Quem tem memória e preza a história deve ler esta pequena carta enviada por uma das vítimas dos arranjos políticos durante a Segunda Guerra Mundial, envolvendo o presidente Getúlio Vargas e os nazistas.
Exmo. Sr. Presidente da República
Luiz Inácio Lula da Silva
Na qualidade de filha de Olga Benário Prestes, extraditada pelo Governo Vargas para a Alemanha nazista, para ser sacrificada numa câmera de gás, sinto-me no dever de subscrever a carta escrita pelo Sr. Carlos Lungarzo da Anistia Internacional (em anexo), na certeza de que seu compromisso com a defesa dos direitos humanos não permitirá que seja cometido pelo Brasil o crime de entregar Cesare Battisti a um destino semelhante ao vivido por minha mãe e minha família.
Atenciosamente,
Anita Leocádia Prestes
Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Não ao ato médico
Você sabia que os médicos querem subordinar todas as demais profissões da área da saúde ao comando médico? Querem transformar a saúde em uma mercadoria concentrada nas mãos unicamente de uma categoria profissional, como reserva de mercado, privando os usuários do acesso ao atendimento inerdisciplinar, atacando o Princípio do SUS, no que tange a Integralidade na Atenção em Saúde? Que se isso acontecer será mais um passo em favor da privatização da saúde e do desmonte do SUS e do aumento dos planos privados de saúde.
Se você acha que saúde não deve ser tratada como mercadoria "Diga Não ao Ato Médico"
Acesse o link abaixo e se posicione:
http://www.atomediconao.com.br
Se você acha que saúde não deve ser tratada como mercadoria "Diga Não ao Ato Médico"
Acesse o link abaixo e se posicione:
http://www.atomediconao.com.br
domingo, 15 de novembro de 2009
Neste Inter eu acredito
O Internacional que ganhou hoje por 3 a 1 do Santos, no Beira-Rio, é o time que eu queria ter visto em todo o campeonato. Muita garra, pegada e futebol de boa qualidade. O protesto da torcida Popular - permanecendo calada por 15 minutos - foi válido porque é quem paga os milionários salários destes jogadores.
A faixa aberta que dizia "Amor à camisa... que saudade!" já tinha sido exibida em outros jogos. A novidade foi uma em que a torcida protestava contra "mercenários" no clube, sem especificar se seriam jogadores ou dirigentes. Serve para alguns no clube, com certeza.
Acredito, Inter. Basta mostrar o mesmo empenho de hoje nos três jogos que faltam para encerrar o campeonato. Aí, estaremos na Libertadores 2010 e precisaremos reformular alguns conceitos, como vencer campeonatos no lugar de vencer jogadores. sábado, 14 de novembro de 2009
Se...
Quanto soube dos resultados de hoje - derrota do Atlético Mineiro e empate do Cruzeiro - fui verificar a tabela. Vibrei e gritei para o meu filho Marco: "Se ganharmos amanhã, ficaremos em quarto. Dá Libertadores." Ele colocou água gelada no meu otimismo tórrido: "O problema é o se... Nós temos que ganhar."
Ele tem razão. Em diversas ocasiões, o cavalo passou encilhado e o Internacional não aproveitou para montar e galopar. Será que acontecerá amanhã? Se...
Eu acredito, sou colorado, temos quatro jogos pela frente e poderemos driblar o pessimismo, acabando com este "se" chato. Matematicamente, até o título é possível.
Vamos, Inter!
Ele tem razão. Em diversas ocasiões, o cavalo passou encilhado e o Internacional não aproveitou para montar e galopar. Será que acontecerá amanhã? Se...
Eu acredito, sou colorado, temos quatro jogos pela frente e poderemos driblar o pessimismo, acabando com este "se" chato. Matematicamente, até o título é possível.
Vamos, Inter!
