Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Inter precisa de técnica e garra. Além de gol...
Sem Nilmar e Kleber (ambos na seleção), Bolívar (suspenso) e D`Alessandro (machucado), além da dúvida de Magrão, o Internacional entrará na primeira decisão da Copa do Brasil, hoje, com intuito de mostrar a força do grupo. Além de futebol, precisa mostrar garra e coragem. Necessita voltar do Pacaembu, em São Paulo, com um bom resultado frente ao Corithians. Não tomar gol é preciso, fazer gol é necessário. Se seguir esta cartilha, jogará mais tranquilo a final no Beira-Rio, no dia 1º de julho. Vai, Inter, tua torcida confia em ti!
Diploma de Jornalismo: decisão no STF é hoje
Depois de dois adiamentos, a votação da liminar que questiona o diploma de Jornalismo poderá ser votada hoje no STF, em Brasília. Por isso, é imperioso destacar a colegas e amigos a importância de mantermos a nossa legislação.

A exigência do diploma de Curso Superior em Jornalismo para o exercício independente e ético da profissão de jornalista é uma conquista histórica não só desta corporação, mas de toda a população brasileira. A luta pela criação de Escolas de Jornalismo começou no início do século passado. O primeiro Curso foi implantado 40 anos atrás e a profissão, regulamentada há 70 anos, desde 1969 exige a formação superior na sua legislação.
Este requisito representou um avanço para a imprensa do país ao democratizar o acesso à profissão, antes condicionado por relações pessoais e interesses outros que não o de atender o direito da sociedade de ser bem informada. Setores sem compromisso com a construção de um jornalismo responsável e realmente cumpridor de sua função social vêm questionando este fundamental instrumento para a seriedade, democracia e liberdade na imprensa. O diploma em Jornalismo, bem ao contrário de ameaçar a liberdade de expressão, é uma das garantias que conferem à mídia brasileira qualidade e compromisso com a informação livre e plural .

A exigência do diploma de Curso Superior em Jornalismo para o exercício independente e ético da profissão de jornalista é uma conquista histórica não só desta corporação, mas de toda a população brasileira. A luta pela criação de Escolas de Jornalismo começou no início do século passado. O primeiro Curso foi implantado 40 anos atrás e a profissão, regulamentada há 70 anos, desde 1969 exige a formação superior na sua legislação.
Este requisito representou um avanço para a imprensa do país ao democratizar o acesso à profissão, antes condicionado por relações pessoais e interesses outros que não o de atender o direito da sociedade de ser bem informada. Setores sem compromisso com a construção de um jornalismo responsável e realmente cumpridor de sua função social vêm questionando este fundamental instrumento para a seriedade, democracia e liberdade na imprensa. O diploma em Jornalismo, bem ao contrário de ameaçar a liberdade de expressão, é uma das garantias que conferem à mídia brasileira qualidade e compromisso com a informação livre e plural .
terça-feira, 16 de junho de 2009
Um mau exemplo
O homem que chegou à Presidência por conta da morte de Tancredo Neves e tornou-se "imortal" na Academia Brasileira de Letras por conta dos marimbondos continua dando um mau exemplo para o Brasil. José Sarney, morador do Maranhão e eleito senador pelo Acre, contrata parentes, amigos e amigos dos amigos na calada do noite. Tem que ser apeiado do cargo de presidente do Senado. Caso contrário, a instituição continuará envolta em lama.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Caso Escola Base – o (não) cuidado jornalístico com a publicação de denúncias
Texto de Issaaf Karhawi
Do site Curiofísica
http://curiofisica.com.br
Março de 1994. A Escola de Educação Infantil Base, em São Paulo, sofre uma denúncia de abuso sexual contra menores. Mães desesperadas de alunos contatam a Rede Globo. Dá-se início ao escândalo que mais marcou a imprensa brasileira nos últimos 15 anos.
Durante dois meses, jornais, revistas, emissoras de rádio e tevê publicaram rotineiramente notícias sobre o Caso Escola Base apontando seis pessoas (dentre elas, pais de alunos e os donos da escola) como, indubitavelmente, culpadas.
