Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
E aí está o logotipo da Copa de 2014, no Brasil
Gostei do logotipo apresentado hoje para a Copa do Mundo 2014, no Brasil.
Faltam os estádios, a infraestrutura e um time...
Mas o importante é que uma das sedes será no Beira-Rio, do meu Sport Club Internacional.
Dez mulheres são mortas por dia no Brasil, aponta estudo
Homens e mulheres devem unir-se para acabar com esta estatística: em dez anos, dez mulheres foram assassinadas por dia no Brasil. Trata-se de uma covardia praticada em nome de um pretenso machismo.
Observemos os demais números. Entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres morreram vítimas de homicídio - índice de 4,2 assassinadas por 100 mil habitantes. Elas morrem em número e proporção bem mais baixos do que os homens (92% das vítimas), mas o nível de assassinato feminino no Brasil fica acima do padrão internacional. O índice se mantém em patamares quase constantes nos últimos anos, apesar de registrar ligeira queda - era 4.022 em 2006 e baixou para 3.772 em 2007.
Os resultados são um apêndice, ainda inédito, do estudo Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Zangari, com base no banco de dados do Sistema Único de Saúde (Datasus). Os números mostram que as taxas de assassinatos femininos no Brasil são mais altas do que as da maioria dos países europeus, cujos índices não ultrapassam 0,5 caso por 100 mil habitantes, mas ficam abaixo de nações que lideram a lista, como África do Sul (25 por 100 mil habitantes) e Colômbia (7,8 por 100 mil).
Observemos os demais números. Entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres morreram vítimas de homicídio - índice de 4,2 assassinadas por 100 mil habitantes. Elas morrem em número e proporção bem mais baixos do que os homens (92% das vítimas), mas o nível de assassinato feminino no Brasil fica acima do padrão internacional. O índice se mantém em patamares quase constantes nos últimos anos, apesar de registrar ligeira queda - era 4.022 em 2006 e baixou para 3.772 em 2007.
Os resultados são um apêndice, ainda inédito, do estudo Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Zangari, com base no banco de dados do Sistema Único de Saúde (Datasus). Os números mostram que as taxas de assassinatos femininos no Brasil são mais altas do que as da maioria dos países europeus, cujos índices não ultrapassam 0,5 caso por 100 mil habitantes, mas ficam abaixo de nações que lideram a lista, como África do Sul (25 por 100 mil habitantes) e Colômbia (7,8 por 100 mil).
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Amar
Se todo alguém que ama, ama pra ser correspondido...
Se todo alguém que amo..
É como amar a lua inacessível...
É que eu não amo ninguém, não amo ninguém!
Eu não amo ninguém, parece incrível
E é só amor que eu respiro...
Se todo alguém que amo..
É como amar a lua inacessível...
É que eu não amo ninguém, não amo ninguém!
Eu não amo ninguém, parece incrível
E é só amor que eu respiro...
Cazuza
A força de minha raiz
Podem podar meu caule, minhas folhas, frutos e flores, mas não conseguem arrancar minha raiz.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O sonho acabou
Correto e oportuno o artigo do colega Mário Augusto Jakobskind, no site Direto de Redação. Reproduzo abaixo por concordar totalmente e saber que grande parcela dos leitores deste blog também. Temos que mexer na ferida para debelá-la completamente. Caso contrário, as negociatas do ditator Ricardo Teixeira continuarão na CBF.
No futebol, o sonho do hexa acabou. Mas quase alguns minutos depois, o mercado, leia-se a Brahma, patrocinadora da seleção brasileira, determinou que não deu desta vez, o negócio agora é 2014. Podem imaginar o que vem por aí em matéria de negócios futebolísticos?
Como não poderia deixar de ser, a “agredida” TV Globo, via Galvão, não perdoou Dunga pela derrota mortal para a Holanda. O treinador volta para casa e antes de qualquer coisa já avisou que o seu contrato era de quatro anos. Mesmo se o Brasil ganhasse o seu destino na CBF estava selado, porque quem “atrapalha” os negócios, ainda mais envolvendo a Globo, não tem vez na seleção do Teixeira (Ricardo), ou melhor, brasileira.