STF publica acórdão sobre o diploma, sob encomenda para os patrões. FENAJ prepara embargos na próxima semana
O Diário da Justiça do STF (Supremo Tribunal Federal) publicou nesta sexta-feira, (13/11), o acórdão do julgamento que extinguiu a obrigatoriedade da formação superior específica para o exercício do Jornalismo. A decisão do Supremo é de 17 de junho passado e deixou revoltados os jornalistas brasileiros e perplexa e apreensiva toda a sociedade. Na próxima segunda, o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Sérgio Murillo de Andrade, reúne-se, em São Paulo, com o advogado João Roberto Pizza Fontes para discutir a possibilidade de apresentar embargos declaratórios sobre a decisão do STF. Na interpretação do presidente da FENAJ o texto saiu sob encomenda dos patrões. “É um escândalo que o acórdão declare a inconstitucionalidade de um conselho ou uma ordem profissional que não estava sob julgamento”, declarou. Para ele, a regulamentação continua em vigor e a necessidade do registro também. “Em que pese as manifestações públicas de ministro Gilmar Mendes contra a profissão, vamos seguir lutando no Congresso Nacional para restabelecer a exigência do diploma”, disse Murillo. Com a publicação do acórdão, a Federação vai solicitar uma audiência com o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, para discutir como serão os procedimentos de registro de jornalista que o Ministério irá adotar.
Silêncio para exigir garra e futebol do time milionário do Inter
Principal torcida organizada do Inter - Guarda Popular - finalmente reage à inércia da direção. Em vez de ficarem pulando, seus integrantes prometem o silêncio no jogo contra o Santos. O protesto ficará com os demais torcedores, inclusive eu, que estarei no Beira-Rio amanhã exigindo garra e futebol de um time milionário. Leiam o panfleto que está sendo distribuído:

Com diploma e sem violência
Tivemos uma primeira vitória com a aprovação da PEC dos Jornalistas na Câmara Federal. A luta continua no Senado...
Mas existe uma outra batalha que devemos travar todos os dias e é motivo de campanha da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). Observe o cartaz e veja se tu não és vítima de uma das tantas violências existentes hoje nas redações e em assessorias de imprensa. No mínimo, já presenciaste algum destes desrespeitos relatados no cartaz. Fique de olho!
Mas existe uma outra batalha que devemos travar todos os dias e é motivo de campanha da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). Observe o cartaz e veja se tu não és vítima de uma das tantas violências existentes hoje nas redações e em assessorias de imprensa. No mínimo, já presenciaste algum destes desrespeitos relatados no cartaz. Fique de olho!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A vitória da PEC dos Jornalistas é de todos
Colegas e amigos jornalistas, a vitória de ontem na CCJ da Câmara Federal, com a aprovação da PEC dos Jornalistas, é de todos nós. Mesmo daquele que escreveu uma única linha deste o fátidico dia 17 de junho.
A luta continua porque agora a batalha segue no Senado. Aos poucos, como um trabalho de formiguinha, vamos ganhando espaço para a batalha final, que esperamos vitoriosa. Quem sabe possamos escrever mais uma linha para engrossar a fileira.
A luta continua porque agora a batalha segue no Senado. Aos poucos, como um trabalho de formiguinha, vamos ganhando espaço para a batalha final, que esperamos vitoriosa. Quem sabe possamos escrever mais uma linha para engrossar a fileira.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Perguntar não ofende
A grande mídia vai noticiar a aprovação da PEC dos Jornalistas pela CCJ da Câmara Federal hoje como fez com o voto do Gilmar Mendes e suas ovelhinhas no STF no dia 17 de junho?
Vitória dos jornalistas. PEC é aprovada na CCJ da Câmara Federal
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou hoje pela manhã (11/11) a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 386/09, conhecida como PEC dos Jornalistas.
A votação se deu por orientação de bancada. Assim, não foi necessária votação nominal. O único partido que se posicionou contrário à aprovação foi o PSDB. O próximo passo será o encaminhamento da proposta para uma Comissão especial, que será criada na Câmara com o objetivo de discuti-la. Em seguida, a PEC será votada no Plenário da Câmara, onde precisará da aprovação de 3/5 dos deputados em votação de dois turnos.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), autor da PEC, considera que a apreciação da matéria pelo plenário da Câmara ocorrerá ainda neste semestre. Isso porque o presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB/SP) se comprometeu a criar a Comissão especial assim que a mesma fosse aprovada pela CCJ.
