Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Um guerreiro morre na luta
Uma amiga, que pede para não se identificar, escreve uma mensagem linda para mim. Diz que sente muito quando vê frases tristes no teu orkut. E dá uma lição de vida, lembrando que devemos aproveitar as coisas boas e ruins que a vida nos dá. "Porque estar vivo é o sentido de tudo isso", destaca. Admite que parece piegas, mas recorda que, depois de muito cair e levantar, sobrevie legal, apesar de tudo."Nunca perco a vontade de lutar e nunca deixo de acreditar. As nossas ideologias não nos fazem acreditar apenas numa sociedade melhor", diz. Para ela, nunca a perdemos porque acreditamos num ser humano melhor.
E diz algo diretamente para mim, que me emocionou: "Eu te vejo assim, guerrreiro. E um guerreiro, meu amigo, morre na luta".
Ela pede desculpa por estar sendo muito invasiva, mas não sabe o bem que está me fazendo.
Obrigado, querida, por se importar comigo e me dedicar tão lindas palavras e conselhos. Resolvi dividi-las aqui, preservando tua identidade.
E diz algo diretamente para mim, que me emocionou: "Eu te vejo assim, guerrreiro. E um guerreiro, meu amigo, morre na luta".
Ela pede desculpa por estar sendo muito invasiva, mas não sabe o bem que está me fazendo.
Obrigado, querida, por se importar comigo e me dedicar tão lindas palavras e conselhos. Resolvi dividi-las aqui, preservando tua identidade.
Repórteres sem Fronteiras, mas com partido. Alguma novidade?
Uma verdade que eu já sabia. Em recente entrevista, publicada no Observatório de Imprensa, Robert Ménard garantiu que mais de 50% do orçamento da organização Repórteres Sem Fronteira vêm da venda de revistas de fotografia, um quarto do financiamento vem da União Européia e outra quarta parte da Frente Nacional (FN), o partido de extrema-direita da França que prega o racismo, o ódio aos imigrantes e outras teses fascistas. Organização internacional já era vista com desconfiança, por omissão diante de golpes militares. Agora, seu fundador admite simpatia com candidata da extrema-direita francesa.
Por Altamiro Borges, Blog do Miro
O francês Robert Ménard, fundador e chefão da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) durante longas décadas, já enganou muita gente com suas bravatas em defesa da liberdade de expressão. Na semana passada, porém, ele tirou de vez a fantasia e confessou sua simpatia pela Frente Nacional (FN), o partido de extrema-direita da França que prega o racismo, o ódio aos imigrantes e outras teses fascistas.
Em entrevista à influente cadeia de rádios RTL, o falso democrata mostrou-se irritadiço, repetindo “deixe-me falar”, e abriu o jogo – para surpresas dos mais ingênuos. Ele festejou o crescimento da FN de Marine Le Pen nas eleições locais, quando obteve 14,7% dos votos, e afirmou: “Não só os entendo, como os aprovo… Aprovo certo número de pontos de vista de Marine Le Pen”. Diante dos jornalistas, Ménard mostrou-se injuriado. “Estou farto do desrespeito que vocês têm [diante do direitismo da FN]”.
A sinistra história da ONG
Ele ainda lamentou a pouca representatividade da seita fascistóide e desembuchou: “É um partido legal, não é um partido fascista e nem vergonhoso”. Após elogiar Marine Le Pen, filha do racista Jean-Marie Le Pen que o substituiu no comando da sigla, Ménard ainda fez questão de manifestar seu ódio visceral às forças de esquerda a França. “Penso que o Partido Comunista e Jean-Luc Mélanchon são tão perigosos quanto a Frente Nacional”.
As declarações bombásticas do fundador da ONG Repórteres Sem Fronteira (RSF) não deveriam causar surpresas. É só conhecer um pouco da história desta organização para saber dos seus vínculos com setores da extrema-direita no mundo todo. Reproduzo abaixo trechos de um capítulo do livro “A ditadura da mídia” para refrescar a memória dos mais incautos.
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A ONG de origem francesa Reporters Sans Frontières (RSF) foi fundada em 1985 pelo jornalista Robert Ménard. Adepta da visão liberal-burguesa de democracia, inicialmente concentrou seus ataques aos países do bloco soviético, acusados de serem “autoritários e contrários à liberdade de imprensa”. Mas o seu alvo predileto sempre foi a revolução cubana. Tanto que Cuba já solicitou várias vezes sua exclusão do comitê de ONGs das Nações Unidas. Segundo o professor Salim Lamrani, doutor pela Sorbonne e autor de um elucidativo artigo no site Resistir, “Robert Ménard sofre de uma doentia obsessão contra a revolução cubana e reúne em si todos os vícios e desmandos de que o jornalismo e os jornalistas são capazes”.
