segunda-feira, 10 de março de 2008

Novo milagre brasileiro


Se nos anos JK e na época do Delfim Netto chamavam um crescimento próximo de 10% de "milagre econômico", o Governo Lula poderá também poderá receber este título. Tudo indica que, nesta quarta-feira, 12 de março, IBGE divulgará, no Rio de Janeiro, o número final do PIB brasileiro em 2007. Ao que tudo indica, o resultado será melhor do que se previa. Estimativas de crescimento, antes próximas a 5%, já estão sendo puxadas para 5,7% pelas principais consultorias, mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, poderá anunciar algo na casa dos 7%. Vamos esperar para comentar esta notícia, que deverá causar urticária nos opositores do PSDB e do DEM, entre outros menos votados.

Pai e filho

Frei Betto, autor de "Típicos Tipos - perfis literários", escreve aos domingos


- Pai, por que o nosso país invadiu o Iraque? - perguntou Billy, de 8 anos.
- Lá tinha armas de destruição em massa.
- Se eles tinham tais armas, por que não usaram quando atacamos?
- Para que ninguém soubesse que eles têm as armas. Preferem morrer a defender-se. - Como um povo pode preferir morrer a defender-se?
- A cultura deles é diferente. E lembre-se de que Saddam Hussein era um cruel ditador. Torturava e matava gente.
- Como na China comunista?
- A China é diferente, seu povo trabalha para as nossas empresas.
- Mas a China não é comunista, e os comunistas não são maus?
- Só os comunistas da Coréia do Norte e de Cuba, que prendem e torturam gente.
- Como fazemos em Bagdá?
- É diferente. Nós prendemos e torturamos em defesa dos direitos humanos e da liberdade.
- Foi o que fizemos no Afeganistão?
- Lá foi por causa do Osama bin Laden.
- O que é um terrorista?
- É uma pessoa que não pensa como nós pensamos.
- Mas não defendemos a liberdade de opinião?
- Só a que não vai contra a nossa opinião.
- Nós é que produzimos as armas usadas nas guerras?
- Boa parte delas, pois a guerra favorece a nossa economia.
- Quer dizer que ficamos ricos às custas da morte de outros povos?
- É a lógica do mercado.
- Quer dizer que nós matamos como Saddam e o Talibã matavam?
- Nós matamos a favor da liberdade; eles, contra.
- Deus aprova isso?
- Sim, nosso presidente fala diretamente com Deus, que o elegeu para fazer a guerra do Bem contra o Mal.
- Mas Deus e Alá não são a mesma pessoa?
- Billy, chega de perguntas. E não confunda o nosso Deus com o deles!


domingo, 9 de março de 2008

Guiñazu, um leão feroz em campo

Ele corre da defesa ao ataque, desarma como poucos e sempre encontra um companheiro bem colocado para entregar a bola. E, ultimamente, tem chutado a gol com qualidade. É Guinãzu, argentino da região de Córdoba, que poderia ter sido campeão mundial se o Internacional tivesse comprado seu passe junto ao El Libertad em 2006, como pretendia. Mas El Cholo, como é chamado na Argentina, ou Guina, como Abel refere-se a ele, terminou contratado no ano passado e transformou-se em um feroz leão do meio-de-campo colorado. Ou melhor, de todas as partes do campo. Para o carequinha de 29 anos, não há bola perdida. Está sempre pronto para o bote e, na maioria das vezes, desarma o adversário sem cometer falta. Aí está um novo ídolo colorado, que a direção não ousará se desfazer tão cedo, apesar do assédio de clubes como o Boca Juniors e o River Plate.
Foto: Jéfferson Bernardes/VIPCOM/Divulgação

Inter coloca mais de 46 mil torcedores no Beira-Rio...