A votação se deu por orientação de bancada. Assim, não foi necessária votação nominal. O único partido que se posicionou contrário à aprovação foi o PSDB. O próximo passo será o encaminhamento da proposta para uma Comissão especial, que será criada na Câmara com o objetivo de discuti-la. Em seguida, a PEC será votada no Plenário da Câmara, onde precisará da aprovação de 3/5 dos deputados em votação de dois turnos.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), autor da PEC, considera que a apreciação da matéria pelo plenário da Câmara ocorrerá ainda neste semestre. Isso porque o presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB/SP) se comprometeu a criar a Comissão especial assim que a mesma fosse aprovada pela CCJ.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A natureza se rebela
Ijuí, na Região das Missões do RS, 8h15min de terça-feira, 10 de novembro. O céu escurece, a ventania é imponente e a chuva forte.
Captei esta foto do Centro da cidade na janela do apartamento que ocupei no quinto andar do Hotel Iru.Pela aprovação da PEC dos Jornalistas na quarta-feira
No auditório do Centro Acadêmico da Unijuí, em Ijuí, na segunda-feira (9 de novembro), convoquei como segundo vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais/RS os estudantes de Jornalismo a participarem da luta em defesa da PEC dos Jornalistas. A votação está marcada para esta quarta (11 de novembro), às 10h, na Comissão de Consituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal.
O deputado Paulo Pimenta (PT/RS), autor da PEC dos Jornalistas, incansável na obtenção das assinaturas para encaminhamento da proposta, mostrou como a categoria poderá recuperar o diploma para o exercício da profissão via Legislativo.
Estudantes de Jornalismo, professores e profissionais acompanharam com atenção a palestra sobre a PEC dos Jornalistas e prometeram se integrar à luta.
Favorável e contra o diploma
Recebi em uma das comunidades que gerencio no Orkut - Abaixo Jornalista sem Diploma - a postagem de um internauta contrário à nossa proposta. Já respondi lá.
E reproduzo aqui, apresentando a minha defesa a seguir:
Fulano de tal
Gostaria de saber se essa comunidade aceita debater a questão sobre o diploma, ou, como em outra comunidade que defende a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, expulsa quem mostrar opinião contrária e apaga suas mensagens.
Eu, particularmente, achei essa atitude ditatorial e vergonhosa para uma profissão que defende a liberdade de expressão e, no passado, tanto sofreu com a ditadura.
Acho que há dois caminhos de se conseguir a anulação da lei: uma eu considero legítima, outra não.
O primeiro caminho, infelizmente tão adotado hoje em dia, é pela força bruta, independente da opinião da maioria. Isto é, o grupo que defende a obrigatoriedade, mesmo sem tentar convencer os outros de que a não-obrigatoriedade é ruim para o país, e mesmo sem abrir espaço para o debate, fazem manifestações violentas (que, em geral, incitam a resposta violenta da polícia) e abaixo-assinados com uma lista (proporcionalmente) muito pequena. No fim, ganha quem grita mais alto e briga mais.
Ao meu ver, usar-se de força bruta para impor seu ponto de vista, mesmo que esse não condiga com o da maioria, reprimindo qualquer opinião contrária, é praticamente a definição de ditadura.
O segundo caminho, que eu considero mais democrático e digno de um jornalista, é, através do debate e da divulgação de idéias, tentar convencer o máximo possível de pessoas de que a causa para a qual lutam (no caso, o diploma) é justa, ganhando força para pressionar o governo para voltar atrás na lei.
