Em “Como se deve escrever a história”, Luciano Samósata escreveu e eu ratifico:
"O único dever de um historiador é de contar o que se fez. (...) Este
é, eu repito, o único dever do historiador: não sacrificar a verdade
quando fazemos história, e negligenciar todo o resto; em uma palavra, a
única regra, a medida exata, é de não ter olhos apenas para os que te
escutam, mas para aqueles que, mais tarde, irão ler teus escritos".
Simples!
Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
terça-feira, 7 de maio de 2013
Inter é tri, dono do RS
Tricampeão antecipado, em conquista itinerante. Vencemos o Juventude nos pênaltis, com defesa final de Muriel, e conquistados o segundo turno. Como já tínhamos ganhado o primeiro turno, fomos campeões.
Valeu, Inter!
EUA belicista
Isso,
lamentavelmente, é o retrato dos EUA belicista: em Connecticut, um
menino de 5 anos matou a irmã, de 2 anos, com um rifle que ganhou dos
pais como presente de aniversário.
Nasceu a terneira no Terra e Magia
Amor de mãe. Nasceu a terneirinha da vaca Lady, no sítio Terra E Magia. Foi batizada como o nome de Maia, pois nasceu no dia lº de maio. E Tonha, funcionaria do estabelecimento do Morro da Borússia (Osório), ajudou na primeira mamada da pequena.
Noite iluminada
Iluminação noturna do jardim do sítio Terra E Magia, no Morro da Borússia (Osório) garante cliques como este.
Na terra mágica...
Cheguei no sítio Terra e Magia, no Morro da Borússia (Osório), e estou me instalando na cabana do Sol Poente. Vou descansar e me preparar para a festa cigana, marcada para a noite deste sábado.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Borges no passado
Bela imagem do Carlinhos Rodrigues. A Avenida Borges de Medeiros, centro de Porto Alegre, na década de 70.
Fora gripe
Gripe,
eu queria que fosses menos ruidosa e dolorosa.
Por que tens que vir acompanhada de espirros, tosse e dores gerais?
Dispenso tudo isso na próxima.
Pelo menos, foste bacana e não mandaste junto a danada da febre.
E estás te despedindo, lenta e gradualmente.
Te manda!
Por que tens que vir acompanhada de espirros, tosse e dores gerais?
Dispenso tudo isso na próxima.
Pelo menos, foste bacana e não mandaste junto a danada da febre.
E estás te despedindo, lenta e gradualmente.
Te manda!
Bate-volta
Um
bate-volta até Barra do Ribeiro para buscar a véia - minha querida mãe
-, que tem consulta de rotina na Geriatria da PUC em Porto Alegre
A neblina na estrada está baixa...
A neblina na estrada está baixa...
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Sindicato realiza Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 20
Jornalistas, sindicalizados ou não, estão convidados para a Assembleia Geral Extraordinária que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul promove no dia 20 de abril (sábado) às 10h, em primeira convocação, e às 10h30min com qualquer quórum. O local será o auditório da Associação Riograndense de Imprensa, no oitavo andar do prédio 915 da avenida Borges de Medeiros, Centro de Porto Alegre. Na pauta, estarão as movimentações da campanha de negociação coletiva. O Sindicato já consultou o Dieese, e deverá contratar uma agência de propaganda para criar a estratégia publicitária. A ideia é entregar a pauta de reivindicações para os sindicatos patronais até o final de abril, e tentar marcar a primeira reunião de negociação já para o mês de maio. A data-base da categoria é junho. Dois dias após a assembleia, o SINDJORS vai participar de nova reunião com os patrões para tratar da Comissão Paritária, uma das vitórias obtidas na negociação coletiva do ano passado.
sábado, 13 de abril de 2013
FENAJ intensifica campanha em defesa do diploma
Após a recente definição do deputado Daniel Almeida (PCdoB/BA) como
relator da Proposta de Emenda à Constituição 206/2012, a PEC do Diploma,
na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos
Deputados, a FENAJ prepara-se para intensificar a luta pela aprovação da
matéria. A entidade realiza reunião de trabalho nesta sexta-feira
(12/4), em São Paulo, para planejar ações para esta etapa da campanha em
defesa do diploma.
A Executiva da Federação vem fazendo contatos e
atuando junto à CCJ e às lideranças da Câmara para acompanhar e agilizar
a tramitação da matéria. "Já solicitamos uma reunião com o relator
Daniel Almeida e o deputado Paulo Pimenta, o autor da PEC na Câmara e
estamos mantendo contatos com as lideranças partidárias para reativar a
Frente Parlamentar em Defesa do Diploma", antecipa o presidente da
FENAJ, Celso Schröder.
Na reunião de planejamento que acontece nesta
sexta-feira, em São Paulo, a ideia e definir ações de sensibilização
dos integrantes da CCJ, como também dos demais parlamentares da Câmara,
visando acelerar a tramitação e aprovação final da PEC, que já foi
aprovada no Senado. Também será reorganizado o Grupo de Trabalho
Nacional em Defesa do Diploma.
