Estava indo para academia, dei uma guinada e fui tomar café e água na cafeteria do Zaffari. Valeu a pena: em 10 minutos, passaram pela
minha mesa o Wálmaro Paz e sua mulher Vera, a Denise Campão e a Rô Arostegui. Todos amigos
de bons papos. Se lá ficasse não treinaria.
Voltando da academia, encontrei o Paulo Mendes e o Mancha em pontos
diferentes. Mais papo nas calçadas da Cidade Baixa. Aqui no bairro é
assim: parece tudo uma família...
E
depois vejo duas amigas do bairro curtindo: a Olga Pacheco, moradora da minha
rua (ou eu da dela), e a Lu Vilella da Livraria Bamboletras. Bom isso ...
Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Domingo de praia
botar o pé na areia,
mergulhar na onda,
engolir uma viola frita,
curtir a chuva miúda,
ter areia na cara e
a melhor companhia.
Amor
Pintam o amor de diversas formas e com variadas cores. Depois de ver o filme AMOR, observei formas e cores que não tinha imaginado. Fica a pergunta: será possível viver assim fora da ficção? Foi gerado um debate sobre a importância de pessoas que vivem situação semelhante verem o filme. Há controvérsias. Pessoalmente, acho que deverias ir e enfrentar o que verás. Quem sabe sairás mais fortalecida, com mais amor ainda.
O filme é impactante mesmo e mexe com nossos corações e sentimentos. Nunca tinha visto uma obra assim. É amor puro e verdadeiro, como nunca foi mostrado. Independente de idade. É comomente e testa os protagonistas e o próprio público. Trata-se de desafiar o amor de duas pessoas que estão na faixa dos oitenta anos. O casal é professor de música aposentado, mas um AVC na mulher testa ao extremo o vínculo amoroso de ambos. Poucos mortais fariam o que aquele homem fez. Ali, muitos contestavam. A começar pela filha que mora no exterior. Magnífica interpretação de ambos, especialmente da atriz Emmanuelle Riva.
Aconselho que vejam!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Olhe
Olhe nos meu olhos.
Consegues ver algo?
Não? Deves estar cega.
Meus olhos enxergam
o fundo do teu coração.
Consegues ver algo?
Não? Deves estar cega.
Meus olhos enxergam
o fundo do teu coração.
Individualismo nas ruas
Tu andas sozinho em um carro?
Já reparaste o tamanho dele e o espaço que ocupa na rua?
Não achas isso um abuso?
Comece por ti.
Mude de postura antes de reclamar da poluição ambiental e do engarrafamento
Já reparaste o tamanho dele e o espaço que ocupa na rua?
Não achas isso um abuso?
Comece por ti.
Mude de postura antes de reclamar da poluição ambiental e do engarrafamento
Gritar
Então, a solução é gritar.
Mas um grito silencioso
que não fere, não judia.
Apenas ecoa com força
em todos os recantos.
Mas um grito silencioso
que não fere, não judia.
Apenas ecoa com força
em todos os recantos.
Conquistando
Chegaste devagar,
o ritmo aumentaste,
o passo cresceu,
o coração acelerou,
o medroso conquistaste.
o ritmo aumentaste,
o passo cresceu,
o coração acelerou,
o medroso conquistaste.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Drama e justiça em filme francês
Antes do fim, vence o ideal de justiça. Assim, eu vi ontem, no Guion Cinemas,
o excelente filme francês Tudo o que Desejamos. No início, eu pensei
que fosse apenas um filme de Justiça, onde os pobres afinal ganham de
poderosas corporações. Só isso já me
puxou. De fato, a obra é uma história de tribunal, mas também conta com
um drama familiar numa fita em tom emocional sem pieguice.
O enredo é bom, embora em alguns momentos previsíveis, mas chama a atenção a entrega absoluta dos atores aos papéis. Estão mais do que interpretando, mas vivendo de fato um filme que aborda temas muito duros e que mexe com os espectadores. Vale a pena.