Toda a acusação baseou-se em fontes oficiais, além de pais de alunos e vizinhos da escola. Sem nenhuma investigação ou prova concreta os envolvidos no caso foram estampados como monstros. A história toda foi noticiada de forma bastante parcial e distorcida, mas muito enfaticamente. O resultado? Linchamento social dos acusados, depredação de suas moradias e da escolinha além de muito falatório.
Transcorridos os dois meses o inquérito foi arquivado com a conclusão de que os acusados eram todos inocentes. Friso: todos inocentes. Ficou nas mãos da mídia, a contadora da história, limpar o entulho esparramado pelos corredores da escolinha. Nunca a imprensa brasileira foi tão criticada (incluo aqui auto-criticada) como no Caso Escola Base.

Uma das manchetes do caso Escola Base
O mínimo que se espera de um jornalismo relevante e confiável é a apuração dos dados. Em um trabalho investigativo, ou tratando assuntos delicados, é mais que necessária a apuração precisa das informações. Escutar os dois lados do fato, por exemplo, é imprescindível. No entanto, a ânsia pelo furo jornalístico, pela notícia de capa - pelo escândalo - acaba falando mais alto que a ética.
Presenciamos a era do entretenimento na qual a transgressão é prato cheio de qualquer meio de comunicação que mede sua aceitação através de vendas, ibope, enfim, através do alcance de seu produto.
A informação, na pós-modernidade, se confunde com o espetáculo. A credibilidade da informação pode até ser violada, mas a notícia não deixa de ser transformada em um grande show que envolve acusados, inocentes, repórteres, delegados, promotores…
É através da imprensa que a população, na maioria das vezes, molda a sua percepção do real. É praticamente impossível se isentar dessa responsabilidade. Não identificar contradições na investigação policial, nos laudos do IML ou nos depoimentos de crianças de quatro anos e suas mães, é, no mínimo, questionável.
O jornalista deve em seu cotidiano colocar em prática o bom-senso. O furo, a disputa pela audiência, a investigação são necessárias e saudáveis, mas não devem ser legitimadas quando de costas para a ética.
No Caso Escola Base as mea culpas da imprensa não foram suficientes para reestruturar a vida dos acusados já prejudicados financeira e psicologicamente. Há um enorme abismo entre as desculpas e o impacto das notícias. Durante todo o caso foi possível teorizar um anti-jornalismo debruçado em fontes contraditórias e nada profissionais, matérias sem crédito, acusações sem embasamento.
Em 2005, onze anos após o ocorrido, a Rede Globo foi condenada a pagar cerca de 450 mil reais para cada acusado no Caso Escola Base. Isso, sem dúvidas, mostra que o país protege o cidadão dos abusos da imprensa. Mas será isso suficiente? Os danos que ficam e a credibilidade que esvai são marcas muito mais profundas no caráter da imprensa nacional.
É papel do jornalista informar e isso inclui, sem dúvidas, noticiar denúncias. No entanto, prevalece a lei máxima do Direito Penal: “In dúbio pro reo” (Em dúvida a favor do réu, ou o nosso adaptado, “todo mundo é inocente até que se prove o contrário”). Não sendo assim a grande vilã da história será sempre a imprensa.
Do site Curiofísica
http://curiofisica.com.br
Março de 1994. A Escola de Educação Infantil Base, em São Paulo, sofre uma denúncia de abuso sexual contra menores. Mães desesperadas de alunos contatam a Rede Globo. Dá-se início ao escândalo que mais marcou a imprensa brasileira nos últimos 15 anos.
Durante dois meses, jornais, revistas, emissoras de rádio e tevê publicaram rotineiramente notícias sobre o Caso Escola Base apontando seis pessoas (dentre elas, pais de alunos e os donos da escola) como, indubitavelmente, culpadas.
Toda a acusação baseou-se em fontes oficiais, além de pais de alunos e vizinhos da escola. Sem nenhuma investigação ou prova concreta os envolvidos no caso foram estampados como monstros. A história toda foi noticiada de forma bastante parcial e distorcida, mas muito enfaticamente. O resultado? Linchamento social dos acusados, depredação de suas moradias e da escolinha além de muito falatório.