Todavia, se vocês escolherem a segunda opção, que eu acho mais sensata, voces devem ouvir opiniões contrárias, e tentar confrentá-las. Isso só iria fortalecer seus argumentos e ajudar voces a alcançar seus objetivos. Além disso, como pessoas sensatas, e não fanáticas, voces tem que admitir, ao menos, a remota possibilidade de estarem errados quanto à opinião de voces. Senão, bom, pelo menos vocês encontrarão contra-argumentos para os que defendem o fim da obrigatoriedade do diploma.
E então, o que voces me dizem? Aceitam uma atitude democrática?
Minha resposta
Didatores são a mídia e seus prepostos
Sempre fomos democráticos e debatemos nossas ideias. Quem não faz isso são as nove famílias que comandam 45% da mídia no país e ditam tudo, inclusive, o voto do presidente do STF, Gilmar Mendes. Aquilo que aconteceu no dia 17 de junho foi escrito por advogados da ANJ. Agora, começam a exercer igual pressão - econômica - sobre a Câmara Federal, que discute a PEC dos Jornalistas. Pior: criam seus prepostos nas redações. Estes passam a transmitir as ideias dos donos. O medo é de perder o espaço nas redações. Não aceitam discutir, por exemplo, que a linha da ANJ e do STF é esdrúxula: não podemos discutir formação profissional com liberdade de expressão.
E reproduzo aqui, apresentando a minha defesa a seguir:
Fulano de tal
Gostaria de saber se essa comunidade aceita debater a questão sobre o diploma, ou, como em outra comunidade que defende a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, expulsa quem mostrar opinião contrária e apaga suas mensagens.
Eu, particularmente, achei essa atitude ditatorial e vergonhosa para uma profissão que defende a liberdade de expressão e, no passado, tanto sofreu com a ditadura.
Acho que há dois caminhos de se conseguir a anulação da lei: uma eu considero legítima, outra não.
O primeiro caminho, infelizmente tão adotado hoje em dia, é pela força bruta, independente da opinião da maioria. Isto é, o grupo que defende a obrigatoriedade, mesmo sem tentar convencer os outros de que a não-obrigatoriedade é ruim para o país, e mesmo sem abrir espaço para o debate, fazem manifestações violentas (que, em geral, incitam a resposta violenta da polícia) e abaixo-assinados com uma lista (proporcionalmente) muito pequena. No fim, ganha quem grita mais alto e briga mais.
Ao meu ver, usar-se de força bruta para impor seu ponto de vista, mesmo que esse não condiga com o da maioria, reprimindo qualquer opinião contrária, é praticamente a definição de ditadura.
O segundo caminho, que eu considero mais democrático e digno de um jornalista, é, através do debate e da divulgação de idéias, tentar convencer o máximo possível de pessoas de que a causa para a qual lutam (no caso, o diploma) é justa, ganhando força para pressionar o governo para voltar atrás na lei.
Todavia, se vocês escolherem a segunda opção, que eu acho mais sensata, voces devem ouvir opiniões contrárias, e tentar confrentá-las. Isso só iria fortalecer seus argumentos e ajudar voces a alcançar seus objetivos. Além disso, como pessoas sensatas, e não fanáticas, voces tem que admitir, ao menos, a remota possibilidade de estarem errados quanto à opinião de voces. Senão, bom, pelo menos vocês encontrarão contra-argumentos para os que defendem o fim da obrigatoriedade do diploma.
E então, o que voces me dizem? Aceitam uma atitude democrática?
Minha resposta
Didatores são a mídia e seus prepostos
Sempre fomos democráticos e debatemos nossas ideias. Quem não faz isso são as nove famílias que comandam 45% da mídia no país e ditam tudo, inclusive, o voto do presidente do STF, Gilmar Mendes. Aquilo que aconteceu no dia 17 de junho foi escrito por advogados da ANJ. Agora, começam a exercer igual pressão - econômica - sobre a Câmara Federal, que discute a PEC dos Jornalistas. Pior: criam seus prepostos nas redações. Estes passam a transmitir as ideias dos donos. O medo é de perder o espaço nas redações. Não aceitam discutir, por exemplo, que a linha da ANJ e do STF é esdrúxula: não podemos discutir formação profissional com liberdade de expressão.