Com o objetivo de ampliar e
fortalecer o movimento junto a outras entidades e apoiadores, a FENAJ
está atualizando as marcas e os materiais da campanha, que serão
disponibilizados nas próximas semanas.
Conhecer
Ele sempre desejou conhecê-la de fato.
Seu coração pulsava mais forte
só de ouvir o seu nome.
Seus olhos ganhavam mais brilho
toda vez que lia coisas dela.
Ou sobre ela. Mas não a conhecia.
O primeiro encontro foi rápido,
sem muitas insinuações.
Ela recém brotava para a vida,
não conhecia os caminhos a trilhar.
Até nem sonhos tinha.
Ele, ao contrário, colecionava metas,
e se afastou sabendo que
aquela batalha estava perdida.
A guerra era outra coisa.
Agora, porém, ela está madura,
ganhou experiência, sofreu,
caiu e ergueu-se.
Ele sabe de seus sorrisos e de suas lágrimas.
Seus caminhos não foram diferentes.
Então, pensa que podem experimentar
a mágica aproximação,
fazendo dos sonhos uma bela realidade.
Não é fácil, porém.
Deixaram um abismo entre eles.
Ela tinha seguido um rumo
e se perdera numa curva da vida.
Ele rumara para outro destino,
cuja esquina era distante da dela.
Seu coração pulsava mais forte
só de ouvir o seu nome.
Seus olhos ganhavam mais brilho
toda vez que lia coisas dela.
Ou sobre ela. Mas não a conhecia.
O primeiro encontro foi rápido,
sem muitas insinuações.
Ela recém brotava para a vida,
não conhecia os caminhos a trilhar.
Até nem sonhos tinha.
Ele, ao contrário, colecionava metas,
e se afastou sabendo que
aquela batalha estava perdida.
A guerra era outra coisa.
Agora, porém, ela está madura,
ganhou experiência, sofreu,
caiu e ergueu-se.
Ele sabe de seus sorrisos e de suas lágrimas.
Seus caminhos não foram diferentes.
Então, pensa que podem experimentar
a mágica aproximação,
fazendo dos sonhos uma bela realidade.
Não é fácil, porém.
Deixaram um abismo entre eles.
Ela tinha seguido um rumo
e se perdera numa curva da vida.
Ele rumara para outro destino,
cuja esquina era distante da dela.
Escrevo
Escrevo para dividir minha vida.
Quem quiser, acolha a escrita.
Quem não quiser, apenas espie.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Livros e livros
"Há
livros que se fazem em cima da perna, e outros que demoram muito mais,
como a 'História da Imprensa no Brasil', que eu levei cerca de 30 anos
para pesquisar e escrever". Nelson Werneck Sodré.
Concordo com o
autor, pois hoje proliferam livros escritos da noite para o dia, mas sem
profundidade, sem problematizar os fatos históricos.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Respeito, independente da ideologia
Da mesma forma que critiquei o desrespeito de opositores de Chávez no dia de sua morte, faço o mesmo agora com relação a Margaret Tatcher. Podemos discordar da forma neoliberal com que ela comandou a Grã-Bretanha, mas este não é o momento para tripudiar. Respeito sempre!
Combate ao câncer
Parentes e amigos meus morreram recentemente de câncer. Outras pessoas queridas lutam contra a doença. Em nome delas e de todas as que foram atacadas pelo mal em todo o mundo, estamos em campanha neste dia de combate ao câncer. Por amor, compartilhe!
domingo, 7 de abril de 2013
Desenhos do sol
Provocado, o Rei Sol exibe cores e desenhos impressionantes.
Aqui, no calçadão central de minha terra, Barra do Ribeiro, espiei e cliquei.
Dia dos jornalistas, dia de luta
Parabéns colegas pelo Dia Nacional dos
Jornalistas. Além de festejar esta profissão maravilhosa, temos que
refletir muito e continuarmos lutando por melhores salários e condições
de trabalho (sem multifunções, sem assédio moral, sem mortes, sem
doenças). E sempre em defesa de toda a sociedade e não apenas de uma
minoria. Abraços!
Publico também a homangem feita pela amiga Cleo Rosa no Facebook
Publico também a homangem feita pela amiga Cleo Rosa no Facebook
sábado, 6 de abril de 2013
Valorizar o trabalho dos jornalistas e o direito da sociedade à informação
Na véspera do Dia Nacional do Jornalista, 7 de abril, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) saúda a categoria e convoca a sociedade brasileira a cerrar fileira na luta em defesa do jornalismo ético e de qualidade. Não é possível assegurar o direito de todos à informação, a defesa das liberdades de expressão e de imprensa, dos direitos humanos e da democracia sem a devida valorização da profissão de jornalista.
Inegavelmente, os jornalistas deram importante contribuição para a derrocada do período de exceção e terror instalado em 1964 e que, por mais de 20 anos, tentou calar milhões de vozes que clamavam por liberdade e democracia. Muitos jornalistas tombaram na luta para manter erguidas tais bandeiras. Não foi em vão. Hoje, as Comissões Nacional e Regionais da Verdade dos Jornalistas trabalham para que o país se reencontre com sua história e para que o respeito aos direitos humanos e a Justiça prevaleçam sobre o obscurantismo que fez da tortura - crime de lesa humanidade - prática corriqueira que fez milhares de pessoas chorarem em solo nacional.