Transcorridos os dois meses o inquérito foi arquivado com a conclusão de que os acusados eram todos inocentes. Friso: todos inocentes. Ficou nas mãos da mídia, a contadora da história, limpar o entulho esparramado pelos corredores da escolinha. Nunca a imprensa brasileira foi tão criticada (incluo aqui auto-criticada) como no Caso Escola Base.

Uma das manchetes do caso Escola Base
O mínimo que se espera de um jornalismo relevante e confiável é a apuração dos dados. Em um trabalho investigativo, ou tratando assuntos delicados, é mais que necessária a apuração precisa das informações. Escutar os dois lados do fato, por exemplo, é imprescindível. No entanto, a ânsia pelo furo jornalístico, pela notícia de capa - pelo escândalo - acaba falando mais alto que a ética.
Presenciamos a era do entretenimento na qual a transgressão é prato cheio de qualquer meio de comunicação que mede sua aceitação através de vendas, ibope, enfim, através do alcance de seu produto.
A informação, na pós-modernidade, se confunde com o espetáculo. A credibilidade da informação pode até ser violada, mas a notícia não deixa de ser transformada em um grande show que envolve acusados, inocentes, repórteres, delegados, promotores…
É através da imprensa que a população, na maioria das vezes, molda a sua percepção do real. É praticamente impossível se isentar dessa responsabilidade. Não identificar contradições na investigação policial, nos laudos do IML ou nos depoimentos de crianças de quatro anos e suas mães, é, no mínimo, questionável.
O jornalista deve em seu cotidiano colocar em prática o bom-senso. O furo, a disputa pela audiência, a investigação são necessárias e saudáveis, mas não devem ser legitimadas quando de costas para a ética.
No Caso Escola Base as mea culpas da imprensa não foram suficientes para reestruturar a vida dos acusados já prejudicados financeira e psicologicamente. Há um enorme abismo entre as desculpas e o impacto das notícias. Durante todo o caso foi possível teorizar um anti-jornalismo debruçado em fontes contraditórias e nada profissionais, matérias sem crédito, acusações sem embasamento.
Em 2005, onze anos após o ocorrido, a Rede Globo foi condenada a pagar cerca de 450 mil reais para cada acusado no Caso Escola Base. Isso, sem dúvidas, mostra que o país protege o cidadão dos abusos da imprensa. Mas será isso suficiente? Os danos que ficam e a credibilidade que esvai são marcas muito mais profundas no caráter da imprensa nacional.
É papel do jornalista informar e isso inclui, sem dúvidas, noticiar denúncias. No entanto, prevalece a lei máxima do Direito Penal: “In dúbio pro reo” (Em dúvida a favor do réu, ou o nosso adaptado, “todo mundo é inocente até que se prove o contrário”). Não sendo assim a grande vilã da história será sempre a imprensa.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Julgamento do diploma de Jornalismo adiado para o dia 17 de junho
Na postagem de ontem eu coloquei no título que a apreciação do STF "pode".... Tinha razão em ser precavido. Adiado na tarde desta quarta-feira, o julgamento do Recurso Extraordinário 511961, que questiona a exigência do diploma em curso superior de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão, foi remarcado para o dia 17 de junho (próxima quarta-feira). Detalhe: é a quarta pauta do dia!
Diante da situação, a Executiva da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) está reunida neste feriado de Corpus Christi para traçar novas estratégias da campanha em defesa do diploma neste momento decisivo para o futuro do Jornalismo brasileiro.
Mais informações no site da FENAJ:
http://www.fenaj.org.br
Diante da situação, a Executiva da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) está reunida neste feriado de Corpus Christi para traçar novas estratégias da campanha em defesa do diploma neste momento decisivo para o futuro do Jornalismo brasileiro.
Mais informações no site da FENAJ:
http://www.fenaj.org.br
Contra a grilagem na Amazônia

Na quarta-feira, dia 02 de junho, o senado brasileiro aprovou a MP 458. Esta medida presenteia todos aqueles que fizeram grilagem na Amazônia com a regularização de terras ocupadas ilegalmente.
Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar a MP 458, 67 milhões de hectares de terras públicas da Amazônia serão privatizados. Um patrimônio estimado em 70 bilhões de reais irá parar nas mãos dos grileiros.
O Gabinete de Lula está recebendo milhares de ligações pedindo para que a MP 458 não seja aprovada. Faça sua parte, ligue e espalhe os números e o e-mail do presidente Lula para seus amigos. Peça para que eles digam NÃO A MP 458.
Telefone do Gabinete de Lula:
(61) 3411.1200 ou (61) 3411.1201
Ou envie um e-mail através do link:
https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php
Para saber mais sobre o assunto acesse:
www.greenblog.org.br
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Diploma de Jornalismo: decisão no STF pode sair hoje
Hoje, a partir das 14h, as atenções dos jornalistas brasileiros e dos defensores do direito da sociedade à informação de qualidade estarão voltadas para o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF). Estará em pauta o julgamento do Recurso Extraordinário 511961, que questiona a exigência do diploma como requisito para o exercício da profissão de jornalista. A FENAJ convocou ato público para acompanhamento da sessão em Brasília. Paralelamente, manifestações e vigílias acontecem em todo o país.
Não deixe de participar.
O futuro de nossa profissão está em jogo!
Não deixe de participar.
O futuro de nossa profissão está em jogo!
O jornalista precisa de formação
Deputados se engajam na luta em defesa do diploma de Jornalismo
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) conclamou ontem toda a sociedade a se mobilizar em torno do julgamento da obrigatoriedade do diploma de jornalista. A matéria está na pauta de hoje do Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento de recurso extraordinário questiona a formação superior para exercício da profissão e registro profissional.
Paulo Pimenta, que é jornalista formado, mostrou-se indignado com o julgamento do fim de diploma para profissão. Ele disse que, além da desregulamentação da atividade profissional, o tema interessa somente ao poder econômico. “Significa impor barreiras para a educação e limitar a qualidade do ensino superior”.
Para o petista, a não obrigatoriedade do diploma significa o fim das faculdades de jornalismo, da pesquisa e da reflexão acadêmica. “Acontece no momento em que as tecnologias inovam, são complexas, e precisamos ter profissionais qualificados que, do ponto de vista dos aspectos humanos e do direito ao contraditório, tenham em sua formação conhecimentos básicos que permitam o exercício desta profissão a partir de princípios éticos fundamentais”, disse. O deputado citou pesquisas segundo as quais 74,3% da população é a favor do diploma de jornalista.
O deputado Dr. Rosinha (PT-PR) também defendeu a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. “Derrubar a exigência de formação superior específica em jornalismo é algo que não interessa à sociedade brasileira. A população tem direito de receber informações apuradas por profissionais com formação apropriada. Dizer que o diploma ameaça a liberdade de expressão é uma falácia”, disse.
Paulo Pimenta, que é jornalista formado, mostrou-se indignado com o julgamento do fim de diploma para profissão. Ele disse que, além da desregulamentação da atividade profissional, o tema interessa somente ao poder econômico. “Significa impor barreiras para a educação e limitar a qualidade do ensino superior”.
Para o petista, a não obrigatoriedade do diploma significa o fim das faculdades de jornalismo, da pesquisa e da reflexão acadêmica. “Acontece no momento em que as tecnologias inovam, são complexas, e precisamos ter profissionais qualificados que, do ponto de vista dos aspectos humanos e do direito ao contraditório, tenham em sua formação conhecimentos básicos que permitam o exercício desta profissão a partir de princípios éticos fundamentais”, disse. O deputado citou pesquisas segundo as quais 74,3% da população é a favor do diploma de jornalista.
O deputado Dr. Rosinha (PT-PR) também defendeu a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. “Derrubar a exigência de formação superior específica em jornalismo é algo que não interessa à sociedade brasileira. A população tem direito de receber informações apuradas por profissionais com formação apropriada. Dizer que o diploma ameaça a liberdade de expressão é uma falácia”, disse.
terça-feira, 9 de junho de 2009
STF define a regulamentação do Jornalismo. Que os ministros sejam iluminados!

Companheiros jornalistas, façamos vigília nesta quarta-feira à tarde.
