Rose Felliciano *
Das culpas, das dores,
De todos os dissabores,
Não sei o que mais marcou...
Quantas perguntas sem respostas
E a aposta de um novo dia
Que nunca chegou...
O tempo?
O tempo só apaga
Fogo que não queimou....
De tudo a reaprender
Perdoar foi mais difícil
Ainda estou aprendendo...
Até porque, não existe culpa
Se o sentimento acabou...
Como perdoar? Quem?
Talvez a mim mesma...
Talvez ninguém...
* http://www.rosefelliciano.com
Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Minha terra tem...

Minha terra tem figueiras cercadas de areia e a poucos palmos da água do lago. Minha terra tem uma visão privilegiada dos morros da capital do Rio Grande do Sul e do encontro do Guaíba com a Laguna dos Patos.


Minha terra garante o brilho do sol nas águas e propicia a visão da lua cheia quando a noite chega mansinha.


E, ainda, é possível circular pelas areias finas acompanhado de um cusco curioso que aceita posar para uma imagem.

Se queres conhecer a minha terra - Barra do Ribeiro - é só atravessar a ponte móvel em Porto Alegre e seguir 55 quilômetros em direção do Sul do Rio Grande do Sul. Logo ali podes desfrutar das belezas simples e perenes de minha terra.
Refúgio na natureza

No feriado de 7 de Setembro, refugiei-me na natureza que tanto amo. Como regularmente faço, fui para uma cabana no Complexo Vô Arthur, em Barra do Ribeiro (RS). É minha terra natal e onde mora a minha mãe. Sol e chuva marcaram os quatro dias que lá fiquei, sem sequer incomodar meu descanso. A foto acima e as seguintes mostram que a Primavera está chegando e, com ela, as belezas das árvores, das flores, das águas. Um alento para clicar algumas imagens.


No primeiro dia, o sol brilhava e o verde se destacava. Mas as nuvens sob o céu azul prenunciavam que a chuva estava próxima.
No último dia, desabou água e granizo do céu, junto com fortes ventos. O jeito foi ficar recluso na cabana, com um olho no tempo e outro no livro que me acompanhou.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Rumo ao tetra, com time coeso e torcida de fé
A vitória colorada, ontem na Ressacada, em Florianópolis, mostrou que o Inter ruma para um triunfo sólido e coeso. Mesmo com um adversário qualificado e que dificilmente é derrotado em seus domínios, o Inter foi superior e poderia ter feito mais do que os dois gols. Além disso, a torcida foi fantástica, transformando o estádio do Avaí em um reduto vermelho (foto abaixo, de Alexandre Lops, de assessoria do Inter).

O Internacional tem hoje o maior número de vitórias do Brasileirão (13), fez mais gols do que qualquer outro time e tem o maior saldo. Está a um ponto do líder Palmeiras, mas joga no próximo domingo em casa contra o Cruzeiro, enquanto o adversário vai ao Barradão jogar contra o Vitória. Podemos superar os periquitos paulistas, desde que contemos com mais de 50 mil pessoas no Beira-Rio. É um jogo no domingo, em horário de futebol (16 horas) e estamos embalados. Podemos, sim, sonhar com o tetracampeonato brasileiro, apesar dos desfalques por expulsão (Índio e Bolívar) e pelas convocações estúpidas da CBF para a Sub 20 (Sandro e Giuliano). Temos plantel.

O Internacional tem hoje o maior número de vitórias do Brasileirão (13), fez mais gols do que qualquer outro time e tem o maior saldo. Está a um ponto do líder Palmeiras, mas joga no próximo domingo em casa contra o Cruzeiro, enquanto o adversário vai ao Barradão jogar contra o Vitória. Podemos superar os periquitos paulistas, desde que contemos com mais de 50 mil pessoas no Beira-Rio. É um jogo no domingo, em horário de futebol (16 horas) e estamos embalados. Podemos, sim, sonhar com o tetracampeonato brasileiro, apesar dos desfalques por expulsão (Índio e Bolívar) e pelas convocações estúpidas da CBF para a Sub 20 (Sandro e Giuliano). Temos plantel.
domingo, 6 de setembro de 2009
Time caseiro agora não resolve nem em casa
O Porto-Alegrense, clube da capital gaúcha, era exaltado até ontem pela grande campanha que fazia em casa no Brasileirão. Costumava patrolar os adversários. Mas, nos jogos fora de seu reduto, não tinha alcançado triunfo algum. Por isso, recebeu a alcunha da "marido fiel", que só comparecia em casa. Ontem, ao empatar com o Vitória - por um detalhe não perdeu -, não está conseguindo funcionar nem na Azenha, bairro onde está localizado seu estádio.
E o futuro? Ninguém sabe, nem mesmo o teórico Paulo Autuori.
E o futuro? Ninguém sabe, nem mesmo o teórico Paulo Autuori.
Diploma de Jornalismo: audiência pública em Santa Maria (RS)
Profissionais, estudantes de jornalismo e comunidade em geral estão convidados a participar de audiência pública que acontecerá no dia 10 de setembro, a partir das 19h, no Plenário da Câmara de Vereadores de Santa Maria (RS). O tema que estará em debate é a obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo.
A atividade contará com a participação do deputado federal Paulo Pimenta (PT), autor da PEC dos Jornalistas, que tramita na Câmara Federal e busca restabelecer a exigência do diploma de Jornalismo. Estarão presentes dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul.
Também estão sendo convidados para o debater o assunto representantes dos veículos de comunicação da cidade, universidades, coordenações dos cursos de comunicação social da Universidade Federal de Santa Maria e Centro Universitário Franciscano, entre outras instituições.
A audiência pública é promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara de Vereadores de Santa Maria, presidida pela vereadora Helen Cabral (PT), em parceria com o mandato do deputado federal Paulo Pimenta.
Audiência pública – Exija informação de qualidade. Jornalista só com formação!
Data: 10 de setembro de 2009
Local: Plenário da Câmara de Vereadores de Santa Maria
Horário: 19h
A atividade contará com a participação do deputado federal Paulo Pimenta (PT), autor da PEC dos Jornalistas, que tramita na Câmara Federal e busca restabelecer a exigência do diploma de Jornalismo. Estarão presentes dirigentes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul.
Também estão sendo convidados para o debater o assunto representantes dos veículos de comunicação da cidade, universidades, coordenações dos cursos de comunicação social da Universidade Federal de Santa Maria e Centro Universitário Franciscano, entre outras instituições.
A audiência pública é promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara de Vereadores de Santa Maria, presidida pela vereadora Helen Cabral (PT), em parceria com o mandato do deputado federal Paulo Pimenta.
Audiência pública – Exija informação de qualidade. Jornalista só com formação!
Data: 10 de setembro de 2009
Local: Plenário da Câmara de Vereadores de Santa Maria
Horário: 19h
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Chegou a chuva. E forte...