As fotos acima, extraídas do site do Internacional, mostram o que representa a torcida colorada. Estava tudo perfeito ontem no Beira-Rio. A chegada da multidão que tomou conta do estádio do Inter foi com sol intenso, e o jogo começou com a noite chegando e as arquibancadas lotadas. Exatos 46.472 torcedores assistiram à vitória sobre o Brasil de Pelotas por 2 a 0. Mais de 11 mil eram mulheres, que não pagaram ingresso por conta do Dia Internacional da Mulher. Esta é a verdadeira pesquisa sobre a maior torcida do Rio Grande do Sul.
O cenário era perfeito para mais um espetáculo do Inter, que só não goleou novamente porque o Brasil jogou fechado o tempo todo, mesmo depois do gol de Magrão. Mesmo assim, o colorado, comandado pelo incansável Guiñazu, perdeu algumas oportunidades para balançar as redes do xavante pelotense mais vezes. A torcida deu um espetáculo à parte. Lá estavam os abnegados de sempre, casais com filhos que foram ao estádio pela primeira vez e grupos numerosos de mulheres de todas as idades. Vale a pena ver o Beira-Rio assim, dando ares de um Gre-Nal que se aproxima no final do Gauchão. Aí, seremos ainda mais numerosos.


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sexta-feira, 7 de março de 2008

Os onze maiores desmatadores da Amazônia

Carta Capital - Publicada na quarta-feira, 5 de março, no Diário Oficial da União, uma instrução normativa do Ministério do Meio Ambiente deflagrou, sem alarde, o mais importante movimento realizado no Brasil para coibir o desmatamento ilegal. A norma formalizou as regras para embargo de áreas desmatadas, especialmente nas regiões de floresta amazônica. Para fazer valer a nova regra, o Ministério do Meio Ambiente preparou uma lista dos 150 maiores desmatadores do País.
A Instrução Normativa do MMA prevê, ainda, a produção de um mapa de todas as áreas embargadas, as chamadas "imagens georeferenciadas", produzidas com o apoio de satélites e colocadas na internet para consulta pública, a partir da segunda quinzena de março. Essa exposição tem como objetivo impedir que as terras detectadas pelo Ibama e pelo Instituto Chico Mendes (no caso de unidades de conservação) sejam colocadas à venda. Servirá, ainda, para rastrear criações de gado nas áreas mapeadas e, assim, impedir a venda desta carne – declarada ilegal, por essa razão – para frigoríficos.
Na liderança do ranking está a empresária e pecuarista Rosana Sorge Xavier. Em junho de 2007, ela recebeu três autos de infração do Ibama por conta das irregularidades na fazenda Campo Alegre, em Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), próximo à divisa com a Bolívia.
A família Sorge Xavier é uma das maiores exportadoras de carne do Brasil. É dona do frigorífico Quatro Marcos, com sete unidades no Mato Grosso e Goiás, um enorme centro de distribuição em São Paulo e mais de 6 mil funcionários, conforme anunciado no site oficial da empresa.

Autuados pelo Ibama, eles são acusados de derrubar mais de 50,4 mil hectares de floresta amazônica ilegalmente. A área é superior à da capital gaúcha, Porto Alegre, e corresponde a mais de 61 mil campos de futebol, nas maiores dimensões permitidas pela Fifa.

A lista dos onze maiores desmatadores da Amazônia:

1. Rosana Sorge Xavier
Devastou 9,4 mil hectares no Mato Grosso. É o equivalente a 11,4 mil campos de futebol, quase a área da capital capixaba, Vitória.
2. Margarida Maria Barbosa de Oliveira
Responsável pelo desmate de 6,5 mil hectares no Pará.
3. Mário Quirino da Silveira
Desmatou 5,3 mil hectares no Mato Grosso.
4. João Ismael Vicentini
Derrubou 4,3 mil hectares de floresta em Mato Grosso.
5. Agropecuária Jarinã S/A
A empresa também desmatou uma região com extensão de 4,3 mil hectares no Mato Grosso.
6. Salete Maria Ruaro Aernoudts
Devastou 4 mil hectares de floresta amazônica.
7. Fernando Sampaio Novais
Derrubou 3,5 mil hectares em Mato Grosso.
8. Sebastião Lourenço de Oliveira
Desmatou 3,5 mil hectares no Pará.
9. Jair Roberto Simonato
Responsável pelo desmatamento de 3,4 mil hectares no Mato Grosso.
10. Fernando Conrado da Silva
Devastou 3,3 mil hectares no Pará.
11. Leonidio Benedito das Chagas
Derrubou 2,9 mil hectares de floresta no Mato Grosso.