A imprensa saudou o fim da Era Dunga, mas não se atreveu a pedir o fim da Era Ricardo Teixeira, na prática o proprietário da CBF, que sai ano entra ano está sempre no comando de tudo que diz respeito ao futebol brasileiro e aos negócios dele advindos.O cidadão acima de qualquer suspeita nunca é cobrado pelos eventuais desempenhos medíocres da seleção. Dunga só existiu porque Teixeira quis, mas ninguém cobrou do big-shot da CBF a mediocridade.
Mas é isso aí, o mundo não acabou por causa de uma desclassificação da seleção brasileira. Futebol é assim mesmo. O Uruguai, depois de 40 anos, voltou ao primeiro escalão do futebol mundial. Joga com a Holanda nesta terça-feira, numa parada dura de roer, sendo a camisa laranja franca favorita, mas futebol é futebol.
Depois de esfriada a cabeça pela derrota com a Holanda, neste país continente a campanha presidencial vai mesmo começar a esquentar. Nos 45 minutos do segundo tempo para a escolha de quem preencheria a chapa tucana-demo-pepesista(PPS) e petebista (PTB do Jeferson), o candidato da direita brasileira, José Serra, encontrou um vice, o emergente da Barra, Índio da Costa. Esse cria político de Cesar Maia, o tal ex-prefeito do Rio que na sua última administração abandonou a cidade para se dedicar integralmente ao seu blog, foi possivelmente indicado pelo filho do padrinho político, de nome Rodrigo Maia.
E assim o Partido Democratas (Demo), o ex-Partido da Frente Liberal, conseguiu emplacar o vice de linha tão ou mais conservadora que o patrono Maia. Índio da Costa é acusado pela vereadora do PSDB carioca Andréia Gouvêia de falcatrua com merenda escolar quando secretário de Administração na gestão do padrinho Cesar Maia. Ela até pediu licença do seu partido.
O jogo vai ser bruto, ou seja, a direita vai fazer o possível e o impossível para evitar que a candidata de Lula, Dilma Roussef, chegue lá. Serra tenta se apresentar como o “mais experiente para governar o país”, mas tentará evitar associações com outros políticos da América Latina, entre os quais o recém eleito Juan Manuel Santos, sucessor da Álvaro Uribe. O novo presidente colombiano, por sinal, está convocando Tony Blair, o “cachorrinho” de George Bush, para ajudar a incrementar o que ele e alguns analistas denominam de Terceira Via, que na verdade não passa de uma marca de fantasia do esquema neoliberal inaugurado na Grã-Bretanha pela então primeira-ministra britânica Margareth Thatcher.
No mesmo time de Santos, e de Serra, encontra-se o menos conhecido presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, que no último dia 1 de julho completou um ano de governo. O dirigente panamenho, também aliado de Washington, em 365 dias incrementou uma reforma do Código de Trabalho, totalmente inconstitucional, segundo analistas, que na prática acabou com o direito de greve dos trabalhadores. Como se não bastasse, Martinelli aprovou uma reforma fiscal que entrando em vigência acarretará um aumento de 40% nos impostos dos setores mais pobres da população. O imposto do consumo sobe de 5 para 7% para todos os produtos e serviços, sem incluir os alimentos.
Martinelli, como alguns candidatos a governos de Estado no Brasil, que prometeram acabar com a violência em seis meses, entre os quais o hoje diretor da Caixa Econômica, Moreira Franco, não cumpriu com a palavra, muito pelo contrário, pois em um ano o Panamá viu aumentar inclusive o tráfico de drogas e outras manifestações de violência.
No Chile, o atual presidente Sebastián Piñera segue pelo mesmo caminho que o colombiano Santos e o panamenho Martinelli, enquanto em Honduras, o presidente Porfírio Lobo, que venceu uma eleição fajuta depois da derrubada de Manuel Zelaya, não deteve a repressão que se abate sobre o movimento popular do país, que já resultou em centenas de mortes.
Neste período pós-Copa e no momento em que a campanha eleitoral se intensifica, os eleitores brasileiros precisam ser informados sobre o que acontece neste continente e com isso ter mais elementos para poder fazer a opção por seus candidatos. Como, segundo indicam as pesquisas, a maioria absoluta não quer correr o risco de retrocessos como o que acontece nos países mencionados, a informação nesse contexto é artigo de primeira necessidade.