Parabéns, meu filho
Eu ainda te chamo de filhote e tenho contigo alguma peleias brabas. Faz parte da convivência de duas pessoas com convicção. Mas tu, Marco, sabes o quanto te amo e como me orgulho de tua trajetória de vida, que será longa.
Neste 10 de novembro estás fazendo 23 anos. Mereces muitos parabéns pelo que já fizeste e que ainda farás. Muitas felicidades, paz, saúde, amor e conquistas profissionais, meu filho querido.
Neste 10 de novembro estás fazendo 23 anos. Mereces muitos parabéns pelo que já fizeste e que ainda farás. Muitas felicidades, paz, saúde, amor e conquistas profissionais, meu filho querido.
domingo, 8 de novembro de 2009
Até 2010, Internacional
O Internacional concluiu hoje a sua participação no campeonato brasileiro, onde almejava o tetracampeonato.
Não foi apenas o empate com o "poderoso" Barueri, com direito a mais um frango do goleiro Lauro, que alija o colorado do Brasileirão.
O que colocou o glorioso clube centenário na atual situação foi a sua pífia participação no segundo turno da competição, fruto de uma conjunção de fatores, que começam por erros de uma direção arrogante e cujo objetivo único foi o lucro.
Não pensaram na conquista do campeonato, mas no aumento do fluxo de caixa, garantido com a venda de jogadores importantes em meio ao campeonato, sem a devida reposição.
Torço, como colorado e associado, que os erros não sejam repetidos em 2010.
Não foi apenas o empate com o "poderoso" Barueri, com direito a mais um frango do goleiro Lauro, que alija o colorado do Brasileirão.
O que colocou o glorioso clube centenário na atual situação foi a sua pífia participação no segundo turno da competição, fruto de uma conjunção de fatores, que começam por erros de uma direção arrogante e cujo objetivo único foi o lucro.
Não pensaram na conquista do campeonato, mas no aumento do fluxo de caixa, garantido com a venda de jogadores importantes em meio ao campeonato, sem a devida reposição.
Torço, como colorado e associado, que os erros não sejam repetidos em 2010.
O lorde, o dândi e o analfabeto
Belo artigo, que vale a pena ler e reler, publicado no blog Pátria Latina, uma voz a serviço da integração dos povos:
http://www.patrialatina.com.br/editoriais
Fernando Henrique Cardoso, com seu jeitão de lorde, é tido e havido como um dos principais intelectuais brasileiros, suprassumo do conhecimento acadêmico, farol a iluminar a obscura vida brasileira. Exibe títulos de doutor honoris causa concedidos por universidades mundo afora, numa profusão de diplomas utilíssimos para decorar paredes. Uma pessoa sem a qual, possivelmente, a terra não giraria em torno dele, perdão, do Sol.
Semana decisiva para a PEC dos Jornalistas
Jornalistas, estudantes, professores de Jornalismo e todos os cidadãos defensores da informação qualificada, esta é a semana decisiva para a PEC dos Jornalistas. A proposta, apresentada pelo colega e deputado Paulo Pimenta (PT-RS), deverá ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal na quarta-feira, dia 11. Se a emenda passar, teremos dado uma grande passo em direção ao plenário, que poderemos restituir a obrigatoriedade do diploma para exercício do Jornalismo, caçado em 17 de junho de 2009 pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
É hora de cobrarmos posição dos deputados que elegemos e fazem parte da comissão. Já foram enviadas as listas do endereço de cada um. Isso é importante porque o empresariado, que se mantinha calado, resolveu sair da toca nas últimas semanas, publicando editoriais em jornais e tendo apoio ostensivo de alguns parlamentares na CCJ. Se eles agem assim, nós devemos mostrar o nosso espírito de luta enviando e-mail pedindo apoio para os deputados. Essa é a nossa parte!
sábado, 7 de novembro de 2009
Versão dos Jornalistas saiu do forno
Saiu o Versão dos Jornalistas, jornal do sindicato gaúcho.