Dia Mundial do Consumidor

Dia 15 de março é Dia Mundial do Consumidor. Pensando nisso, o Greenpeace e os consumidores de várias cidades vão se unir para exigir que o direito à informação seja respeitado! As empresas precisam dizer se o produto é ou não transgênico. Se for, têm que rotular!

Traga seus amigos e participe das atividades em Porto Alegre:


* Domingo, 09 de março, das 9h às 12h

Parque da Redenção

* Quarta-feira, 12 de março, das 12h às 14h

Praça da Alfândega

* Quarta-feira, 12 de março, das 14h às 17h

Palestra com o agronômo Jaque Saldanha
Auditório do Banrisul, Agência Centro (Praça da Alfândega)

* Sábado, 15 de março, 19h às 20h

Supermercado Zaffari
Rua Lima e Silva

* Sábado, 15 de março, 20h 22h

Bares e restaurantes
Rua Lima e Silva

Mar e Lua

Chico Buarque de Holanda

Amaram o amor urgente
As bocas salgadas pela maresia
As costas lanhadas pela tempestade
Naquela cidade
Distante do mar
Amaram o amor serenado
Das noturnas praias
Levantavam as saias
E se enluaravam de felicidade
Naquela cidade
Que não tem luar
Amavam o amor proibido
Pois hoje é sabido
Todo mundo conta
Que uma andava tonta
Grávida de lua
E outra andava nua
Ávida de mar
E foram ficando marcadas
Ouvindo risadas, sentindo arrepios
Olhando pro rio tão cheio de lua
E que continua
Correndo pro mar
E foram correnteza abaixo
Rolando no leito
Engolindo água
Boiando com as algas
Arrastando folhas
Carregando flores
E a se desmanchar
E foram virando peixes
Virando conchas
Virando seixos
Virando areia
Prateada areia
Com lua cheia
E à beira-mar

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Amazônia: a próxima guerra

Colegas e amigos, leiam e repassem para mais pessoas, para que possamos formar uma opinião sobre a Amazônia que não é retratada nos telejornais.

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece. As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.
Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Para falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável. Tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.
Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena. Portanto, restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas - que são muitas - para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km), existe um trecho de aproximadamente 200 quilômetros da reserva indígena Waimiri Atroari, por onde você só passa entre 6h da manhã e 6h da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.
Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.
Detalhe: americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...
Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É, os americanos vão acabar tomando a Amazônia. E, em todas elas, ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:
"Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa".
A dona é bem informada não? O pior é que, segundo a ONU, o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico.
Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas: por que os americanos querem tanto proteger os índios? A resposta é absolutamente a mesma: porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.
Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
Patog. FMRP - USP

Opinião pessoal:

Gostaria que você, especialmente que recebeu esta postagem, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista, seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.

Afinal, foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o euro. Assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail..

Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:
Celso@ufba.br; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@gmail.com

Bebeu e dirigiu? Tu sabes as conseqüências...


Este outdoor fixado em algumas vias de São Paulo mostra como devem ser tratadas as campanhas de conscientização dos motoristas. Nada de tapinha nas costas...