No futebol, o sonho do hexa acabou. Mas quase alguns minutos depois, o mercado, leia-se a Brahma, patrocinadora da seleção brasileira, determinou que não deu desta vez, o negócio agora é 2014. Podem imaginar o que vem por aí em matéria de negócios futebolísticos?
Como não poderia deixar de ser, a “agredida” TV Globo, via Galvão, não perdoou Dunga pela derrota mortal para a Holanda. O treinador volta para casa e antes de qualquer coisa já avisou que o seu contrato era de quatro anos. Mesmo se o Brasil ganhasse o seu destino na CBF estava selado, porque quem “atrapalha” os negócios, ainda mais envolvendo a Globo, não tem vez na seleção do Teixeira (Ricardo), ou melhor, brasileira.
A imprensa saudou o fim da Era Dunga, mas não se atreveu a pedir o fim da Era Ricardo Teixeira, na prática o proprietário da CBF, que sai ano entra ano está sempre no comando de tudo que diz respeito ao futebol brasileiro e aos negócios dele advindos.O cidadão acima de qualquer suspeita nunca é cobrado pelos eventuais desempenhos medíocres da seleção. Dunga só existiu porque Teixeira quis, mas ninguém cobrou do big-shot da CBF a mediocridade.
Mas é isso aí, o mundo não acabou por causa de uma desclassificação da seleção brasileira. Futebol é assim mesmo. O Uruguai, depois de 40 anos, voltou ao primeiro escalão do futebol mundial. Joga com a Holanda nesta terça-feira, numa parada dura de roer, sendo a camisa laranja franca favorita, mas futebol é futebol.
Depois de esfriada a cabeça pela derrota com a Holanda, neste país continente a campanha presidencial vai mesmo começar a esquentar. Nos 45 minutos do segundo tempo para a escolha de quem preencheria a chapa tucana-demo-pepesista(PPS) e petebista (PTB do Jeferson), o candidato da direita brasileira, José Serra, encontrou um vice, o emergente da Barra, Índio da Costa. Esse cria político de Cesar Maia, o tal ex-prefeito do Rio que na sua última administração abandonou a cidade para se dedicar integralmente ao seu blog, foi possivelmente indicado pelo filho do padrinho político, de nome Rodrigo Maia.
E assim o Partido Democratas (Demo), o ex-Partido da Frente Liberal, conseguiu emplacar o vice de linha tão ou mais conservadora que o patrono Maia. Índio da Costa é acusado pela vereadora do PSDB carioca Andréia Gouvêia de falcatrua com merenda escolar quando secretário de Administração na gestão do padrinho Cesar Maia. Ela até pediu licença do seu partido.
O jogo vai ser bruto, ou seja, a direita vai fazer o possível e o impossível para evitar que a candidata de Lula, Dilma Roussef, chegue lá. Serra tenta se apresentar como o “mais experiente para governar o país”, mas tentará evitar associações com outros políticos da América Latina, entre os quais o recém eleito Juan Manuel Santos, sucessor da Álvaro Uribe. O novo presidente colombiano, por sinal, está convocando Tony Blair, o “cachorrinho” de George Bush, para ajudar a incrementar o que ele e alguns analistas denominam de Terceira Via, que na verdade não passa de uma marca de fantasia do esquema neoliberal inaugurado na Grã-Bretanha pela então primeira-ministra britânica Margareth Thatcher.
No mesmo time de Santos, e de Serra, encontra-se o menos conhecido presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, que no último dia 1 de julho completou um ano de governo. O dirigente panamenho, também aliado de Washington, em 365 dias incrementou uma reforma do Código de Trabalho, totalmente inconstitucional, segundo analistas, que na prática acabou com o direito de greve dos trabalhadores. Como se não bastasse, Martinelli aprovou uma reforma fiscal que entrando em vigência acarretará um aumento de 40% nos impostos dos setores mais pobres da população. O imposto do consumo sobe de 5 para 7% para todos os produtos e serviços, sem incluir os alimentos.
