuficiente e a FIJ liderará movimentos para tapar os buracos que a impunidade permitiu o florescimento", acrescentou Boumelha.
Outra iniciativa da FIJ na ONU é o lançamento, pela UNESCO, de uma consulta sobre um novo Plano para Segurança de Jornalistas e combate à impunidade.
Perseguição a jornalistas e o papel da grande mídia
Nos dias 1° e 02 de setembro a Federação Latinoamericana de Jornalistas (Felap) realizou, em Caracas, na Venezuela, seu XI Congresso com o tema "Nossa comunicação não será censurada”. Os debates concentraram-se principalmente no aumento da violência contra jornalistas na América Latina e na disputa que os grandes conglomerados de mídia vêm travando com governos democraticamente eleitos nas últimas décadas na região.
Ao final do evento foi aprovada a "Declaração de Caracas” . O argentino Juan Carlos Camaño foi reconduzido à presidência da FELAP e o diretor da FENAJ e o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Londrina, Ayoub Hanna Ayoub, foi eleito para a Vice-presidência Brasil da entidade.
Com informações da FIJ/Ásia e da FELAP
Chuva em jogo do Inter
Chuva volta a cair forte em Porto Alegre. Tinha que ser em dia de jogo do Inter, quando os ingressos tiveram o preço reduzido para lotar o estádio. Ou melhor, o que resta dele.
Aconselha-se maior cuidado com o Jornalismo. Título de matéria do Terra diz:
"Jornal: derrota de Fla para Grêmio aproxima Dorival de Palmeiras"
Pronto, não precisa nem jogar: o Flamengo já perdeu. Menos mal que, no lead da mátéria, o repórter escreveu:
"O Palmeiras sondou Dorival Junior e ouviu do Flamengo que o treinador pode ser demitido neste domingo caso perca para o Grêmio, segundo o jornal Folha de S. Paulo."
Bem diferente do título, seu editor!
"Jornal: derrota de Fla para Grêmio aproxima Dorival de Palmeiras"
Pronto, não precisa nem jogar: o Flamengo já perdeu. Menos mal que, no lead da mátéria, o repórter escreveu:
"O Palmeiras sondou Dorival Junior e ouviu do Flamengo que o treinador pode ser demitido neste domingo caso perca para o Grêmio, segundo o jornal Folha de S. Paulo."
Bem diferente do título, seu editor!
O coração
Traga o coração junto
com teus olhos,
comteus lábios
e com tuas mãos.
Sem ele,
não me enxergarás,
não me beijarás
e tampouco me tocarás.
com teus olhos,
comteus lábios
e com tuas mãos.
Sem ele,
não me enxergarás,
não me beijarás
e tampouco me tocarás.
sábado, 15 de setembro de 2012
Jornalismo irresponsável
A irresponsabilidade e falta de respeito de setores da mídia segue. É o que podemos deduzir do comentário do sempre atento Mario Marona em seu mural no Facebook:
Na primeira do Globo:
"Dilma sem agenda:
Fui para Porto Alegre, tchau"
Dilma viajou às pressas para o Sul a fim de visitar o ex-marido e pai de sua filha, Carlos Araújo, que está hospitalizado.
Mas o fechador da primeira página do Globo achou que era motivo para fazer uma piadinha.
O jornalista minimamente informado sabe que o Carlos Araújo tem câncer. O sujeito que fez a brincadeira, com certeza. Mas optou pelo que pior existe no jornalismo.
Na primeira do Globo:
"Dilma sem agenda:
Fui para Porto Alegre, tchau"
Dilma viajou às pressas para o Sul a fim de visitar o ex-marido e pai de sua filha, Carlos Araújo, que está hospitalizado.
Mas o fechador da primeira página do Globo achou que era motivo para fazer uma piadinha.
O jornalista minimamente informado sabe que o Carlos Araújo tem câncer. O sujeito que fez a brincadeira, com certeza. Mas optou pelo que pior existe no jornalismo.