Depois de alguns dias de sol intenso, com temperatura superando os 30ºC em pleno inverno, chegou a chuva em Porto Alegre. Ela cai forte desde a madrugada, mas não impede que eu chegue à sacada e clique alguns flagrantes da nebulosidade.
Só espero que a enxurrada não estrague o jogo do Internacional contra o Atlético Mineiro, à noite, no Beira-Rio. É dia de assegurar o título simbólico do primeiro turno e assumir a vice-liderança do Brasileirão, apenas um ponto atrás do líder Palmeiras.
Crianças e adolescentes unidos para tratar da mudança climática
Amigos, é muito bom ler notícias como esta.
Dá um ânimo grande e a certeza de alguma coisa pode mudar na mentalidade dos povos.
Taejon – Crianças e adolescentes de todo o mundo estão unindo forças para tratar do fenômeno da mudança climática com uma nova iniciativa chamada Unidos pelo Clima www.uniteforclimate.org, lançada no dia 20 de agosto, na Conferência Internacional Tunza* de Crianças e Adolescentes sobre o Meio Ambiente em Taejon, na Coréia do Sul.
O UNICEF, junto com outras agências do sistema ONU, organizações não governamentais, adolescentes ativistas, universidades e representantes do setor privado, desenvolveu um espaço na Internet que permite que redes de jovens, crianças adolescentes e especialistas colaborem sobre o tema da mudança climática usando a tecnologia de código aberto.
O UNICEF e seus parceiros têm ampliado o escopo da atuação de adolescentes por meio de inovações tecnológicas. Por meio das redes sociais e das ferramentas online oferecidos pelo site Unidos pelo Clima, cidadãos jovens poderão se conectar, compartilhar conhecimento, aprender e se engajar em relação ao tema da mudança climática.
Grande parte das ferramentas do site foi desenvolvida para ser usada mesmo em áreas que não oferecem banda larga, permitindo que mais crianças e adolescentes participem da iniciativa. Parceiros como o YouTube e a FlipCam estão apoiando a realização de Debates de Jovens sobre o Clima, também lançados na Coréia do Sul, como parte do projeto.
Esta semana, meninas e meninos de 110 países estão discutindo os desafios da mudança climática na Conferência Tunza de Crianças e Adolescentes em Taejon, organizada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Um plano de ação será desenvolvido e uma declaração será entregue para os líderes mundiais pedindo para que eles assinem um acordo na conferência sobre mundança climática das Nações Unidas em Copenhaguem (COP15), que será realizada no próximo mês de dezembro.
Unidos pelo Clima está apoiando o engajamento de jovens em grandes eventos em todo o mundo, incluindo: Assembléia Geral das Nações Unidas, o Dia de Ação Global, organizado pela 350.org em outubro, e o Fórum Criança e Clima do UNICEF, que será realizado em novembro.
Além disso, a iniciativa vai conectar pelo menos 150 escolas de vários países a partir de setembro de 2009. O projeto Conectando Salas de Aula vai promover o diálogo sobre mudança climática entre as escolas e tem o apoio do Instituto de Energia e Recursos (Teri), o Instituto Terra da Columbia University e o Centro Mediterrâneo para o Desenvolvimento Sustentável, entre outros.
* A palavra “tunza” significa “tratar com cuidado ou afeição” em suaíli (a língua sub-regional mais comum dos países do Leste da África). O conceito amplo de tunza, portanto, é construído ao redor desse tema. Trata-se de uma iniciativa vinculada à capacitação, conscientização e partilha de perspectivas ambientais, a fim de formar uma geração de cidadãos ambientalmente conscientes e pró-ativos.
Unidos pelo Clima:
Site da iniciativa - www.uniteforclimate.org
Comunidade online - http://myuniteforclimate.org
Debates de jovens sobre o tema: http://www.youtube.com/youthclimatedebate
Conectando Salas de Aula – Início em setembro de 2009
Mais informações:
Miriam Azar, UNICEF NY, Tel + 1 212 824 6949, E-mail: miazar@unicef.org
Gerrit Beger, UNICEF NY, Youth Section, Tel 1212 326 7116 e-mail: gbeger@unicef.org
Dá um ânimo grande e a certeza de alguma coisa pode mudar na mentalidade dos povos.
Taejon – Crianças e adolescentes de todo o mundo estão unindo forças para tratar do fenômeno da mudança climática com uma nova iniciativa chamada Unidos pelo Clima www.uniteforclimate.org, lançada no dia 20 de agosto, na Conferência Internacional Tunza* de Crianças e Adolescentes sobre o Meio Ambiente em Taejon, na Coréia do Sul.
O UNICEF, junto com outras agências do sistema ONU, organizações não governamentais, adolescentes ativistas, universidades e representantes do setor privado, desenvolveu um espaço na Internet que permite que redes de jovens, crianças adolescentes e especialistas colaborem sobre o tema da mudança climática usando a tecnologia de código aberto.
O UNICEF e seus parceiros têm ampliado o escopo da atuação de adolescentes por meio de inovações tecnológicas. Por meio das redes sociais e das ferramentas online oferecidos pelo site Unidos pelo Clima, cidadãos jovens poderão se conectar, compartilhar conhecimento, aprender e se engajar em relação ao tema da mudança climática.
Grande parte das ferramentas do site foi desenvolvida para ser usada mesmo em áreas que não oferecem banda larga, permitindo que mais crianças e adolescentes participem da iniciativa. Parceiros como o YouTube e a FlipCam estão apoiando a realização de Debates de Jovens sobre o Clima, também lançados na Coréia do Sul, como parte do projeto.
Esta semana, meninas e meninos de 110 países estão discutindo os desafios da mudança climática na Conferência Tunza de Crianças e Adolescentes em Taejon, organizada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Um plano de ação será desenvolvido e uma declaração será entregue para os líderes mundiais pedindo para que eles assinem um acordo na conferência sobre mundança climática das Nações Unidas em Copenhaguem (COP15), que será realizada no próximo mês de dezembro.
Unidos pelo Clima está apoiando o engajamento de jovens em grandes eventos em todo o mundo, incluindo: Assembléia Geral das Nações Unidas, o Dia de Ação Global, organizado pela 350.org em outubro, e o Fórum Criança e Clima do UNICEF, que será realizado em novembro.
Além disso, a iniciativa vai conectar pelo menos 150 escolas de vários países a partir de setembro de 2009. O projeto Conectando Salas de Aula vai promover o diálogo sobre mudança climática entre as escolas e tem o apoio do Instituto de Energia e Recursos (Teri), o Instituto Terra da Columbia University e o Centro Mediterrâneo para o Desenvolvimento Sustentável, entre outros.
* A palavra “tunza” significa “tratar com cuidado ou afeição” em suaíli (a língua sub-regional mais comum dos países do Leste da África). O conceito amplo de tunza, portanto, é construído ao redor desse tema. Trata-se de uma iniciativa vinculada à capacitação, conscientização e partilha de perspectivas ambientais, a fim de formar uma geração de cidadãos ambientalmente conscientes e pró-ativos.
Unidos pelo Clima:
Site da iniciativa - www.uniteforclimate.org
Comunidade online - http://myuniteforclimate.org
Debates de jovens sobre o tema: http://www.youtube.com/youthclimatedebate
Conectando Salas de Aula – Início em setembro de 2009
Mais informações:
Miriam Azar, UNICEF NY, Tel + 1 212 824 6949, E-mail: miazar@unicef.org
Gerrit Beger, UNICEF NY, Youth Section, Tel 1212 326 7116 e-mail: gbeger@unicef.org
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Inter, nada vai nos separar