Martinelli, como alguns candidatos a governos de Estado no Brasil, que prometeram acabar com a violência em seis meses, entre os quais o hoje diretor da Caixa Econômica, Moreira Franco, não cumpriu com a palavra, muito pelo contrário, pois em um ano o Panamá viu aumentar inclusive o tráfico de drogas e outras manifestações de violência.
No Chile, o atual presidente Sebastián Piñera segue pelo mesmo caminho que o colombiano Santos e o panamenho Martinelli, enquanto em Honduras, o presidente Porfírio Lobo, que venceu uma eleição fajuta depois da derrubada de Manuel Zelaya, não deteve a repressão que se abate sobre o movimento popular do país, que já resultou em centenas de mortes.
Neste período pós-Copa e no momento em que a campanha eleitoral se intensifica, os eleitores brasileiros precisam ser informados sobre o que acontece neste continente e com isso ter mais elementos para poder fazer a opção por seus candidatos. Como, segundo indicam as pesquisas, a maioria absoluta não quer correr o risco de retrocessos como o que acontece nos países mencionados, a informação nesse contexto é artigo de primeira necessidade.
sábado, 3 de julho de 2010
Nervosos argentinos...
Antes dos jogo contra a Alemanha, os argentinos circulavam com esta faixa numa alusão à desclassificação brasileira no dia anterior. Devem ter sumido com ela depois que a Alemanha enfiou 4 a 0 nos hermanos. Nada como um dia após o outro. Detalhe: a frase virou bordão na Argentina por causa de ex-presidente Nestor Kirchner. (Foto: Thiago Dias)
Coragem
Você se considera uma pessoa de coragem?
E, se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada?
Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem.
E há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas.
Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária.
Eis aqui alguns exemplos:
É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.
É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para não revidar.
É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.
É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para admitir a dúvida ou o erro.
É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.
É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.
É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.
É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para faze-lo parar.
É preciso ter força para fazer tudo sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.
É preciso força para enfrentar os desafios que a vida oferece, mas é preciso coragem para admitir as próprias fraquezas.
É preciso força para buscar o conhecimento, mas é preciso coragem para reconhecer a própria ignorância.
É preciso força para lutar contra a desonestidade, mas é preciso coragem para resistir às suas investidas.
É preciso força para enfrentar as tentações, e é preciso coragem para não cair nas suas armadilhas.
É preciso ter força para gritar contra a injustiça, mas é preciso muita coragem para ser justo.
É preciso força para pregar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro.
É preciso força para levantar a bandeira da paz, mas é preciso coragem para construí-la na própria intimidade.
É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar.
É preciso força para lutar contra a insensatez, mas é preciso coragem para ser sensato.
É preciso ter força para defender os bens materiais, mas é preciso coragem para preservar o patrimônio moral.
É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.
É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver.
Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo.
Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias. E a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições.
A coragem de vencer-se antes que pretender vencer o próximo, de desculpar antes que esperar ser desculpado e de amar apesar das decepções e desencantos, revela o verdadeiro cristão, o legítimo homem de valor.
Por essa razão a coragem é calma, segura, fonte geradora de equilíbrio que alimenta a vida e eleva o ser aos altos cumes da glória e da felicidade total.
E, se tem coragem, também tem força o bastante para suportar os desafios da caminhada?
Em muitas ocasiões da vida, não sabemos avaliar o que realmente necessitamos: se de força ou de coragem.
E há momentos em que precisamos das duas virtudes conjugadas.
Há situações que nos exigem muita força, mas há horas em que a coragem se faz mais necessária.
Eis aqui alguns exemplos:
É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil.
É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para não revidar.
É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render.
É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para admitir a dúvida ou o erro.
É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé.
É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores.
É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los.
É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para faze-lo parar.
É preciso ter força para fazer tudo sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio.
É preciso força para enfrentar os desafios que a vida oferece, mas é preciso coragem para admitir as próprias fraquezas.
É preciso força para buscar o conhecimento, mas é preciso coragem para reconhecer a própria ignorância.
É preciso força para lutar contra a desonestidade, mas é preciso coragem para resistir às suas investidas.
É preciso força para enfrentar as tentações, e é preciso coragem para não cair nas suas armadilhas.
É preciso ter força para gritar contra a injustiça, mas é preciso muita coragem para ser justo.
É preciso força para pregar a verdade, mas é preciso coragem para ser verdadeiro.