O enredo é bom, embora em alguns momentos previsíveis, mas chama a atenção a entrega absoluta dos atores aos papéis. Estão mais do que interpretando, mas vivendo de fato um filme que aborda temas muito duros e que mexe com os espectadores. Vale a pena.
Não durma. Saia de casa
Adormeci nesta tarde de sol
me puxando para caminhar.
A preguiça foi mais forte e
para a cama me levou.
Agora, olho para este teclado
com cara amassada, olhos
fechados e só abertos com
dois pauzinhos de fósforos.
Juro, não minto, pensei que
manhã fosse e o grosso das
pessoas chorasssem grossas
lágrimas por raiva da danada
e mal falada segunda-feira.
Não é, ainda tem tempo de
andar, passear, no cinema ir.
Tire este esqueleto da cama,
a nádega da cadeira e os
olhos desta opressora tela.
me puxando para caminhar.
A preguiça foi mais forte e
para a cama me levou.
Agora, olho para este teclado
com cara amassada, olhos
fechados e só abertos com
dois pauzinhos de fósforos.
Juro, não minto, pensei que
manhã fosse e o grosso das
pessoas chorasssem grossas
lágrimas por raiva da danada
e mal falada segunda-feira.
Não é, ainda tem tempo de
andar, passear, no cinema ir.
Tire este esqueleto da cama,
a nádega da cadeira e os
olhos desta opressora tela.
Confidências do café
Neste momento, no café, senhoras disputam
mesas.
Saio de fininho para não ouvir - e depois contar - coisas da vida delas.
E dos outros...
Saio de fininho para não ouvir - e depois contar - coisas da vida delas.
E dos outros...
Manhã de domingo na Redenção
Dia de sol maravilhoso garante um verde exuberante nesta metade da manhã de domingo no Parque da Redenção. Aproveitei e cliquei...
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Rumo à graduação
Comecei hoje a reta final da graduação em
História na PUCRS ao me matricular em seis disciplinas no primeiro
semestre. Depois, restarão duas cadeiras e o TCC na segunda parte do
ano. Tomei a decisão certa no momento certo: o curso é essencial para
entendermos as mudanças promovidas em todo o mundo em curto prazo. Quem
tiver oportunidade, faça o mesmo. Em tempo: concluirei o curso de História 30 anos depois de ter colodo grau em Jornalismo. O tempo corre, mas a vontade de obtermos conhecimento está sempre nas veias.
Porto Alegre vai sediar Seminário Internacional de Direitos Humanos e Jornalismo
Especialistas contra violações dos Direitos Humanos e Jornlaismo estarão em Porto Alegre para os debates do Seminário Internacional de Direitos Humanos e Jornalismo, promovido pela Federação Internacional dos Jornalistas, Federação Nacional dos Jornalistas e Federação dos Jornalistas da América Latina e Caribe, com apoio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul. Palestrantes de vários países, como Argentina, Brasil e Panamá, já confirmaram presença para as mesas que ocorrem nos dias 18 e 19 de janeiro, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, em Porto Alegre. O último nome a acertar participação foi o delegado licenciado Protógenes Queiroz, deputado federal por São Paulo, e outros ainda estão por confirmar. "Teremos representantes do Itamaraty, da Secretaria de Direitos Humanos da Pr esidência da Repúblico, entre outras autoridades", diz Celso Schröder, presidente da Fenaj.
Segundo ele, a ideia é fazer um grande debate sobre a situação da violência contra os jornalistas na América Latina, da mais extrema às sutilezas do dia a dia. "Vamos fazer um levantamento da realidade contemporânea para produzir mecanismos de combate à violência. O nexo será com as violências históricas no Brasil, principalmente", aponta. A instalação da Comissão da Verdade, Memória e Justiça dos Jornalistas Brasileiros está prevista para a abertura do evento. As inscrições podem ser feitas através do telefone 51-32260664.