Os cem anos gloriosos do Sport Club Internacional estão retratados com fidelidade no filme Nada Vai nos Separar, que está nos cinemas do Brasil e cujo DVD chegará às lojas amanhã, 2 de setembro. Ainda não vi, mas quem entrou em alguma sala espalhada por algum canto de Porto Alegre garante que é pura emoção. Farei as duas coisas: vou ao cinema e pretendo adquirir o DVD, que será visto novamente e depois ficará reservado para deleite de meus netos e bisnetos. Afinal, acompanhei diretamente mais de 40 anos deste clube que nasceu do povo e com o povo ficará.
Vermelho para nossos legisladores
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou
Fernando Dantas, O Estado de São Paulo
"O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.
O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O’Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas - Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.
Pastore observa que a recessão no Brasil foi curta, de apenas dois trimestres, comparada a quatro em países como Estados Unidos, Alemanha e França. Goldfajn nota que há os países que estão saindo da recessão no segundo trimestre e os que estão saindo no terceiro - o Brasil está entre os primeiros, com várias nações asiáticas. “Mesmo no primeiro trimestre, se olhar mês contra mês, há números fortes de crescimento no Brasil”, acrescenta.
"O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.
O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O’Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas - Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.
Pastore observa que a recessão no Brasil foi curta, de apenas dois trimestres, comparada a quatro em países como Estados Unidos, Alemanha e França. Goldfajn nota que há os países que estão saindo da recessão no segundo trimestre e os que estão saindo no terceiro - o Brasil está entre os primeiros, com várias nações asiáticas. “Mesmo no primeiro trimestre, se olhar mês contra mês, há números fortes de crescimento no Brasil”, acrescenta.
A beleza do meu ipê amarelo

Este ipê amarelo é meu vizinho. Fica em frente da janela de minha sala, e no ano passado me decepcionou. As flores não apareceram, como na primavera anterior. Até fiz uma postagem no blog, exibindo minha tristeza.
Agora, ainda no inverno, elas estão ali, mesmo que as folhas verdes ainda não tenham surgido. E, dentro de um mês, ele estará ainda mais lindo.
Atacantes reconhecidos, garantia de gols?
A postagem começa com um título provocativo. Afinal, muitos times do Brasileirão tem nos plantéis goleadores como Ronaldo, Adriano, Diego Tardelli, Obina, Marcelinho Paraíba Kléber Pereira e outros. No entanto, os ataques mais positivos estão com o Barueri (42 gols), Inter e Grêmio (ambos com 40). Se olharmos na tabela de goleadores, o primeiro tem o Val Baiano, com 11 gols, o Inter conta com Alecsandro com 10 e o Grêmio com o Jonas, com o mesmo número. Nenhum é lembrado para a seleção brasileira. Sinal de que o coletivo é mais forte e mais jogadores do mesmo time têm comparecido no placar.
Torço pelo Inter sempre

A partida do Inter contra o Goiás, ontem, trouxe muitas lições. Gostei da goleada de 4 x 0 - poderia ter sido mais - porque o time estava muito desfalcado e improvisado e jogaria com um time dito como certinho. Desde o início, houve inversão de expectativa. O time de Tite, que os comentaristas criticaram antes do jogo, foi para cima e contou com o ímpeto de jogadores como Giuliano e, expecialmente, Marquinhos. Foi o nome da noite. Não apenas pelo belo gol, mas pelas avançadas e assistências. O guri de 19 estava sendo preparado para entrar, mas não agora. Por força da necessidade, foi à campo e não comprometeu. Pelo contrário, foi ovacionado pelo mais de 30 mil colorados - entre eles, eu - que estavam no Beira-Rio. E muito mais gente jogou bem ontem. O trio à frente de Lauro foi perfeito, os alas Danilo e Keber cumpriram seu papeis e Magrão vou a ser o leão de antes. Desnecessário falar de Guiñazu.