É preciso força para levantar a bandeira da paz, mas é preciso coragem para construí-la na própria intimidade.
É preciso ter força para falar, mas é preciso coragem para se calar.
É preciso força para lutar contra a insensatez, mas é preciso coragem para ser sensato.
É preciso ter força para defender os bens materiais, mas é preciso coragem para preservar o patrimônio moral.
É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado.
É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para aprender a viver.
Enfim, é preciso ter muita força para enfrentar as batalhas do dia-a-dia, mas é preciso muita coragem moral, para vencer-se a si mesmo.
Força e coragem: duas virtudes com as quais podemos conquistar grandes vitórias. E a maior delas é a vitória sobre as próprias imperfeições.
A coragem de vencer-se antes que pretender vencer o próximo, de desculpar antes que esperar ser desculpado e de amar apesar das decepções e desencantos, revela o verdadeiro cristão, o legítimo homem de valor.
Por essa razão a coragem é calma, segura, fonte geradora de equilíbrio que alimenta a vida e eleva o ser aos altos cumes da glória e da felicidade total.
Don't cry for me Argentina
Nada como um dia depois do outro. Ontem, o Brasil se despediu da Copa do Mundo na África do Sul e os jornais argentinos usaram da tradicional ironia para comemorar a derrota dos vizinhos. O Olé, em tom de brincadeira, mancheteou: "Brasil 2014". O Clarín foi ainda mais gozador: "Brasil, sin reacción, se fue del Mundial por la puerta de atrás". Pois hoje a Argentina levou quatro da Alemanha e voltará para Buenos Aires de forma malancólica.
Torci pelos hermanos - em função dos amigos que fiz nas diversas vezes que fui à Argentina, a trabalho e a turismo, e por Maradona -, mas é necessário rebater os dois periódicos deles. "Argentina caiu de quatro" seria a manchete que eu usaria se editasse um jornal esportivo no Brasil. Ou: "Eles provaram o chocolate alemão, mais amargo que a laranja holandesa."
De qualquer forma, don't cry for me Argentina.
Torci pelos hermanos - em função dos amigos que fiz nas diversas vezes que fui à Argentina, a trabalho e a turismo, e por Maradona -, mas é necessário rebater os dois periódicos deles. "Argentina caiu de quatro" seria a manchete que eu usaria se editasse um jornal esportivo no Brasil. Ou: "Eles provaram o chocolate alemão, mais amargo que a laranja holandesa."
De qualquer forma, don't cry for me Argentina.
Da sóbria Fátima Bernardes à exibicionista Fátima Bernardes
A apresentadora, segue silenciosa e meio assustada, o “padrão Globo de qualidade”, criado por Walter Clark, e seguido depois pelo Boni, quando assumiu a direção da rede. Agora, na Copa, durante os tempos vitoriosos, surgia nas telas, como a “gênia” da televisão e do futebol. Provocava enormes gargalhadas, falando e ao mesmo tempo lendo, (dando a impressão de que improvisava) o que estava escrito, tendo que baixar a cabeça.
A que limites leva a vaidade.
PS – Joe Wallach, o americano que a Globo roubou da Time-Life (depois de ter roubado os americanos com a ajuda dos generais golpistas), aos 86 anos deu entrevista à revista “Trip”.
PS2 – Disse textualmente: “O único gênio da televisão brasileira foi Walter Clark. Depois, se entregou inteiramente à bebida, não conseguia nem falar. Foi demitido”.
Fonte: Helio Fernandes (Tribuna da Imprensa) - http://www.tribunadaimprensa.com.br/
Mau jornalismo da Globo já é destaque internacional
Cospe pra cima, cai na testa, dizia minha mãe. Foi o que aconteceu com a Globo hoje.
O jornal paraguaio La Nación diz que a Laranja Mecânica foi responsável por “acallar a la soberbia brasileña”. E por “brasileira” ele se refere à Rede Globo, não ao país como um todo, como fica claro logo nas frases seguintes. A crítica se dirige especialmente à SporTV, canal fechado que pertence à emissora e que divulgou um vídeo desrespeitoso à Seleção Paraguaia e ao Paraguai, a seu povo.