Segundo denuncia, “a RSF diz ‘defender os jornalistas encarcerados e a liberdade de imprensa. Conversa! A organização, financiada pelo milionário francês François Pinault e com a benevolência do comerciante de armas Arnaud Lagardère, fez da manipulação da realidade cubana o seu principal negócio… Ménard arremete contra a ilha socialista, declarando que ‘para os Repórteres Sem Fronteira, a prioridade na América Latina é Cuba’. No barômetro da liberdade de imprensa da RSF, a situação da Colômbia – onde mais de cem jornalistas foram assassinados em dez anos – é qualificada apenas como ‘difícil’. Já a situação cubana, onde nem um só jornalista foi assassinado desde 1959, é qualificada de ‘muito grave’”.
Casos Mumia Abu-Jamal e Al Jazeera
Lamrani lembra da situação dramática do jornalista estadunidense Mumia Abu-Jamal, “que apodrece na prisão há mais de vinte anos, por um crime que não cometeu, mas não interessa a RSF”. Cita também o bombardeio de uma estação de rádio e TV sérvia, durante a Guerra do Kosovo, em abril de 1999, que resultou a morte de uma dezena de jornalistas. “Em 2000, quando a RSF publicou o seu informe anual, essas vítimas não foram contabilizadas”. Refere-se ainda aos bombardeios dos EUA à sede da TV Al Jazeera, do Catar, durante as guerras do Afeganistão e do Iraque, que também não receberam as devidas condenações desta organização “não-governamental”, apesar da morte de dois jornalistas.
O professor francês registra outros fatos lamentáveis para provar que a RSF é dura nas críticas a governos não alinhados, mas é afável no trato ao imperialismo e aos barões da mídia. Ela relembra um deprimente perfil do próprio Robert Ménard, publicado em março de 2001. Para ele, não seria aconselhável condenar a manipulação da mídia francesa porque “corremos o risco de desagradar certos jornalistas, inimizá-los com os patrões da imprensa e enfurecer o poder econômico. Para nos midiatizarmos (sic), precisamos da cumplicidade dos jornalistas, do apoio dos patrões da imprensa e do dinheiro do poder econômico”.
Silêncio diante do golpe na Venezuela
Na fase recente, a RSF também passou a satanizar o presidente Hugo Chávez. Quando do frustrado golpe de abril de 2002, que teve como pivôs os principais donos da mídia venezuelana, Ménard não levantou a sua voz em defesa da “liberdade”. Pelo contrário. Segundo reportagem dos estadunidenses Jeb Sprague e Diana Barahona, publicada em agosto na Réseau Voltaire, a RSF incentivou a brutal campanha midiática de preparação do golpe. Ela inclusive teria recebido subvenções da National Endowment for Democracy (Fundação Nacional para a Democracia – NED), que é financiada pelo governo dos EUA e por poderosas corporações e é acusada de ser uma filial da CIA, para cumprir esta missão nada democrática.
Ainda segundo os dois jornalistas estadunidenses, a NED “foi criada pelo governo de Ronald Reagan, em 1983, para ressuscitar os programas de infiltração da CIA na sociedade civil”. Por acaso, a mesma Lucie Morillon, citada acima, é diretora-executiva da NED e porta-voz da RSF nos EUA. Em recente entrevista, ela admitiu que o Instituto Republicano Internacional (IRI), um dos satélites da NED ligado diretamente ao partido de Bush, “subvencionou, durante pelo menos três anos, os Repórteres Sem Fronteira”. Além de apostar na desestabilização do governo bolivariano, a RSF também contribuiu para o golpe que derrubou o presidente Jean Bertrand Aristides, em 2004, no Haiti, conforme denúncia do jornal New York Times.
A ONG francesa nega terminantemente a grave acusação. Afirma que apenas promoveu uma campanha internacional de denúncia contra o assassinado do jornalista Jean Dominique, diretor da Radio Haiti Inter, que teria ocorrido durante o governo de Aristides. Pura mentira! Dominique foi assassinado bem antes da chegada de Aristide ao governo. Segundo o New York Times, a tal campanha mundial foi financiada pelo IRI. “O presidente Bush nomeou como seu presidente [do IRI] Lorne Craner, para dirigir os esforços pela democracia. O Instituto, que trabalha em mais de 60 países, viu triplicar seu financiamento federal em três anos, de US$ 26 milhões em 2003 para US$ 75 milhões em 2005”. E repassou dólares à RSF.