Além da vitória maiúscula, gostei do tratamento dado a Fernandão. Ele entrou com o time do Goiás e, por consequência, foi vaiado. Depois, um coro puxou "uhuhu, terror, Fernandão é matador". Foi só isso. Afinal, o time do coração de todos os colorados é o Inter. O Fernandão deve ser venerado como ídolo do passado, como foram Falcão, Figueroa, Claudiomiro, Manga, Carpegianni, Valdomiro e outros. Tanto que, aos 12 minutos de jogo, a torcida vibrou quando o seu ídolo entrou forte em Magrão e foi expulso (foto acima). Na sua saída, aquele hite em sua homenagem foi cantado com mais força. Era ironia, e Fernandão saiu de cabeça baixa.
Gostei, tudo ficou no seu lugar.
domingo, 30 de agosto de 2009
Dia para curtir o inverno quente em Porto Alegre

Domingo, 30 de agosto de 2009. É inverno pelo calendário, mas no Parque da Redenção, em Porto Alegre, os termômetros marcam 28ºC. O veranico permite que eu e centenas de pessoas possamos usufruir do ambiente, que começa pela "lagarteada" das tartarugas que habitam o lago. Em grupo ou isoladas, elas saem da água e aproveitam o sol, como vocês podem ver nesta e nas demais fotos que cliquei.


A moça gaúcha, como denuncia a cuia à mão, se bronzeia em frente à fonte d´água. As outras garotas se esbaldam no banco, aproveitando o sol que permanecerá forte pelo menos até amanhã.


O "homem-orquestra" desfilou pelo parque com inúmeros instrumentos, arrecadando trocados das pessoas que paravam para apreciar o inusitado.

O andarilho encontra uma sombra para fazer algo que lhe vem à alma: a leitura de uma livro.
O tronco de uma árvore morta ou depredada serve de moldura para a beleza das árvores e flores à frente.
sábado, 29 de agosto de 2009
Manifestantes protestam contra programa da Globo que agride animais

É oportuna e necessária a manifestação da população contra programações midiáticas que julga inadequadas. Ontem, um grupo de pessoas que luta pelos direitos dos animais protestou contra o programa No Limite, em frente ao prédio da Rede Globo de Televisão, em São Paulo. O motivo: cenas onde os participantes do reality aparecem comendo animais vivos e matando bichos não agradaram aos manifestantes.
Não vejo o programa por considerá-lo um desperdício, mas fui motivado pelos protestos e espiei as cenas no You Tube. São deprimentes. Haverá ainda protestos no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no Rio Grande do Sul.
O grupo, que costuma organizar manifestações pela internet por intermédio do site Ativismo.com, ainda reclama do incentivo que a emissora dá a rodeios. Tem o meu apoio.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Um tiro, muitos gatilhos
Por Ayrton Centeno (retirado do blog RS Urgente)
O tiro que partiu da boca da espingarda 12 rumo ao corpo do sem terra Élton Brum da Silva foi disparado muito antes da manhã triste de inverno no coração da Campanha gaúcha. A bala começou a voar em tempos pretéritos, antes até do também triste governo de Yeda Crusius ser inaugurado com a governadora desfraldando invertida a bandeira do Rio Grande do Sul na sacada do Palácio Piratini. E o lema estampado no brasão “Liberdade, Igualdade, Humanidade”, que vai beber na fonte da Revolução Francesa e dos direitos fundamentais do homem, ficou de cabeça para baixo. Era um mau presságio.