O desrespeito vai além do futebol, segundo o jornal: “ironizan sobre nuestras comidas y nuestras costumbres”, em linguagem debochada. O único valor paraguaio apresentado pelo vídeo é Larissa Riquelme, a “novia del Mundial”. Além de agressivo com os paraguaios, o curta é machista. Desvaloriza todo um povo e todo um gênero. As mulheres são vistas como objetos.
A matéria se coloca ao lado de Dunga pela resistência aos abusos da Globo. E completa: “La Naranja Mecánica se encargó así de hacer justicia y dar una gran lección a quienes tienen en el corazón una rabia innecesaria hacia una nación pobre pero digna”.

Mesmo que o grau de deboche fosse exagerado pelos paraguaios, chamaria a atenção que a Globo já vem recebendo críticas internacionais por conta da sua irresponsabilidade na forma de fazer jornalismo. Mas não é o caso, a ironia é de fato extremamente ofensiva. O vídeo trata o nosso vizinho como um país desprovido de quaisquer qualidades, feio, triste, pobre. É asqueroso.
Debochar de outros países extrapola os limites do esporte, do futebol, e avança no terreno político. São as relações internacionais brasileiras, são povos, são culturas. Pode haver diferenças, mas não há como definir melhores e piores. É aí que entra o respeito. Ou deveria entrar.
A Globo transferiu a ironia que dedica à política externa do governo Lula ao futebol. Fez mal, muito mal. E ficou bem feio.
A dica da matéria do jornal paraguaio foi dada por Dodi (@dodi_vota13), pelo Twitter
A foto é de Reinaldo Marques/Terra.
O jornal paraguaio La Nación diz que a Laranja Mecânica foi responsável por “acallar a la soberbia brasileña”. E por “brasileira” ele se refere à Rede Globo, não ao país como um todo, como fica claro logo nas frases seguintes. A crítica se dirige especialmente à SporTV, canal fechado que pertence à emissora e que divulgou um vídeo desrespeitoso à Seleção Paraguaia e ao Paraguai, a seu povo.
O desrespeito vai além do futebol, segundo o jornal: “ironizan sobre nuestras comidas y nuestras costumbres”, em linguagem debochada. O único valor paraguaio apresentado pelo vídeo é Larissa Riquelme, a “novia del Mundial”. Além de agressivo com os paraguaios, o curta é machista. Desvaloriza todo um povo e todo um gênero. As mulheres são vistas como objetos.
A matéria se coloca ao lado de Dunga pela resistência aos abusos da Globo. E completa: “La Naranja Mecánica se encargó así de hacer justicia y dar una gran lección a quienes tienen en el corazón una rabia innecesaria hacia una nación pobre pero digna”.
Mesmo que o grau de deboche fosse exagerado pelos paraguaios, chamaria a atenção que a Globo já vem recebendo críticas internacionais por conta da sua irresponsabilidade na forma de fazer jornalismo. Mas não é o caso, a ironia é de fato extremamente ofensiva. O vídeo trata o nosso vizinho como um país desprovido de quaisquer qualidades, feio, triste, pobre. É asqueroso.
Debochar de outros países extrapola os limites do esporte, do futebol, e avança no terreno político. São as relações internacionais brasileiras, são povos, são culturas. Pode haver diferenças, mas não há como definir melhores e piores. É aí que entra o respeito. Ou deveria entrar.
A Globo transferiu a ironia que dedica à política externa do governo Lula ao futebol. Fez mal, muito mal. E ficou bem feio.
A dica da matéria do jornal paraguaio foi dada por Dodi (@dodi_vota13), pelo Twitter
A foto é de Reinaldo Marques/Terra.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Brasil fora, Uruguai dentro
Um país que tem o território muito inferior ao do Rio Grande do Sul está na semifinal da Copa do Mundo. A vitória nos pênaltis dos hermanos uruguaios contra Gana mostrou que a vontade, a garra e perseverança são tão importantes quanto a técnica no atual futebol. Foi um milagre. Nos minutos finais da prorrogação, o Uruguai foi abatido por um pênalti. Era a despedida da Copa do Mundo.