Uma vida sem violência é um direito das mulheres

As agressões contra a mulher causam sofrimento, provocam doenças e destroem as relações de afeto. Não se cale quando presenciar um ato de violência contra as mulheres. Denuncie!
O serviço Ligue 180, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, recebe denúncias de todo Brasil. Uma vida sem violência é um direito das mulheres
A mulher que sofre agressão física, psicológica ou sexual fica tão humilhada, machucada e amedrontada, que não vê saída. Ela acha que não vai ter forças para enfrentar o agressor, que não vai receber apoio de ninguém, que não será feliz de novo. Não isso, não aquilo. É tanto “não” que só temos uma coisa a dizer para ela: SIM!
Dá para mudar essa história, tu não estás sozinha. Está na lei. Exija teus direitos: Lei Maria da Penha. Uma vida sem violência é um direito das mulheres.
Medo, vergonha, culpa. Tu não imaginas quanta coisa a mulher agredida sente além da dor. A Lei Maria da Penha proíbe que o agressor seja punido apenas com a distribuição de cestas básicas. O crime de violência doméstica contra as mulheres agora pode dar cadeia. Está na Lei. Exija seus direitos. Uma vida sem violência é um direito das mulheres.
Qualquer mulher pode ser a próxima. Uma em cada três mulheres do mundo já foi espancada, estuprada ou submetida a algum tipo de abuso. Uma vida sem violência é um direito das mulheres.
A mobilização da sociedade é fundamental no combate à violência contra as mulheres e na implementação de políticas públicas que garantam seus direitos.
Lei Maria da Penha: um ponto final na impunidade.

Repasse a todos os seus amigos e amigas. E que todos repassem também.

Vamos ajudar a reduzir o índice de violência contra mulheres no Brasil.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Tempo de abraçar

Como faz bem abraçar e ser abraçado!
Um abraço pode desencandear reações emocionais contidas.
Um abraço é forma de compartilhar alegria...
Um abraço acalma... libera perdão...
Um abraço derruba barreiras e preconceitos...
Um abraço acalenta, mostra apoio, transmite segurança... mata a saudade...
Num abraço se divide a alegria ou a dor com o outro...
Muito do que jamais poderia ser traduzido em palavras pode facilmente ser expresso num abraço.
O avanço tecnológico tem sido responsabilizado pelo aumento do distanciamento entre as pessoas. Conversas virtuais, amizades e namoros virtuais...
É possível ‘’mandar’’ abraço, mas isto em nada se compara à sensação de abraçar e ser abraçado.
Os efeitos psicológicos do abraço têm sido amplamente analisados.
O ser humano precisa do toque do outro para o seu suprimento emocional. Há pessoas que não se deixam abraçar, talvez por terem sido enrijecidas pelas dificuldades da vida. É preciso ajudá-las a superar essa distância.
O abraço é terapêutico. Aproxima do outro, faz sentir-se aceito, incluído.
O abraço é a indicação de que, além de braços entrelaçados, há corações e mentes envolvidas.
Abraços em pessoas conhecidas há anos, pessoas queridas, familiares antes distantes. Isso é comum. Porém, quero propor um novo desafio: abraçar pessoas que têm pouco acesso a abraços, pessoas que quase não são abraçadas, idosos isolados num asilo, adolescentes rebeldes, crianças carentes, doentes enfraquecidos, viúvas cheias de lembranças, pessoas solitárias.
Este é o tempo de abraçar, abraçar com os braços e com o coração.
Muitas pessoas estão, neste momento, precisando sentirem-se amadas, protegidas, acolhidas, agasalhadas afetivamente. Deus pode usar nossos braços para lhes transmitir amor.
É preciso ter cuidado para não atarefar-se tanto a ponto de não sobrar tempo para abraçar alguém que precisa de carinho. Sempre há tempo para um abraço, desde que haja esta disposição no coração.
Não economize abraços. É tempo de abraçar!

Jornalista Luis Nassif e a Veja

Para quem não suporta a revista Veja, praticante do anti-jornalismo, das mentiras e de seus colunistas caluniosos, é importante conhecermos a série de artigos de Luis Nassif sobre a esta publicação semanal. Um verdadeiro dossiê.