O STF estará votando em Brasília o Recurso Extraordinário 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma como requisito para o exercício da profissão de jornalista.
Vamos torcer para que os ministros estejam iluminados e votem em defesa de nossa regulamentação e do direito da sociedade de receber uma informação bem apurada e de qualidade.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Diploma de Jornalismo: é a hora da mobilização total em todo o Brasil
A executiva da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e o GT Coordenação Nacional da Campanha em Defesa do Diploma convocam os jornalistas, entidades e instituições apoiadoras do movimento a intensificarem as iniciativas de fortalecimento desta luta e de sensibilização dos ministros do Supremo Tribunal Federal. O julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma como requisito para o exercício da profissão de jornalista, foi incluído na pauta da sessão do STF do dia 10 de junho. A FENAJ prepara nova manifestação em Brasília para o dia do julgamento.
Organizar caravanas para o ato em Brasília e manifestações públicas nos estados são as duas principais orientações da FENAJ e Coordenação Nacional da Campanha em Defesa do Diploma. A Federação solicita que os Sindicatos, faculdades e demais apoiadores desta campanha encaminhem informações sobre as atividades a serem realizadas para o e-mail boletim@fenaj.org.br.
Enviar mensagens aos ministros do STF (a sugestão de texto e os endereços eletrônicos podem ser acessados por www.fenaj.org.br) e postar apoios também no site da FENAJ são, também, ações recomendadas. Até o momento já foram postadas 3.356 mensagens.
Derrubar a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista só interessa àqueles que desprezam o livre exercício do jornalismo com qualidade e ética e o direito da sociedade à informação. Por isso, neste momento decisivo é fundamental ampliar os apoios sociais a esta campanha. Neste sentido deve-se buscar, nos estados, manifestações de parlamentares e personalidades que fortaleçam esta luta, bem como estimular a adesão à rede social "Jornalista, só com diploma", a favor da obrigatoriedade da formação específica e de nível superior para o exercício da profissão.
Organizar caravanas para o ato em Brasília e manifestações públicas nos estados são as duas principais orientações da FENAJ e Coordenação Nacional da Campanha em Defesa do Diploma. A Federação solicita que os Sindicatos, faculdades e demais apoiadores desta campanha encaminhem informações sobre as atividades a serem realizadas para o e-mail boletim@fenaj.org.br.
Enviar mensagens aos ministros do STF (a sugestão de texto e os endereços eletrônicos podem ser acessados por www.fenaj.org.br) e postar apoios também no site da FENAJ são, também, ações recomendadas. Até o momento já foram postadas 3.356 mensagens.
Derrubar a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista só interessa àqueles que desprezam o livre exercício do jornalismo com qualidade e ética e o direito da sociedade à informação. Por isso, neste momento decisivo é fundamental ampliar os apoios sociais a esta campanha. Neste sentido deve-se buscar, nos estados, manifestações de parlamentares e personalidades que fortaleçam esta luta, bem como estimular a adesão à rede social "Jornalista, só com diploma", a favor da obrigatoriedade da formação específica e de nível superior para o exercício da profissão.
Inter com garra e coragem

Desta vez, o Inter jogou como um time candidato a todos os campeonatos que disputar este ano. Sem quatro jogadores importantes - Nilmar, D´Alessandro, Álvaro e Kleber -, jogou de igual para igual contra o Cruzeiro no Mineirão. Por não jogado apenas no seu campo, esperando o adiversário - como ocorreu contra o Flamengo no Maracanã e o Coritiba no Couto Pereira - saiu na frente, com gol de Magrão (na foto acima, do site do Inter, festeja com Alecsandro) e poderia ter marcado mais gols. É verdade que o time mineiro teve mais posse de bola e também perdeu oportunidades, além do gol de empate. Mas o Inter foi compacto, guerreiro e exibiu um bom futebol. É um lenitivo a mais para a primeira decisão da Copa do Brasil contra o Corinthians no dia 17 de junho.

A grande torcida que esteve no Mineirão (outra foto do site do Inter) festejou o empate contra um dos melhores times brasileiros.