Foto: Eduardo Seidl
O tiro com sua bala vem viajando, na verdade, desde décadas mas apressou-se nos últimos anos. Seu apetite tornou-se mais urgente. A nomeação de um militar com o perfil psicológico do coronel Paulo Roberto Mendes para o comando da Brigada Militar garantiu-lhe um impulso extra. Esta figura extemporânea aportou no governo – curiosamente de um partido que se diz social e democrata – um duplo ódio às manifestações da sociedade na democracia. Tudo bem, as palavras são, com freqüência, um biombo atrás do qual se perpetram os crimes mais hediondos contra o seu sentido original e a social-democracia em questão é somente uma alegoria no nosso carnaval político, a comissão de frente da direita no Brasil. Mas, convenhamos, seria uma demonstração de elegância protocolar que, ao menos, as aparências fossem mantidas. Nada disso. Sob a égide do PSDB, a bala passou a voar mais celeremente em busca do seu alimento.
O tiro aligeirou-se mas ainda zanzava a procura de seu alvo. Durante seu reinado, Mendes, o Bravo, destruiu acampamentos e seus soldados não menos bravamente despejaram terra nas panelas de comida que alimentariam homens, mulheres e crianças. Fez sangrar manifestantes, do campo e da cidade, até ser despachado para uma sinecura no Tribunal Militar do Estado, uma instituição fora de tempo e lugar, altamente merecedora do oficial de notável saber jurídico que passou a integrá-la.
O tiro que tanto espaço percorrera para saciar sua fome achou, enfim, seu repasto na dia 21 de agosto, ao se encontrar com Élton. Mendes partira mas outro coronel, Lauro Binsfield, ficou na linha de frente da repressão. Denunciado à Organização dos Estados Americanos (OEA) por violação dos direitos humanos, foi mantido, mesmo assim, à testa das operações de guerra da BM no campo.
O tiro, peculiarmente, não foi deflagrado por apenas uma arma. Ele cumpriu seu fado sinistro porque muitos dedos apertaram muitos gatilhos. É ilusório pensar que o disparo só pertence a quem apontou a espingarda para desferí-lo.
O tiro não surgiu necessariamente como tiro. Nasceu, por exemplo, do entendimento de que a questão social é um caso de polícia e assim tem que ser tratada. Nasceu de uma caneta correndo sua tinta sobre o decreto de uma nomeação.
O tiro também partiu dos microfones, dos teclados, dos teleprompters. Da voz do dono e dos aquários. Brotou de uma ação ou mesmo de uma omissão. Na mídia, são muitos os dedos e os gatilhos que foram apertados. Uma imprensa para a qual a democracia não fosse somente uma palavra-biombo questionaria, por exemplo, a entrega do bastão do aparelho repressor a alguém desprovido das mínimas condições para empunhá-lo. Em vez disso, o que se viu foi um constrangedor capachismo dedicado à criação de mitologias reacionárias para afagar os sentimentos mais mesquinhos da classe média. Mas há torpezas piores. O fuzilamento sumário do MST nas manchetes, matérias, fotos, editoriais, artigos construiu um rancor belicoso no imaginário social contra famílias que reivindicam um pedaço de terra. E ocultou que os países importantes do mundo realizaram sua reforma agrária ainda no século 19 ou nos meados do século passado, medida que as elites brasileiras, até recorrendo ao golpe como aconteceu em 1964, impediram desde sempre.
O tiro viajou como outros viajaram no passado. Um dos filmes mais odiosos jamais feitos, O Eterno Judeu, de Franz Hippler, estreou em 1940, em Berlim, perante uma platéia sofisticada: artistas, cientistas, damas da sociedade e a fina flor do partido nazista. Na montagem alternam-se as cenas dos judeus, mostrados como preguiçosos, sujos e indignos, com moscas numa parede. É preciso convencer as pessoas de que aquilo é uma praga e precisa ser exterminada – mais tarde, um pesticida, o Ziklon B, será empregado na solução final. A arte de Hippler prepara o holocausto. Alguém dirá: mas esta é uma comparação extremada, vivemos em uma democracia! Sim, é verdade, apesar do coronel Binsfield. Mas não se pretende aqui, supor equivalentes a época, as partes, o tamanho da violência. O interesse está no processo. Quando a intenção é destruir o adversário – e isto se faz de diversas formas, como ao superexpor seus erros e/ou sonegar suas virtudes, usando do poder devastador dos conglomerados de mídia — o modus operandi é similar., Se o objetivo final, conscientemente ou não, é negar a humanidade do outro, tudo é possível. Porque o outro, então, está fora da proteção do arcabouço jurídico. Não é gente. E o passo seguinte pode ser sua eliminação, física inclusive.
Outros tiros continuam viajando para encontrar suas presas. E muitos outros irão se juntar a eles. Aquele que se refestelou na carne e no sangue de Élton, 44 anos, dois filhos, deixou de viajar. Nas redações, muitas mãos têm resíduos de pólvora.
O tiro que partiu da boca da espingarda 12 rumo ao corpo do sem terra Élton Brum da Silva foi disparado muito antes da manhã triste de inverno no coração da Campanha gaúcha. A bala começou a voar em tempos pretéritos, antes até do também triste governo de Yeda Crusius ser inaugurado com a governadora desfraldando invertida a bandeira do Rio Grande do Sul na sacada do Palácio Piratini. E o lema estampado no brasão “Liberdade, Igualdade, Humanidade”, que vai beber na fonte da Revolução Francesa e dos direitos fundamentais do homem, ficou de cabeça para baixo. Era um mau presságio.