Blog do Nassif:
http://www.projetobr.com.br/web/blog/5

Últimos capítulos:

O caso Edson Vidigal
http://luis.nassif.googlepages.com/ocasoedsonvidigal

O dossiê falso
http://luis.nassif.googlepages.com/odossi%C3%AAfalsificado

O post-it de Mainardi
http://luis.nassif.googlepages.com/opost-itdemainardi

Lula, meu álibi
http://luis.nassif.googlepages.com/lulameualibi

Os Mais Vendidos
http://luis.nassif.googlepages.com/osmaisvendidos

A imprensa e o estilo Dantas
http://luis.nassif.googlepages.com/vejaeoorganograma

Obrigado, Márcia Martins

Reproduzo aqui coluna da amiga, colega e companheira Márcia Martins (foto) no site Coletiva.net da semana passada sob o título "Dias melhores, dias de paz, dias a mais". Além do sempre brilhante texto, tive a honra de ser citado, mais uma vez, por esta pessoa amada e carinhosa. Fico orgulhoso porque convivo com esta jornalista de primeira há mais de 25 anos, desde os tempos do Jornal do Comércio. E nunca nos perdemos. Não vou escrever mais para deixar os amigos apreciarem o artigo da Marcita. Vale a pena, como sempre!

Márcia Martins

Dias estranhos e imprevisíveis começaram, novamente, a ser escritos por diversas mãos desde 1º de janeiro de 2008. Ano bissexto, um maldito dia a mais para reclamar, errar, rogar pragas, se endividar, esquecer de telefonar para o amigo, invejar, odiar. Não adianta. Somos humanos e não conseguimos (se é que tentamos) só selecionar os bons sentimentos. Porque ano bissexto também representa um dia a mais para aplaudir, acertar, rezar pelo bem do próximo, poupar um dinheirinho, telefonar para o amigo, se resignar e amar muito. Às vezes, é possível se enxergar que tudo tem dois lados. A escolha é nossa.
E descobri mais um quesito a favor de 2008, que na realidade se inicia com o fim da ribeira das águas de março fechando o verão e a promessa de vida no meu coração. O 2008 é o ano do rato no horóscopo chinês (epa... me interessei, porque é meu signo, terei mais sorte???). Que bobagem! Reclamando de barriga cheia. Porque não é o que você vive que importa, mas o modo como você escolhe viver. Isto é que determina a intensidade das suas emoções. Apesar de perder, pela terceira vez, um pouco da ternura que ainda me restara, conforme contei na coluna passada, plantei promessas otimistas para este ano.
Se a saúde ainda não me permitir retornar à redação do Correio do Povo, por exemplo, pretendo visitar meus colegas e amigos mais vezes. Quero rever os companheiros motoristas, que sempre foram legais comigo e rir muito. Quero passar mais sugestões de pautas para as chefias (cada uma com seu estilo, mas as duas competentes) e imaginar os repórteres reclamando por que eu não estou deixando-os em paz. Pretendo visitar os fotógrafos e dar abraços especiais no Diego, no Giusti, no Vini, Sobral, Urso e, perdão, se esqueci algum. E combinar mais encontros com as meninas que se revezavam comigo no turno da tarde.
Confesso que não posso reclamar de falta de sorte (mesmo que o texto fique repetitivo, não digo aquela palavra... o sinônimo). Continuo escrevendo sobre a vida, profissão, amores e filhos, neste espaço gentilmente convidada pelo editor Vieira. Retomarei minhas atividades sindicais de qualquer jeito. Eleições em outubro. Quem sabe consigo exercer alguma militância para recuperar minha cidade. Estou de casa nova e enxergo a cidade sob um ângulo bem superior (te mete!). Tenho minha família. Consigo pagar algumas contas (hehehe). E não deixo escapar, de jeito nenhum, qualquer momento de felicidade que chega.
Não posso esquecer de rever minhas eternas amigas da Zero Hora (que saudade), o amigo fiel de sempre Jorge, o povo da Prefa (tia Lili) e da confraria de Brasília. Nem os inúmeros encontros que os membros da Saudosa Maloca (a turma da Famecos que se reencontrou após alguns anos) deverão promover. Ah, preciso dedicar mais tempo para a comunidade “Poemas à Flor da Pele” e “Tecendo Arte na Rede”, do Orkut, e ajudar a Soninha Porto a movimentar os poetas anônimos ou não deste mundo global. E, principalmente, selecionar poesias para o nosso 2º E-Book e os livros que serão lançados pelas duas comunidades.
O mais importante nos novos dias que serão escritos em 2008 é a companhia insubstituível da minha filha Gabriela Martins Trezzi, que deverá concluir o Ensino Fundamental, com apenas 13 anos (olhem só, pessoas da Saudosa, filha de prodígio...), e os preparativos para a sua festa de formatura. Os momentos em que acolherei nos meus braços as suas angústias e que soltarei gargalhadas com a Gabriela pelas suas travessuras. E, de quebra, neste ano bissexto, ela ganhará um dia a mais para brincar com seu avô Fernando no tapete da sala de estar para recuperar o tempo perdido.
É claro que não escaparemos, no bissexto 2008, de dias escritos com o sangue da incoerência dos homens que dirigem algumas nações poderosas, de escândalos de políticos inconsistentes que se alojam em Brasília e ignoram o povo (mas que povo???), de choros arrependidos de pais que esqueceram seus filhos trancados dentro dos carros, de adolescentes que perderam a vida nas curvas das estradas de Santos, da BR-101 e de outras. Nem sempre tudo é perfeito. Nem sempre a sensibilidade vence. Nem sempre se consegue mudar o mundo. Mas, com um dia a mais, vale a pena apostar na paz. Nem que seja entre nosso círculo.