As misteriosas subvenções à RSF
A questão do financiamento da RSF, curiosamente rotulada de “organização não-governamental”, sempre despertou suspeita. Ela até mantém no seu site um campo dedicado às suas receitas, mas não divulga as fontes. Em recente entrevista, publicada no Observatório de Imprensa, Robert Ménard garantiu que “mais de 50% do orçamento dos Repórteres Sem Fronteira vêm da venda de revistas de fotografia; um quarto do financiamento vem da União Européia e outra quarta parte do orçamento vem das operações especiais, de doações e leilões”. Estranhamente, porém, o mesmo fundador da RSF já havia revelado em seu próprio livro que a Comissão Européia subvencionava 44% dos seus recursos. Os números não batem!
Os mais céticos, porém, não vacilam em denunciar que esta e outras ONGs “humanitárias” são bancadas por poderosas corporações empresariais e pelos governos das potências capitalistas. Num texto intitulado “O caixa-2 das ONGs”, o jornalista Gianni Carta foi peremptório: “Com o intuito de difundir aquilo que entende por ‘democracia’, o presidente norte-americano George W. Bush não somente invadiu o Iraque em 2003 e apoiou Israel na recente carnificina no Líbano, mas também estaria usando organizações não-governamentais, por vezes infiltradas pela Central Intelligence Agency (CIA), para influenciar o cenário político mundo afora”. Entre outras, ele cita explicitamente a Reporters Sans Frontières, “alimentada, em grande parte, por dólares de Washington” para realizar atividades secretas em vários países.
Soros, Murdoch e os “projetos humanitários”
O próprio Robert Ménard, numa conferência em Quebec (Canadá), em 2005, foi obrigado a confessar a existência destes subsídios. Quanto ao apoio do governo terrorista de George W. Bush, ele não titubeou: “Recebemos dinheiro da NED e isso não nos cria nenhum problema”. Já no que se refere aos subsídios da União Européia, explicou: “Parece-nos indispensável que a EU outorgue apoio às agências da imprensa independente, assim como às organizações de sindicalistas, economistas e outras”.
Outra fonte de verba, segundo Gianni Carta, seria a Fundação Soros, do mega-especulador George Soros. “Em 2004, essa fundação alocou 1,2 milhão de dólares para as ONGs realizarem ‘projetos relacionados à eleição’ na Ucrânia, em favor da chamada Revolução Laranja de Viktor Yuschenko”, um liberal confesso. Outro magnata, dono de um império midiático mundial, o australiano Rupert Murdoch, também cultiva o hobby de bancar “entidades humanitárias”, logicamente sem qualquer interesse.
Já o jornalista Jean Allard descobriu que “as campanhas publicitárias anticubanas mais mentirosas da RSF foram concebidas e montadas pela Publicis, gigante mundial da publicidade, que tem, entre seus clientes, o Exército dos EUA e a Bacardí”. A Saatchi&Sasstchi, a mais famosa agência de Nova Iorque e metida em todas as campanhas anticastristas, também presta seus “serviços gratuitos”. Allard revela ainda que “são conhecidas as relações de Ménard com personagens da extrema direita de Miami que se dedicam a atacar Cuba, usando todos os meios possíveis, até o terrorismo. Sabe-se também que ele mantém relações com Freedon House, do antigo agente dos serviços secretos Frank Calzon”, um notório terrorista.
Papel oculto dos donos da mídia
Com este tenebroso currículo, um artigo do Le Monde Diplomatique, assinado por Maurice Lemoine, não vacila em afirmar que a ONG Repórteres Sem Fronteiras pratica “golpes sem fronteiras”. “Pretendendo ‘defender o direito de informa e de ser informado’, conforme o artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a RSF ignora deliberadamente o papel não oculto dos proprietários dos meios de comunicação. Mas a organização não tem escrúpulo algum em fazer do governo de Hugo Chávez – que jamais atentou contra as liberdades – um dos seus alvos privilegiados na atualidade”.
Já para Gianni Carta, a badalada RSF é uma fraude. “O mais incrível é que ela, ainda hoje dirigida por seu fundador, Robert Ménard, não faz o que deve: proteger jornalistas injustiçados. Sami Hajj, da teve Al Jazeera, foi preso, torturado e abusado sexualmente na Baía de Guantánamo. A organização do senhor Ménard não se manifestou. Giuliana Sgreana, jornalista do diário italiano Il Manifesto, foi libertada no Iraque no ano passado, e o agente de inteligência, Nicola Calipari, responsável pela operação, morreu protegendo-a de mais de 300 rajadas provenientes das metralhadoras de soldados americanos. Até hoje ninguém sabe o que realmente aconteceu. A RST não tem uma posição clara sobre a morte de Calipari”.