Foto: Eduardo Seidl
O tiro com sua bala vem viajando, na verdade, desde décadas mas apressou-se nos últimos anos. Seu apetite tornou-se mais urgente. A nomeação de um militar com o perfil psicológico do coronel Paulo Roberto Mendes para o comando da Brigada Militar garantiu-lhe um impulso extra. Esta figura extemporânea aportou no governo – curiosamente de um partido que se diz social e democrata – um duplo ódio às manifestações da sociedade na democracia. Tudo bem, as palavras são, com freqüência, um biombo atrás do qual se perpetram os crimes mais hediondos contra o seu sentido original e a social-democracia em questão é somente uma alegoria no nosso carnaval político, a comissão de frente da direita no Brasil. Mas, convenhamos, seria uma demonstração de elegância protocolar que, ao menos, as aparências fossem mantidas. Nada disso. Sob a égide do PSDB, a bala passou a voar mais celeremente em busca do seu alimento.
O tiro aligeirou-se mas ainda zanzava a procura de seu alvo. Durante seu reinado, Mendes, o Bravo, destruiu acampamentos e seus soldados não menos bravamente despejaram terra nas panelas de comida que alimentariam homens, mulheres e crianças. Fez sangrar manifestantes, do campo e da cidade, até ser despachado para uma sinecura no Tribunal Militar do Estado, uma instituição fora de tempo e lugar, altamente merecedora do oficial de notável saber jurídico que passou a integrá-la.
O tiro que tanto espaço percorrera para saciar sua fome achou, enfim, seu repasto na dia 21 de agosto, ao se encontrar com Élton. Mendes partira mas outro coronel, Lauro Binsfield, ficou na linha de frente da repressão. Denunciado à Organização dos Estados Americanos (OEA) por violação dos direitos humanos, foi mantido, mesmo assim, à testa das operações de guerra da BM no campo.
O tiro, peculiarmente, não foi deflagrado por apenas uma arma. Ele cumpriu seu fado sinistro porque muitos dedos apertaram muitos gatilhos. É ilusório pensar que o disparo só pertence a quem apontou a espingarda para desferí-lo.
O tiro não surgiu necessariamente como tiro. Nasceu, por exemplo, do entendimento de que a questão social é um caso de polícia e assim tem que ser tratada. Nasceu de uma caneta correndo sua tinta sobre o decreto de uma nomeação.
O tiro também partiu dos microfones, dos teclados, dos teleprompters. Da voz do dono e dos aquários. Brotou de uma ação ou mesmo de uma omissão. Na mídia, são muitos os dedos e os gatilhos que foram apertados. Uma imprensa para a qual a democracia não fosse somente uma palavra-biombo questionaria, por exemplo, a entrega do bastão do aparelho repressor a alguém desprovido das mínimas condições para empunhá-lo. Em vez disso, o que se viu foi um constrangedor capachismo dedicado à criação de mitologias reacionárias para afagar os sentimentos mais mesquinhos da classe média. Mas há torpezas piores. O fuzilamento sumário do MST nas manchetes, matérias, fotos, editoriais, artigos construiu um rancor belicoso no imaginário social contra famílias que reivindicam um pedaço de terra. E ocultou que os países importantes do mundo realizaram sua reforma agrária ainda no século 19 ou nos meados do século passado, medida que as elites brasileiras, até recorrendo ao golpe como aconteceu em 1964, impediram desde sempre.
O tiro viajou como outros viajaram no passado. Um dos filmes mais odiosos jamais feitos, O Eterno Judeu, de Franz Hippler, estreou em 1940, em Berlim, perante uma platéia sofisticada: artistas, cientistas, damas da sociedade e a fina flor do partido nazista. Na montagem alternam-se as cenas dos judeus, mostrados como preguiçosos, sujos e indignos, com moscas numa parede. É preciso convencer as pessoas de que aquilo é uma praga e precisa ser exterminada – mais tarde, um pesticida, o Ziklon B, será empregado na solução final. A arte de Hippler prepara o holocausto. Alguém dirá: mas esta é uma comparação extremada, vivemos em uma democracia! Sim, é verdade, apesar do coronel Binsfield. Mas não se pretende aqui, supor equivalentes a época, as partes, o tamanho da violência. O interesse está no processo. Quando a intenção é destruir o adversário – e isto se faz de diversas formas, como ao superexpor seus erros e/ou sonegar suas virtudes, usando do poder devastador dos conglomerados de mídia — o modus operandi é similar., Se o objetivo final, conscientemente ou não, é negar a humanidade do outro, tudo é possível. Porque o outro, então, está fora da proteção do arcabouço jurídico. Não é gente. E o passo seguinte pode ser sua eliminação, física inclusive.
Outros tiros continuam viajando para encontrar suas presas. E muitos outros irão se juntar a eles. Aquele que se refestelou na carne e no sangue de Élton, 44 anos, dois filhos, deixou de viajar. Nas redações, muitas mãos têm resíduos de pólvora.
Saber perdoar
1.Perdoar é saber curar-se sem quebrar, é ser suficientemente forte para suportar o peso do sofrimento e ter capacidade de recuperar. Aprende a perdoar!
2.A vida nunca é perfeita e muitas vezes é bastante injusta. Aprende a perdoar as falhas da vida que são inevitáveis.
3.Perdoa a ti próprio tudo aquilo que te arrependes de ter feito; por não teres conseguido aquilo que desejavas.
4.O perdão a ti próprio tonifica a tua alma, afastando para muito longe o fantasma da culpa e da vergonha. Depois de aprenderes a perdoar os próprios erros, nascerá em ti a capacidade de perdoar os outros.
5.Tens todo o direito de te sentires triste, ressentido e magoado, ao seres traído por alguém. Compreende, aceita e expressa os teus sentimentos. Verás que se os esconderes de ti mesmo eles acabarão por se manifestar noutro lugar e noutra altura.
6.Enfrenta aqueles que te magoam; diz-lhes tudo aquilo que sentes. Quando isso não for possível ou te fizer sofrer a ti mesmo ou a alguém, mesmo assim não deixes de tomar posição, ainda que seja só em pensamento.
7.Perdoar não significa pactuar com abusos futuros ou continuar uma relação destrutiva. Estabelece limites, determinado e mostrando claramente aos outros o que para ti é aceitável. Mostra que todos somos responsáveis pelas nossas acções.
8.A justiça pode melhorar o que está errado, mas o perdão cura a ferida. Tenta conseguir o perdão para além da justiça.
9.Por vezes as pessoas magoam-te porque, tal como tu, estão a aprender a crescer. Perdoa as suas imperfeições, a sua fraqueza humana.
10. Ao recusares perdoar os outros continuas a alimentar a mágoa existente dentro de ti. A tua falta de capacidade em perdoar fará com que te feches sobre ti mesmo. Em vez disso, procura abrir-te aos outros e verás que também em ti há um coração que sabe perdoar.
11. Tenta compreender a razão pela qual não foste capaz de perdoar. Se guardares dentro de ti todos esses fantasmas do passado, acabarás por desperdiçar a energia que poderias ter utilizado para valorizar o mais importante de tudo – a vida.
12. As vítimas são pessoas indefesas perante o ofensor. Se mostrares piedade perante aqueles que te ofendem verás como o jogo se inverte e passas tu a ter o controlo da situação. Perdoar também é ganhar.