Amor - por Shakespeare

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou

William Shakespeare

segunda-feira, 3 de março de 2008

Brasil deve mediar conflito entre Equador e Colômbia

O mundo está preocupado com a crise entre a Colômbia, o Equador e a Venezuela. A ONU já manifestou preocupação, e a OEA está convocando os governantes os dois primeiros países. Também o governo brasileiro garantiu que usará os canais diplomáticos para mediar os problemas políticos gerados após a operação militar colombiana que matou o número dois na hierarquia das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes, em território equatoriano, no último final de semana. Segundo o assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tentará solucionar a crise.

A ajuda é oportuna porque o clima é pesado e , sabidamente, os Estados Unidos estão apoiando a Colômbia. Não foi à toa que este país invadiu o território colombiano, seguindo o exemplo dos ianques que costumam fazer o mesmo (o Afeganistão e o Iraque são os exemplos mais recentes). Uma guerra neste momento seria desastrosa não apenas para os dois países (três se contarmos a Venezuela, que já tomou partido), mas seus vizinhos, entre os quais o Brasil. É preciso, portanto, reduzir ao máximo a tensão. E o nosso governo deve capitanear uma solução pacífica.

A maior torcida do Rio Grande



Observem atentamente as duas fotos clicadas pelo Alexandre Lops e publicadas no site do Internacional. Elas valem mais do que qualquer pesquisa que tente definir a maior torcida gaúcha. Nos últimos anos, alguns levantamentos têm apontado vantagem para o Porto-Alegrense, mas isso não tem sido visto nos estádios dos dois times e agora neste Gauchão. As fotos são da chegada do Inter no Hotel Obino, em Bagé, na véspera do jogo contra o Guarany e revela a verdadeira paixão do torcedor colorado. O mesmo já acontecera nas viagens do time para jogos em Pelotas, Santa Maria, Ijuí e Santo Ângelo. Uma multidão recebe seus ídolos, mostrando quem é maior e melhor no Rio Grande. Seja na capital ou no interior.

O mau jornalismo na Veja não é mais novidade

“Com a manchete de capa “Já vai tarde” sobre uma foto de perfil contraluz de Fidel Castro, a revista Veja prestou mais um desserviço ao jornalismo brasileiro ao tratar com fúria reacionária o dirigente cubano que deixava o poder após quase meio século e abandonar qualquer tentativa de compreensão do significado do gesto para o futuro da ilha. Enquanto a mídia do mundo todo buscava decifrar o que será de Cuba pós-Fidel, Veja saía com um artigo editorializado, destinado a destruir a imagem do líder e seu significado na história, com juízos definitivos e texto folhetinesco, que se encaixariam bem no boletim dos cubanos exilados em Miami, mas não na maior revista em circulação no país.