Não obstante, a cultura da violência enraizou-se no Brasil, que figura nos relatórios internacionais de violências contra jornalistas. Casos como a recente agressão de autoridades do governo municipal de Araraquara (SP), que impediram à força que um jornalista participasse de uma entrevista coletiva, ou o assassinato do jornalista e radialista Rodrigo Neto em Ipatinga (MG), são exemplos cruéis desta realidade. Não nos conformamos e não recuaremos. Continuaremos denunciando e cobrando dos patrões, do governo e do Congresso Nacional medidas efetivas de proteção aos jornalistas, de combate à impunidade e de garantias do direito da sociedade à informação.
A FENAJ, os 31 Sindicatos da categoria e os jornalistas, além de combater toda forma de violência, enfrentam lutas difíceis e importantes como combater um dos mais concentrados monopólios de comunicação do mundo, defender a democratização e um novo marco regulatório das comunicações no Brasil, as liberdades de imprensa e de expressão, o retorno da exigência do diploma de jornalismo como requisito para o exercício da profissão, a qualificação da formação acadêmica e novas diretrizes curriculares de Jornalismo, entre outras.
Todas estas lutas, aliadas à constante busca valorização dos jornalistas com melhores salários e condições de trabalho, têm a ética como amálgama estruturador e a qualidade do Jornalismo como objetivo maior, considerando o direito à informação como propriedade de toda a sociedade, não somente de uns poucos.
Nesta semana em que se comemora o Dia do Jornalista, o lançamento do relatório da pesquisa "Perfil do Jornalista Brasileiro" saúda e premia a categoria e a sociedade com os resultados de um exaustivo trabalho de doutorandos e mestrandos na busca de dados primários fornecidos pelos Sindicatos de Jornalistas de todo Brasil, informações viabilizadas pelos cursos de Jornalismo e dados obtidos junto ao Ministério do Trabalho e Emprego.
Certamente esta pesquisa se constitui em importante ferramenta para nos orientar na perspectiva de construção de novos horizontes para os jornalistas e o Jornalismo brasileiros.
Inegavelmente, os jornalistas deram importante contribuição para a derrocada do período de exceção e terror instalado em 1964 e que, por mais de 20 anos, tentou calar milhões de vozes que clamavam por liberdade e democracia. Muitos jornalistas tombaram na luta para manter erguidas tais bandeiras. Não foi em vão. Hoje, as Comissões Nacional e Regionais da Verdade dos Jornalistas trabalham para que o país se reencontre com sua história e para que o respeito aos direitos humanos e a Justiça prevaleçam sobre o obscurantismo que fez da tortura - crime de lesa humanidade - prática corriqueira que fez milhares de pessoas chorarem em solo nacional.
Não obstante, a cultura da violência enraizou-se no Brasil, que figura nos relatórios internacionais de violências contra jornalistas. Casos como a recente agressão de autoridades do governo municipal de Araraquara (SP), que impediram à força que um jornalista participasse de uma entrevista coletiva, ou o assassinato do jornalista e radialista Rodrigo Neto em Ipatinga (MG), são exemplos cruéis desta realidade. Não nos conformamos e não recuaremos. Continuaremos denunciando e cobrando dos patrões, do governo e do Congresso Nacional medidas efetivas de proteção aos jornalistas, de combate à impunidade e de garantias do direito da sociedade à informação.
A FENAJ, os 31 Sindicatos da categoria e os jornalistas, além de combater toda forma de violência, enfrentam lutas difíceis e importantes como combater um dos mais concentrados monopólios de comunicação do mundo, defender a democratização e um novo marco regulatório das comunicações no Brasil, as liberdades de imprensa e de expressão, o retorno da exigência do diploma de jornalismo como requisito para o exercício da profissão, a qualificação da formação acadêmica e novas diretrizes curriculares de Jornalismo, entre outras.
Todas estas lutas, aliadas à constante busca valorização dos jornalistas com melhores salários e condições de trabalho, têm a ética como amálgama estruturador e a qualidade do Jornalismo como objetivo maior, considerando o direito à informação como propriedade de toda a sociedade, não somente de uns poucos.
Nesta semana em que se comemora o Dia do Jornalista, o lançamento do relatório da pesquisa "Perfil do Jornalista Brasileiro" saúda e premia a categoria e a sociedade com os resultados de um exaustivo trabalho de doutorandos e mestrandos na busca de dados primários fornecidos pelos Sindicatos de Jornalistas de todo Brasil, informações viabilizadas pelos cursos de Jornalismo e dados obtidos junto ao Ministério do Trabalho e Emprego.
Certamente esta pesquisa se constitui em importante ferramenta para nos orientar na perspectiva de construção de novos horizontes para os jornalistas e o Jornalismo brasileiros.
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