13. Aprende a perdoar é sempre possível, mesmo em situações muito ofensivas, ou a alguém que julgues não merecer o teu perdão. Essa é a maior prova de bondade que o Criador depositou em ti, desde o primeiro momento do teu ser.
14. Perdoar é realmente o único remédio para a dor causada pelo comportamento de alguém. Só tu podes fazer a melhor escolha – saber perdoar.
15. Pensa no perdão como uma grandiosa capacidade de sobrevivência. Saber perdoar ajudar-te-á a encontrar um caminho alternativo a maldade, à falta de compreensão à mágoa, ao ressentimento e ao ódio.
16. Se tiveres dificuldade em perdoar os teus pais por algo de errado ou injusto que eles tenham feito, lembra-te de uma coisa: Aquilo que são hoje é, em boa parte, resultado da educação que tiveram por parte dos seus pais, que por sua vez também foram influenciados pelo modo como os seus pais os educaram, e assim sucessivamente...
17. Nunca penses em esquecer uma ofensa. Por vezes isso é completamente impossível – e em alguns momentos nem sequer o desejamos verdadeiramente. Portanto, procura continuar o teu caminho, transformando, aos poucos, em perdão, uma má recordação do passado.
18. Faz com que o teu perdão seja o catalizador de uma reacção em cadeia muito saudável. Perdoar “desinfecta” a ferida criada, permitindo a sua cura rapidamente. A energia que daí resulta é tão benefica que te ajudará a crescer.
19. Por mais amor que exista, numa relação há sempre momentos de sofrimento e tristeza. Mas todas as feridas de amor podem ser curadas com o simples perdão daqueles que se amam.
20. Não há ofensa nenhuma que seja imperdoável – a não ser que o teu coração decida que isso aconteça. Utiliza a tua força para nunca seres injusto, dando sempre mais uma oportunidade àqueles que te magoaram.
21. Quando sentires que é difícil perdoar, lembra-te de algum momento em que tu próprio quiseste ser perdoado por alguém. Dá aos outros tudo aquilo que desejas para ti.
22. Saber perdoar requer um treino muito intenso e bastante paciência. Começa por perdoar pequenos erros e depois vai progredindo, tentando perdoar outros um pouco maiores.
23. Saber perdoar requer uma aprendizagem que dura toda a vida. Vai perdoando sempre – mesmo os erros que outrora já tinhas perdoado.
24. O perdão pode parecer-te por vezes inútil, principalmente quando não consegues ver quaisqueres resultados. No entanto sarar as feridas e crescer em harmonia com os outros são coisas que, como o vinho, necessitam de algum tempo para amadurecer e ganhar força – e não como aquele puré de batata instantâneo. Dá tempo ao tempo para que o perdão se fortaleça no teu coração.
25. Se não deixares, ninguém consegue fazer-te sentir mal. És tu que tens de escolher entre guardar ressentimento e mágoa ou mostrar aos outros a razão por que erraram perdoando-lhes. Tens que ser tu o responsável pelos teus sentimentos. Mostra a todos como és forte.
26. Nunca conseguirás ensinar nada a ninguém se fores o primeiro a mostrar má vontade. Essa atitude só te fará mudar a ti mesmo – e para pior.
27. Pergunta a ti mesmo: quando digo que “não posso perdoar” é o mesmo que dizer que “nunca te perdoarei”? Quando reflectires, aceita toda a grandeza de Deus e deixa que o teu coração siga por esse caminho – o do amor.
28. É preciso muita coragem para conseguires perdoar. Mas, se procurares bem fundo dentro de ti vais ver que encontrarás toda a força de que necessitas para perdoar.
29. Se permitires, vais ver que perdoar abrir-te-à a porta da reconciliação. Aquele que hoje te magoa poderá um dia ser teu amigo.
30. Aceita a ideia de ser possível reconstruir uma relação. As ofensas do passado podem ser destruídas e enterradas definitivamente, e verás como, daquilo que parece um vazio pode nascer algo muito grande e melhor.
31. Nunca imponhas condições para perdoar alguém, pois caso contrário, a tua paz interior dependerá sempre da decisão, que a pessoa que te magoou possa tomar. Só tu podes escolher o melhor.
32. Quando alguém não te perdoa, não pagues com a mesma moeda. Com isso estarias a enredar-te nas mesmas correntes que o prendem. Liberta-te perdoa!
33. Para que te seja mais fácil perdoar o outro, imagina-o completamente envolto pela luz de Deus. Pensa como seria se tu próprio entrasses nessa luz e ambos pudessem sentir a presença reconciliadora de Deus.
34. Perdoa, mesmo que não te tenham pedido desculpa ou reparado o dano que causaram. Pois se o teu perdão depende de sentires que foi feita justiça, arriscares-te-ás a viver para sempre com o amargo sentimento de culpa devido a não teres deixado resolver o problema; ou a viver para sempre em função das acções dos outros.
35. Perdoar não é só um bem que podes fazer aos outros. É algo de muito bom para ti! Procura enriquecer-te com a dádiva que é saber perdoar os erros dos outros.
2.A vida nunca é perfeita e muitas vezes é bastante injusta. Aprende a perdoar as falhas da vida que são inevitáveis.
3.Perdoa a ti próprio tudo aquilo que te arrependes de ter feito; por não teres conseguido aquilo que desejavas.
4.O perdão a ti próprio tonifica a tua alma, afastando para muito longe o fantasma da culpa e da vergonha. Depois de aprenderes a perdoar os próprios erros, nascerá em ti a capacidade de perdoar os outros.
5.Tens todo o direito de te sentires triste, ressentido e magoado, ao seres traído por alguém. Compreende, aceita e expressa os teus sentimentos. Verás que se os esconderes de ti mesmo eles acabarão por se manifestar noutro lugar e noutra altura.
6.Enfrenta aqueles que te magoam; diz-lhes tudo aquilo que sentes. Quando isso não for possível ou te fizer sofrer a ti mesmo ou a alguém, mesmo assim não deixes de tomar posição, ainda que seja só em pensamento.
7.Perdoar não significa pactuar com abusos futuros ou continuar uma relação destrutiva. Estabelece limites, determinado e mostrando claramente aos outros o que para ti é aceitável. Mostra que todos somos responsáveis pelas nossas acções.
8.A justiça pode melhorar o que está errado, mas o perdão cura a ferida. Tenta conseguir o perdão para além da justiça.
9.Por vezes as pessoas magoam-te porque, tal como tu, estão a aprender a crescer. Perdoa as suas imperfeições, a sua fraqueza humana.
10. Ao recusares perdoar os outros continuas a alimentar a mágoa existente dentro de ti. A tua falta de capacidade em perdoar fará com que te feches sobre ti mesmo. Em vez disso, procura abrir-te aos outros e verás que também em ti há um coração que sabe perdoar.
11. Tenta compreender a razão pela qual não foste capaz de perdoar. Se guardares dentro de ti todos esses fantasmas do passado, acabarás por desperdiçar a energia que poderias ter utilizado para valorizar o mais importante de tudo – a vida.
12. As vítimas são pessoas indefesas perante o ofensor. Se mostrares piedade perante aqueles que te ofendem verás como o jogo se inverte e passas tu a ter o controlo da situação. Perdoar também é ganhar.