É bem verdade que Veja já abriu mão de um jornalismo sério há algum tempo, mas uma edição como essa não deixa de ser reveladora. Não faz muito tempo, a semanal também se dedicou a tentar destruir o mito Che Guevara, destacando, entre outros aspectos menos nobres, que cheirava mal.”

Pena Neto, Direto da Redação
http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=3767

Renda dos brasileiros cresceu quase 20% em dois anos

A massa de renda das famílias brasileiras cresceu quase 20% nos últimos dois anos e levou o Brasil a subir no ranking mundial de consumo. Esse número corresponde a um acréscimo de R$ 194 bilhões na soma da renda de todas as famílias no País em relação a 2005, já descontada a inflação. Esse é o resultado de um estudo da consultoria MB Associados, que usou como base os dados mais recentes (2006) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Principal indicador da capacidade de consumo da população, a massa de renda do conjunto das famílias do País chegou a R$ 1,168 trilhão em 2007, estima a MB. Em 2005, era de R$ 975 milhões.
A diferença entre esses dois valores é explicada pela forte recuperação da renda e do emprego. Para este ano, a estimativa é de crescimento de 7,9% na massa de renda, para R$ 1,260 trilhão. Com isso, o aumento entre 2005 e 2008 seria de 29%.
Não foi por acaso que
o Brasil já se tornou um dos maiores mercados de consumo do mundo para vários produtos. Em volume de vendas de automóveis, o País é o oitavo colocado. Com um mercado de 10,7 milhões de computadores em 2007, segundo a consultoria IDC, o Brasil já ocupa o quinto lugar no ranking mundial de PCs. O País é ainda o terceiro maior consumidor de Coca-Cola, também o terceiro de cosméticos no mundo e o quarto de chocolate.

Fonte:
Agência Estado

domingo, 2 de março de 2008

Inter, grande e arrasador em Bagé


O Internacional mostrou hoje em Bagé que não existe distância que possa derrubá-lo. Ao natural, aplicou uma histórica goleada sobre o Guarany por 6 a 0. Alex (na foto de Alexandre Lops) foi o craque do jogo, marcando dois gols e transformando-se em goleador do Gauchão. Com isso, o time colorado manteve a liderença da chave 2 do campeonato, com 20 pontos. Tem também o melhor ataque da competição (25 gols marcados) e apenas cinco sofridos. Agora, chegou a vez de enfrentar o Brasil, de Pelotas, no Beira-Rio, no próximo sábado. É jogo para mais de 30 mil pessoas. Eu estarei lá.



Literatura em alta na capítal dos gaúchos


O Espaço Literário - grupo de jornalistas e escritores que se reúne todas as quintas-feiras, a partir das 18 hs, no Café Bennedict da Livraria Nova Roma, rua General Câmara, 394, em Porto Alegre – reiniciará o seu ciclo de palestras no dia 13 de março, quando o jornalista Raul Quevedo falará sobre o tema "Fidel Castro, o maior estadista de todos os tempos ".
O segundo encontro já agendado, segundo o presidente do Espaço Literário, Luiz Antônio Pinheiro, será realizado no dia 10 de abril e se constituirá na projeção do vídeo "Lutar e Tocar", a cargo de José Weiss. Trata-se de um documentário sobre um projeto de descentralização cultural, através do incentivo ao desenvolvimento do talento musical entre a juventude, que tem sido realizado há trinta anos, com inegável sucesso, na Venezuela.
Posteriormente, serão convidados como palestrantes: Egídio Pellizzato, proprietário e dirigente da Editora Evangraf; Fátima Flores, presidente da ONG Instituto Popular de Arte-Educação (IPDAE); Flávio Stefani, presidente da Seção de Porto Alegre da União Brasileira de Trovadores ( UBT ); Nadir Silveira Dias, presidente da Sociedade Partenon Literário e os poetas Joaquim Monks e Luís de Miranda.

Mais Informações com
Sérgio Becker: fone 3029-9151 e e-mail: sergio_becker@ig.com.br
Ou com
Pinheiro, pelos fones 3246-9496 e 9963-1021