Temos notícias importantes, como a PEC dos Jornalistas (que poderá ser votada na quarta-feira), os debates da Confecom e uma campanha para acabar com a violência no trabalho jornalístico. Produzimos ainda um vasto material sobre os jornalistas escritores que estão autografando ou vendendo uma obra em alguma banca da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre.
Leia e mande comentários.
Temos notícias importantes, como a PEC dos Jornalistas (que poderá ser votada na quarta-feira), os debates da Confecom e uma campanha para acabar com a violência no trabalho jornalístico. Produzimos ainda um vasto material sobre os jornalistas escritores que estão autografando ou vendendo uma obra em alguma banca da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre.
Leia e mande comentários.
PEC dos Jornalistas será debatida em Ijuí
Estou indo a Ijuí, na região das Missões gaúcha, onde na segunda-feira dividirei palestra com o deputado Paulo Pimenta, autor da PEC dos Jornalistas. Todos da região estão convidados a comparecer no auditório do sede acadêmica na Unijuí.
Trata-se de uma semana importante, quando a PEC dos Jornalistas certamente será votada na quarta-feira. Portanto, aplausos para o deputado Pimenta, que está lá em Brasília e cá nos pampas defendendo a profissão de jornalista, dele e nossa.
Trata-se de uma semana importante, quando a PEC dos Jornalistas certamente será votada na quarta-feira. Portanto, aplausos para o deputado Pimenta, que está lá em Brasília e cá nos pampas defendendo a profissão de jornalista, dele e nossa.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O Internacional me deixa paralisado
Não gostaria de escrever nada sobre a partida Internacional x Botafogo, que assisti ontem no Beira-Rio. Fiquei paralisado, sem reação. Da mesma forma que o time colorado agiu em campo depois de levar um gol do time carioca no início do jogo. Não tem alma, falta-lhe vontade e raça. O Inter vive de toquinhos laterais, chutões para o ataque e cruzamentos infrutíferos que consagram os zagueiros e o goleiro adversários.
Não sou de entregar a rapadura antes da festa acabar, mas desta vez tenho convicção de que este time do Inter não chegará a lugar algum. Aliás, não dá para culpar apenas os jogadores e o técnico, um vesgo que já confessou estar saturado com o futebol. Culpo, especialmente, a direção. Esta é a principal responsável pela perda do título do Brasileirão no ano do Centenário. O presidente gritava nos microfones, ao final do Gauchão, que o colorado ganharia tudo no ano em que completa cem anos. Venceu o mais fácil, o título doméstico, contra adversários pífios.
A culpa da direção está na sua visão mercantilista, ou seja, vende jogadores imprenscindíveis, como Alex e Nilmar, para encher os cofres do clube. Para ostentar o título de clube superavitário. Eu quero o título dentro do campo, no futebol das quatro linhas. Sou um dos 100 mil associados deste grande clube, que não merece o momento que está vivendo. Estou paralisado, como o time.
Não sou de entregar a rapadura antes da festa acabar, mas desta vez tenho convicção de que este time do Inter não chegará a lugar algum. Aliás, não dá para culpar apenas os jogadores e o técnico, um vesgo que já confessou estar saturado com o futebol. Culpo, especialmente, a direção. Esta é a principal responsável pela perda do título do Brasileirão no ano do Centenário. O presidente gritava nos microfones, ao final do Gauchão, que o colorado ganharia tudo no ano em que completa cem anos. Venceu o mais fácil, o título doméstico, contra adversários pífios.
A culpa da direção está na sua visão mercantilista, ou seja, vende jogadores imprenscindíveis, como Alex e Nilmar, para encher os cofres do clube. Para ostentar o título de clube superavitário. Eu quero o título dentro do campo, no futebol das quatro linhas. Sou um dos 100 mil associados deste grande clube, que não merece o momento que está vivendo. Estou paralisado, como o time.
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