13. Aprende a perdoar é sempre possível, mesmo em situações muito ofensivas, ou a alguém que julgues não merecer o teu perdão. Essa é a maior prova de bondade que o Criador depositou em ti, desde o primeiro momento do teu ser.
14. Perdoar é realmente o único remédio para a dor causada pelo comportamento de alguém. Só tu podes fazer a melhor escolha – saber perdoar.
15. Pensa no perdão como uma grandiosa capacidade de sobrevivência. Saber perdoar ajudar-te-á a encontrar um caminho alternativo a maldade, à falta de compreensão à mágoa, ao ressentimento e ao ódio.
16. Se tiveres dificuldade em perdoar os teus pais por algo de errado ou injusto que eles tenham feito, lembra-te de uma coisa: Aquilo que são hoje é, em boa parte, resultado da educação que tiveram por parte dos seus pais, que por sua vez também foram influenciados pelo modo como os seus pais os educaram, e assim sucessivamente...
17. Nunca penses em esquecer uma ofensa. Por vezes isso é completamente impossível – e em alguns momentos nem sequer o desejamos verdadeiramente. Portanto, procura continuar o teu caminho, transformando, aos poucos, em perdão, uma má recordação do passado.
18. Faz com que o teu perdão seja o catalizador de uma reacção em cadeia muito saudável. Perdoar “desinfecta” a ferida criada, permitindo a sua cura rapidamente. A energia que daí resulta é tão benefica que te ajudará a crescer.
19. Por mais amor que exista, numa relação há sempre momentos de sofrimento e tristeza. Mas todas as feridas de amor podem ser curadas com o simples perdão daqueles que se amam.
20. Não há ofensa nenhuma que seja imperdoável – a não ser que o teu coração decida que isso aconteça. Utiliza a tua força para nunca seres injusto, dando sempre mais uma oportunidade àqueles que te magoaram.
21. Quando sentires que é difícil perdoar, lembra-te de algum momento em que tu próprio quiseste ser perdoado por alguém. Dá aos outros tudo aquilo que desejas para ti.
22. Saber perdoar requer um treino muito intenso e bastante paciência. Começa por perdoar pequenos erros e depois vai progredindo, tentando perdoar outros um pouco maiores.
23. Saber perdoar requer uma aprendizagem que dura toda a vida. Vai perdoando sempre – mesmo os erros que outrora já tinhas perdoado.
24. O perdão pode parecer-te por vezes inútil, principalmente quando não consegues ver quaisqueres resultados. No entanto sarar as feridas e crescer em harmonia com os outros são coisas que, como o vinho, necessitam de algum tempo para amadurecer e ganhar força – e não como aquele puré de batata instantâneo. Dá tempo ao tempo para que o perdão se fortaleça no teu coração.
25. Se não deixares, ninguém consegue fazer-te sentir mal. És tu que tens de escolher entre guardar ressentimento e mágoa ou mostrar aos outros a razão por que erraram perdoando-lhes. Tens que ser tu o responsável pelos teus sentimentos. Mostra a todos como és forte.
26. Nunca conseguirás ensinar nada a ninguém se fores o primeiro a mostrar má vontade. Essa atitude só te fará mudar a ti mesmo – e para pior.
27. Pergunta a ti mesmo: quando digo que “não posso perdoar” é o mesmo que dizer que “nunca te perdoarei”? Quando reflectires, aceita toda a grandeza de Deus e deixa que o teu coração siga por esse caminho – o do amor.
28. É preciso muita coragem para conseguires perdoar. Mas, se procurares bem fundo dentro de ti vais ver que encontrarás toda a força de que necessitas para perdoar.
29. Se permitires, vais ver que perdoar abrir-te-à a porta da reconciliação. Aquele que hoje te magoa poderá um dia ser teu amigo.
30. Aceita a ideia de ser possível reconstruir uma relação. As ofensas do passado podem ser destruídas e enterradas definitivamente, e verás como, daquilo que parece um vazio pode nascer algo muito grande e melhor.
31. Nunca imponhas condições para perdoar alguém, pois caso contrário, a tua paz interior dependerá sempre da decisão, que a pessoa que te magoou possa tomar. Só tu podes escolher o melhor.
32. Quando alguém não te perdoa, não pagues com a mesma moeda. Com isso estarias a enredar-te nas mesmas correntes que o prendem. Liberta-te perdoa!
33. Para que te seja mais fácil perdoar o outro, imagina-o completamente envolto pela luz de Deus. Pensa como seria se tu próprio entrasses nessa luz e ambos pudessem sentir a presença reconciliadora de Deus.
34. Perdoa, mesmo que não te tenham pedido desculpa ou reparado o dano que causaram. Pois se o teu perdão depende de sentires que foi feita justiça, arriscares-te-ás a viver para sempre com o amargo sentimento de culpa devido a não teres deixado resolver o problema; ou a viver para sempre em função das acções dos outros.
35. Perdoar não é só um bem que podes fazer aos outros. É algo de muito bom para ti! Procura enriquecer-te com a dádiva que é saber perdoar os erros dos outros.
Aposentados reagem
Ontem, postei um comentário com críticas ao acordo do governo federal e das centrais sindicais para reajuste das aposentadorias e para o fim (ilusório) do fator previdenciário. Pois hoje a Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap) reage, dizendo que considera pouco o reajuste proposto e apoia os projetos em tramitação no Congresso. É lamentável que parlamentares da base governistas tenham alijado a entidade dos aposentados da discussão e coloquem a decisão como fato consumado. Até o combativo senador Paulo Paim parece estar sendo convencido que é melhor uma migalha do que nada.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Aposentados: acordo é uma falácia
O dito acordo entre o governo federal, as centrais sindicais e as entidades dos aposentados é uma falácia. Troca-se seis por meia dúzia. Quem ganha mais de um salário mínimo, terá aumento real, mas não recomposição de perdas anteriores.
O pior é a questão do fator previdenciário, que deixará de existir. Mas, em seu lugar, entra a tal fórmula 85/95, que é pior ou igual ao fator. Ou seja, a partir do acordo e da votação no Congresso, só se aposenta com o valor integral a mulher que chegar a 85 na soma entre o tempo de serviço e a idade. Para o homens, este equação chega a 95. Ou seja, quem começou a trabalhar cedo - caso da população mais pobre - terá que labutar muito mais para equilibrar o novo ganho ao salário que tinha quando estava na ativa.
Pura enrolação, que os aposentados estão aceitando porque haverá uma pequena reposição no reajuste anual.
O pior é a questão do fator previdenciário, que deixará de existir. Mas, em seu lugar, entra a tal fórmula 85/95, que é pior ou igual ao fator. Ou seja, a partir do acordo e da votação no Congresso, só se aposenta com o valor integral a mulher que chegar a 85 na soma entre o tempo de serviço e a idade. Para o homens, este equação chega a 95. Ou seja, quem começou a trabalhar cedo - caso da população mais pobre - terá que labutar muito mais para equilibrar o novo ganho ao salário que tinha quando estava na ativa.
Pura enrolação, que os aposentados estão aceitando porque haverá uma pequena reposição no reajuste anual.
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