O golpe dos tucanos na Petrobras

A coluna abaixo desnuda, publicada no dia sábado, no jornal Folha de São Paulo, desnuda como age na surdina o tucanado golpista. Estão sempre prontos para produzir falsidades que certamente são acolhidas por parte da mídia golpista. É o jogo deles até a eleição. Elegeram a Pretobras porque a estatal só estava gereando notícias boas para a economia brasileira. São contra, portanto, o povo brasileiro.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Não esqueçamos de 2005
O ano de 2005 está logo ali.
As falcatruas que tiraram o título do Inter naquele ano serão lembradas na final da Copa do Brasil.
Vamos, Inter!
As falcatruas que tiraram o título do Inter naquele ano serão lembradas na final da Copa do Brasil.
Vamos, Inter!
Decisão será no Beira-Rio
Vencemos a primeira. Em sorteio realizado a pouco na CBF, no Rio, o primeiro jogo da final da Copa do Brasil será em São Paulo, no dia 17 de junho. No dia 1º de julho, no Beira-Rio, Inter e Corinthians fazem a segunda e decisiva partida. O esquema é o seguinte: daqui a duas semanas, é necessário fazer gol fora e, se possível, ganhar. Depois, é tudo com o fator campo, unindo time e torcida em nosso estádio. Vai faltar lugar! Mas eu estarei lá, com certeza.
Classificação com derrota pode ser benéfica ao Internacional

Estou festejando a classificação do Internacional à final da Copa do Brasil, contra o Corinthians. O time jogou ontem a pior partida deste ano, foi dominado pelo Coritiba e acabou beneficiado pelos 3 x 1 do Beira-Rio. Porém, a má jornada pode ser benéfica para o clube. Perdeu pelo placar que poderia perder e afastou aquela situação de invicto que acumulou durante meses. Ninguém é invencível e o Inter teria que perder em algum momento. Foi ontem, quando o time não agrediu como deveria.
Tenho certeza de que a situação mudará contra o Corinthians, time que vale mais pelo seu treinador do que pela qualidade do time. Passou à final com dois empates com o Vasco da Gama, time que está amargando a segunda divisão do futebol brasileiro. E poderia ter ficado fora se o juiz tivesse assinalado um pênalti a favor dos cariocas.
Acredito no Inter, que não jogará novamente como ontem. Os jogadores (na foto acima, do site do clube) fazem bem em festejar, mantendo a cabeça erguida.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Não te ausentes
Não te ausentes de mim
Para que os dias não se façam vazios
Para que as tardes não se esmoreçam
Deixando as prímulas da janela em pálida cor
Não te ausentes...
Pois o escuro da noite traz um
Silêncio que me assusta
Me pondo em sobressalto constante
Deixando meu corpo em febre
Deixa comigo sua presença
E com ela, o azul celeste a colorir
As manhãs do meu viver
Sentindo o brilho do teu olhar
A me conduzir em rumo certo
Te quero próximo!
Caminhando no solo firme dos meus sonhos
Onde te busco em cada ponto do universo
Procurando teu rosto com carícias de seda
Não te ausentes!
Para que eu não viva a tatear tua imagem
Sentindo-me como constante sol a buscar-te
Te vendo como eterna sombra a fugir-me.
(Simplesmente Teresa)
© Proteja os direitos autorais
Para que os dias não se façam vazios
Para que as tardes não se esmoreçam
Deixando as prímulas da janela em pálida cor
Não te ausentes...
Pois o escuro da noite traz um
Silêncio que me assusta
Me pondo em sobressalto constante
Deixando meu corpo em febre
Deixa comigo sua presença
E com ela, o azul celeste a colorir
As manhãs do meu viver
Sentindo o brilho do teu olhar
A me conduzir em rumo certo
Te quero próximo!
Caminhando no solo firme dos meus sonhos
Onde te busco em cada ponto do universo
Procurando teu rosto com carícias de seda
Não te ausentes!
Para que eu não viva a tatear tua imagem
Sentindo-me como constante sol a buscar-te
Te vendo como eterna sombra a fugir-me.