Mas o adversário calculou errado a batida e ela saiu para fora. O jogo foi para as penalidades definitivas, com vitória dos platinos. Ganhou com a tradicional garra uruguaia que tanto respeitamos. Vou torcer pelos vizinhos, mesmo sabendo que a Holanda está com um time certinho para chegar à final.
Arriba, Uruguai!
Mas o adversário calculou errado a batida e ela saiu para fora. O jogo foi para as penalidades definitivas, com vitória dos platinos. Ganhou com a tradicional garra uruguaia que tanto respeitamos. Vou torcer pelos vizinhos, mesmo sabendo que a Holanda está com um time certinho para chegar à final.
Arriba, Uruguai!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
FENAJ orienta apoiadores do diploma a realizarem ofensiva sobre líderes de bancadas
Com a perspectiva da apresentação do relatório sobre a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 386/09 à Comissão Especial da Câmara na próxima semana, a FENAJ quer ampliar o movimento para sua votação em plenário antes do recesso parlamentar. Isto porque, após passar pela Comissão, tanto a PEC 386/09 quanto a PEC 33/09 estarão prontas para votação na Câmara e no Senado, respectivamente. O relator da matéria na Comissão Especial, deputado Hugo Leal (PSC/RJ), já anunciou que pretende apresentar seu parecer no dia 7 de julho. E adiantou que pretende modificar o texto da PEC 386/09, do deputado Paulo Pimenta (PT/RS), para evitar interpretações de inconstitucionalidade, distinguindo os conceitos de liberdade de expressão dos meios de comunicação e de atividade jornalística. Já a PEC 33/09, do senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), após sua aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC) do Senado, está pronta para apreciação em plenário desde dezembro passado. “É preciso uma ofensiva nacional de sensibilização dos lideres das bancadas tanto na Câmara quanto no Senado”, defende o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade. Segundo ele, o objetivo é fazer com que as duas PECs sejam votadas em primeiro turno antes do recesso parlamentar agendado para 17 de julho. A orientação é para que as entidades e integrantes do movimento em defesa do diploma intensifiquem os contatos com os líderes das bancadas federais em seus estados. “Também deve-se ampliar o movimento de envio de mensagens de sensibilização aos líderes”, orienta Sérgio Murillo. Para acesso aos e-mails dos líderes das bancadas na Câmara e no Senado, clique aqui. |
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Mídia estimula a turma que quer aparecer
Incrível como tem gente querendo aparecer em meio à Copa do Mundo. Tudo porque a mídia estimula isso. O Edson Arantes do Nascimento - não o Pelé - mete o pau no Maradona e na Seleção brasileira. O Parreira diz que a seleção do Dunga se espelha na dele, vitoriosa em 1994. E assim vai, como se não existissem fontes e fatos mais importantes na África do Sul.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Espetáculo: baleias francas chegam na costa de Garopaba (SC)
Gostaria de estar em Garopaba. O colega Sérgio Saraiva postou no Facebook esta linda foto. E diz que três baleias francas adultas e dois baleotes foram avistados nesta manhã na praia de Itapirubá, ao sul de Garopaba. Elas inauguram a temporada de observação de baleias francas na área da APA. A foto é de divulgação e a notícia está sendo colocada no http://www.garopabaonline.com.br/notregional_01.php
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Brasil avança com goleada, mas precisa melhorar.
O Brasil de Dunga ainda não convenceu, mas avançou hoje às quartas de finas da Copa do Mundo com uma goleada diante do Chile por 3 a 0. Foi a melhor atuação brasileira e oferece esperança de que, na sexta-feira, poderá vencer a forte seleção da Holanda. Acredito no trabalho do grupo, que está fechado com o técnico. No entanto, a vitória não dá garantias de que vamos ganhar o título. Precisamos melhorar, especialmente na parte técnica, onde jogadores como Robinho e Kaká ainda precisam mostrar o cartaz que ostentavam antes da competição. Sei que tradição e camiseta pesam muito, e o Brasil fará valer estas condições no momento decisivo. Passando pela Holanda, com certeza estaremos na final, pois na semifinal encontraremos como adversário o vencedor do confronto entre Uruguai e Gana. Com todo o respeito às duas seleções, não acredito que oferecerão dificuldade ao Brasil. Mas temos que passar pela Holanda antes, apresentando um bom futebol. Avante, Brasil!!!!