Parabéns, Grêmio

Eu passo os dias ligado em ti, embora muitos digam que somos eternos rivais. Até inimigos. Não é bem assim. Nasceste antes, mas desde o momento em que nos cruzamos não deixo de falar de ti. E tu de mim. Somos tão ligados que temos até um apelido - Gre-Nal - que nos une. Um levanta o outro. Quando estás bem, estou mal. E vice-versa. Por meio deste apoio recíproco - meio inconsciente -, conquistamos o Brasil, a América, o Mundo. Em épocas diferentes, é claro, mas sempre com um na cola do outro. Preciso dizer, para não burlar a história: só não te segui na segunda divisão. Mas este é um papo que não vou alongar no teu dia. Parabéns, Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense pelo aniversário. Vida longa, pois assim eu também terei.
Sport Club Internacional
Homenagem de um colorado a todos os gremistas de todos os rincões deste mundão. Afinal, nós dois somos internacionais!
Foto: com a amiga Ana Paula Tussi Leite, em Montevidéu, em 2009
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Pois eu tenho esta mania de resgatar os encantos do passado.
Na primeira vez, te encontrei encolhida num canto.
Do mundo, tinhas medo.
Fugi de tua mocidade.
Evitaste meu ímpeto.
Na segunda vez, te encontrei abatida num manto.
O mundo evitavas.
Encarei teus vacilos.
Evitaste novamente meu ímpeto.
Na terceira vez, continuarei a resgatar
os encantos do passado, encohido num canto.
Em prantos.
Na primeira vez, te encontrei encolhida num canto.
Do mundo, tinhas medo.
Fugi de tua mocidade.
Evitaste meu ímpeto.
Na segunda vez, te encontrei abatida num manto.
O mundo evitavas.
Encarei teus vacilos.
Evitaste novamente meu ímpeto.
Na terceira vez, continuarei a resgatar
os encantos do passado, encohido num canto.
Em prantos.
Falo e olho
Falo, calo.
Encaro no
embalo do
sorriso teu.
Olho, fecho
o olhar no
desconsolo
do desvio teu.
Encaro no
embalo do
sorriso teu.
Olho, fecho
o olhar no
desconsolo
do desvio teu.
Coração pulsando
E, se de ímpeto, invado teu coração? Ele pulsa
ligeiro, parece pular de teu peito. Não é uma invasão qualquer, de
soslaio. Foi planejada, pensada no tempo. Porque, como eu, também tu
ocupaste o lado esquerdo de meu peito. Ele salta como o teu, forte, sem
compasso. Só falta meus olhos encararem os teus e meus braços te
envolveram num abraço sem fim. Então, serei teu. E minha serás.
Noite chuvosa
No barulho desta chuva, que cai forte nos telhados, meus olhos teimam em ficar abertos.
Trovoadas lá fora e relâmpagos que adentram meu quarto ajudam a afastar o sono.
Vou curtir o tempo ruim mais um pouco.
Depois, chamarei o rebanho de ovelhas para que eu possa contá-lo.
Boa noite para quem ainda este de olhos abertos .
Trovoadas lá fora e relâmpagos que adentram meu quarto ajudam a afastar o sono.
Vou curtir o tempo ruim mais um pouco.
Depois, chamarei o rebanho de ovelhas para que eu possa contá-lo.
Boa noite para quem ainda este de olhos abertos .
domingo, 9 de setembro de 2012
A velha flauta
Não gostaria de falar para não alimentar
cisão. Mas tem gente dando tiro no pé, ao estourar foguete, acionar as
buzinas dos carros e fazer gozações sem propósito aqui na web. É a mesma
turma que dizia que dormiria líder ontem. Agora, está seis pontos atrás
do verdadeiro líder. Faz parte da rivalidade local, mas merece esta
análise.
Parabéns aos paralímpicos
Sem destaque na mídia, a delegação brasileira nas paralimpíadas de Londres deu um show.
Colecionou 43 medalhas - sendo 21 douradas - e finalizou em sétimo lugar, a melhor colocação da história dos jogos.
Parabéns aos nossos atletas.
PSDB é líder da corrupção
Estes dados são oficiais, mas aparecem apenas no rodapé de alguns
veículos da grande mídia.
Quando são publicados....
Quem puxa a corrupção?
Quando são publicados....
Quem puxa a corrupção?
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