(Simplesmente Teresa)
© Proteja os direitos autorais
Colunismo: os melhores
O Blog do Emir, sempre criativo em suas propostas, publicou uma lista das melhores e das piores colunas da imprensa brasileira. Boa análise.
Piores
Editoriais da Folha
Editoriais do Estadão
Editoriais do Globo
Painel da Folha
Radar da Veja
Dora Kramer
Miriam Leitão
Merval Pereira
Clovis Rossi
Eliane Catanhede
Arnaldo Jabor
Ali Kamel
Lucia Hipólito
FHC
Diogo Mainardi
Melhores
Verissimo
Zé Simão
Tutty Vasquez
Mauro Santayana
Mino Carta
Luis Nassif
Paulo Henrique Amorim
Agora, eu acrescento as minhas, concordando com todas do Emir.
Piores: Arnaldo Jabor, Ana Amélia Lemos, Ricardo Noblat, Alexandre Garcia, Carta do Editor de alguns jornais, Augusto Nunes, Claudio Humberto
Melhores: Leandro Fortes, Ancelmo Gois, Janio de Freitas, Eduardo Guimarães, Emir Sader, Marcos Nobre, Gilson Caroni Filho, Altamiro Borges, Mario Marcos de Souza, Juremir Machado da Silva, Denise Nunes
Quem quiser, pode acrescentar outros.
Piores
Editoriais da Folha
Editoriais do Estadão
Editoriais do Globo
Painel da Folha
Radar da Veja
Dora Kramer
Miriam Leitão
Merval Pereira
Clovis Rossi
Eliane Catanhede
Arnaldo Jabor
Ali Kamel
Lucia Hipólito
FHC
Diogo Mainardi
Melhores
Verissimo
Zé Simão
Tutty Vasquez
Mauro Santayana
Mino Carta
Luis Nassif
Paulo Henrique Amorim
Agora, eu acrescento as minhas, concordando com todas do Emir.
Piores: Arnaldo Jabor, Ana Amélia Lemos, Ricardo Noblat, Alexandre Garcia, Carta do Editor de alguns jornais, Augusto Nunes, Claudio Humberto
Melhores: Leandro Fortes, Ancelmo Gois, Janio de Freitas, Eduardo Guimarães, Emir Sader, Marcos Nobre, Gilson Caroni Filho, Altamiro Borges, Mario Marcos de Souza, Juremir Machado da Silva, Denise Nunes
Quem quiser, pode acrescentar outros.
domingo, 31 de maio de 2009
Sol, Copa do Mundo e Inter
Publicações da mídia indicavam chuva ao longo do dia em Porto Alegre. Acompanhada do frio, que chegou aqui na sexta-feira. No entanto, no momento em que escrevo, olho pela janela, e não contenho o sorriso ao avistar o sol brilhando sobre a capital gaúcha. Tomara que a chuva se mantenha nas zonas de produção do Rio Grande do Sul, onde ela faz muita falta. Mas aqui em Porto Alegre é dia de festa e o sol é bem-vindo.
No início da tarde, no Parque da Redenção, começam os preparativos para comememorar a indicação de Porto Alegre como uma das sedes do Mundial de 2014, a ser anunciada por volta das 15h30min pela Fifa. Mais tarde, às 19h30min, o Internacional, recheado de reservas, enfrenta o Avaí em sua quarta partida pelo Brasileirão. Vai em busca da quarta vitória consecutiva e da liderança absoluta no campeonato que todos os colorados almejam no ano do Centenário.
Portanto, que fique o sol e que venham a Copa do Mundo e a vitória colorada.
No início da tarde, no Parque da Redenção, começam os preparativos para comememorar a indicação de Porto Alegre como uma das sedes do Mundial de 2014, a ser anunciada por volta das 15h30min pela Fifa. Mais tarde, às 19h30min, o Internacional, recheado de reservas, enfrenta o Avaí em sua quarta partida pelo Brasileirão. Vai em busca da quarta vitória consecutiva e da liderança absoluta no campeonato que todos os colorados almejam no ano do Centenário.
Portanto, que fique o sol e que venham a Copa do Mundo e a vitória colorada.
Assinar:
Postagens (Atom)