Lançado o Prêmio Jornalismo Ministério Público do RS
A 12ª edição do “Prêmio Jornalismo Ministério Público do Rio Grande do Sul” foi lançada na manhã desta segunda-feira, 28 de junho, véspera do aniversário da instituição gaúcha (foto acima). Mais uma vez serão escolhidas, no final do ano, as melhores reportagens editadas em jornal, rádio e televisão que versem sobre o impacto social da atuação do MP na defesa da sociedade. Também serão premiadas as fotografias que de alguma forma expressem o trabalho dos Promotores de Justiça ou da Instituição. A premiação ocorrerá no dia 14 de dezembro, Dia Nacional do Ministério Público. Folders promovendo o concurso de jornalismo foram entregues aos profissionais e, a partir desta semana, serão distribuídos nas redações dos veículos de comunicação.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, apoiador do prêmio, foi representado no evento pelo seu vice-presidente, Jorge Correa. A Associação Riograndense de Imprensa (ARI), outra apoiadora, contou com a presença do seu presidente, Ercy Torma. A procuradora-geral de Justiça do Rio Grande do Sul, Simone Mariano da Rocha, destacou o especial significado do ato que inaugurou as solenidades de comemoração à Semana do MP. Também ressaltou a iniciativa da Assessoria de Imprensa que, há 12 anos, teve a ideia de laurear os jornalistas que retratam a atuação institucional.
A chefe do MP ainda observou o prestígio do prêmio que vem crescendo ao longo dos anos embasado na credibilidade de reconhecer os méritos dos profissionais de comunicação. Simone Mariano da Rocha também frisou que para o MP “o prêmio é o tamanho da contribuição que o referido trabalho traz para a sociedade” e lembrou que a edição que está sendo lançada “é um reconhecimento às nossas semelhanças e missões institucionais e um brinde à imprensa livre e responsável”.
INSCRIÇÕES
Os jornalistas interessados em participar do concurso deverão encaminhar à Assessoria de Imprensa – Avenida Aureliano de Figueiredo Pinto 80, 14º andar da Torre Norte, POA - no período entre 15 de outubro e 16 de novembro deste ano, em envelope lacrado, a documentação exigida no regulamento. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 32.24.69.38 ou pelo e-mail imprensa@mp.rs.gov.br. Os trabalhos deverão ser acompanhados de duas cópias, constando o nome do autor, título da matéria, data da publicação e o veículo de comunicação. A divulgação dos resultados será feita no final de novembro. A entrega dos prêmios ocorrerá em 14 de dezembro, Dia Nacional do Ministério Público.
Fonte: Agência de Notícias MP
domingo, 27 de junho de 2010
Ensinamento seguido por muitos
"O bem se faz aos poucos. O mal, de repente."
(Nicolau Maquiavel, filósofo que eternizou o termo "os fins justificam os meios")
(Nicolau Maquiavel, filósofo que eternizou o termo "os fins justificam os meios")
Viva a celeste uruguaia
O álbum é da seleção brasileira, mas eu não poderia exaltar a conquista uruguaia ontem. Sou contumaz visitante do pequeno país vizinho, tanto profissionalmente como turista. Aprendi a admirá-lo. Por isso, a reprodução do site do El País é importante, pois exalta a garra do futebol uruguaio, como nos velhos tempos.
Parabéns aos amigos que lá tenho.
Tempo bom, propício para caminhar
Acordei cedo, abri a janela, vi o céu azul e olhei na internet a temperatura das 6h20min: 16,7ºC. Prenúncio de dia bom e seco. Fui ver no twitter e a MetSul Meteorologia me informou que será um domingo de sol e calor em Porto Alegre e em grande parte do Rio Grande do Sul. Chove no Sul e Sudoeste. Então, é dia de aproveitar o tempo vago entre os grandes jogos da Copa do Mundo para caminhar na Redenção, o parque localizado logo ali.
A minha felicidade não é completa porque a chuva que caiu na sexta-feira e no sábado passou do limites em Porto Alegre - mais de 80% da média do mês - e provocou alagamentos e desabrigados, especialmente na Zona Sul. Tomara que o tempo bom sirva para levar embora as águas e tornar a vida de dezenas de pessoas melhor.
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