Programação
18 de janeiro
8h30min - 9h15min - Saudações de boas vindas
- Beth Costa, FIJ
- Celso Schroder, Fepalc / Fenaj
- José Maria Rodrigues Nunez, SINDJORS
9h15min - 11h - Painel 1 'A violência contra jornalistana perspectiva dos direitos humanos'
- JimBoumelha, FIJ
- Catalina Botero, Relatora para la Libertad de Expresión de la OEA
- Gilnei Viana, CoordenadorGeral do Projeto Direito à Memória e à Verdade, SDH da Presidência
- Liliam Chagas de Moura, Conselheira, Subchefe da Assessoria de Imprensa do Itamaraty
11h15min - 13h - Painel 2 'Quando o Estado é o agente violador: as ditaduras e a atuação dos agentes de segurança pública nas democracias'
- Claudio Fonteles, Comissão da Verdade, Memória e Justiça do Brasil
- Fernando Lugo, Paraguai (Alternativa: Diana Zalazar, periodista afiliada al Sindicato y coordinadora de la Coordinadora de Derechos Humanos del Paraguay)
- Marcelo Duhalde, director de Prensa y Comunicación del Archivo Nacional de la Memoria de la Secretaría de Derechos Humanos de la Nación – Argentina
- Juan Guzmán / Ernesto Carmona, Chile
- Javier Miranda, director nacional de DDHH: Uruguai
14h15min - 15h15min - Painel 3 'A ausência do Estado e a violência social contra jornalistas: do crime organizado aos detentores de poder localizado'
- Jesús Murillo Karam, Procurador General de la República y/o Laura Angelina Borbolla Moreno. Jefa de la Fiscalía Especial para la Atención de Delitos cometidos contra Periodistas de la Procuraduría General de la República. México.
- Andrés Villamizar. Jefe de la Unidad Nacional de Protección (UNP). Colombia(Alternativa:Carlo
- Deputado Federal Protógenes Pinheiro de Queiroz – Brasil – Autor do Projeto de Lei 1.078 que altera a Lei 10.446, de 08 de maio de 2002, para dispor sobre a participação da Polícia Federal na investigação de crimes em que houver omissão ou ineficiência das esferas competentes e em crimes contra a atividade jornalística.
15h45min - 17h15min - Painel 4 'A violência cotidiana das redações: censura interna, autocensura, pressões políticas e econômicas que afetam a produçãojornalística e a saúde dos jornalistas'
- Fenaj
- Grisell Betancourth, ex presidenta del Colegio Nacional de Periodistas, reportera del diario Crítica, Panamá
- Honduras
18h - Instalação da Comissão Paritária entre os Sindicatos Proprietários de Jornais e Revistas do RS, das Empresas de Rádio e Televisão do Rio Grande do Sul e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul que tratará das ações para melhoria da saúde, segurança e qualidade de vida dos jornalistas gaúchos
19h - Lançamento da Comissão da Verdade, Memória e Justiça dos Jornalistas Brasileiros
19 de janeiro
9h - Painel 5 'Crímenes contra periodistas: dictaduras y otras represiones en América Latina'
- Élia Baltazar, Periodistas de a Pie, México
- Mauricio Weibel, periodista investigador. Corresponsal DPA, Chile
- Roger Rodríguez, periodista e investigador, Uruguay
10h45min - Grupo de Trabalho 'O porquê da violência contra jornalistas e como enfrentar o problema: possíveissoluções para as causas maiscomuns da violência'
Grupo 1 - Argentina, México, Brasil, Chile
Grupo 2 - Colômbia, Peru, República Dominicana, Panamá
Grupo 3 - Costa Rica, Haiti, Paraguai, Venezuela, Uruguai
14h15min - Apresentação dos relatórios dos GT
15h30min - Encerramento.
Antiguidade em debate
Eis um evento importante que Comissão de Estudos do Oriente Antigo da PUCRS promove de 23 a 25 de janeiro. O ciclo de estudos sobre a Antiguidade será realizado em parceria com o Laboratório de Estudos Egiptológicos da UFF e com o Núcleo de Estudos da Antiguidade, da UERJ. Estarei lá...
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