Assaltando os de sua classe
Sinal dos tempos: empresário que circula nas colunas sociais assalta moradores de condomínio de classe alta no bairro Mont´Serrat em Porto Alegre. Nem sempre eles descem dos morros...
Manhã amena e noite quente com o Internacional no México
Temperatura agradável - 20ºC -, céu de brigadeiro e sol brilhando. É o outono mostrando sua cara em Porto Alegre neste início de manhã. Que assim continue ao longo do dia para podermos curtir, no cair da noite, o jogo do Inter contra o Jaguares no México. Aí, independente do clima, a temperatura vai esquentar nas casas e nos bares da capital. Vamos, Inter, rumo à classificação na Libertadores.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Internacional, 102 anos de intensas glórias
Parabéns Sport Club Internacional pelos teus 102 anos de luta, glórias e conquistas. Sou um privilegiado, pois participei de todas as principais conquistas deste grande clube, que atravessou fronteiras e foi mostrar sua cor vermelha em plagas distantes. Tri brasileiro, Copa do Brasil, Bi da América, Recopa e Mundial de Clubes Fifa, além do maior número de Gauchões, és um celeiro de taças. Outras virão e estarei aqui para festejar, sempre vestindo o manto sagrado.
Vamos, Internacional!!!!!!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Vamos proteger o Brasil de Bolsonaro
As idéias racistas e homofóbicas do deputado Jair Bolsonaro não são uma questão de opinião pessoal. Elas são perigosas. Duzentas e cinquenta pessoas foram assassinadas no Brasil ano passado por serem gays. Enquanto já existem leis para proteger outras formas de discriminação, pessoas GLBT não tem nenhuma proteção legal. Vamos erguer nossas vozes mais alto que o Bolsonaro e mostrar que os brasileiros apoiam a lei anti-homofobia que irá ampliar as proteções contra a violência e discriminação para todos os brasileiros! Assine a petição agora, ela será entregue em Brasilia em uma grande manifestação pela lei anti-homofobia!
Busque a petição no seguinte endereço: http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?rc=fb
Busque a petição no seguinte endereço: http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?rc=fb
Homofobia e racismo do deputado Bolsonaro geram onda de indignação
As reações da sociedade às declarações do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) na TV Bandeirantes, na última segunda-feira 28, foram de “absoluta indignação”. Para Valéria Melki Busin, integrante da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, responsável pela articulação com o movimento LGBTT, “esse tipo de manifestação fere os direitos humanos não só da comunidade LGBTT e familiares, como desrespeitou
negros, mulheres e homens”, afirma.
Paula Thomaz, CartaCapital
Entre outras declarações polêmicas, Bolsonaro disse que “o filho começa a ficar assim, meio gayzinho leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem” (sic). E também: “ô Preta [Gil], eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja, eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o seu.”
Para Valéria, resta a esperança de que ele seja sancionado pelas declarações racistas, já que atitude homofóbica ainda não é considerada como crime. “Ele sempre fala abertamente assim, se fosse crime a justiça funcionaria e ele seria preso. Depois das repercussões, ele deu uma consertada, mas se escora na impunidade. Só mostra que certos segmentos da sociedade têm cidadania de segunda classe. É como se estivesse dizendo ‘pode ir na avenida Paulista e bater em gay’”, indigna-se.
Na tarde de ontem, a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) entrou com um pedido de abertura de processo na Câmara dos Deputados, por quebra de decoro parlamentar, contra o deputado do PP. Mas para o advogado Eduardo Piza Gomes de Mello, do Instituto Edson Néris, ele pode sair impune por ter imunidade parlamentar, que lhe dá o direito de se expressar, já que representa seus eleitores mas, apesar disso o advogado entende que ele pode ser cassado, sim. “Ele se excedeu, cometeu um ato racista e isso é inadmissível. Ele ainda pode negociar com parlamentares e partidos para que a corregedoria não abra um processo contra ele”, fala.
Nesta quarta-feira o deputado disse que não teme ser cassado por causa de comentários racistas feitos em programa de televisão. “O soldado que vai à guerra e tem medo de morrer é um covarde. Eu estou aqui para expor as minhas ideias”, disse. E justificou que entendeu errado ou houve problemas de edição da produção do programa e que não tem medo de ser destituído da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. “Quem manda na minha cadeira é o líder do meu partido. Ele é quem decide, eu não saio de lá. Estou lá para não ter uma comissão só voltada para a demagogia e para defender interesses de quem está à margem da lei, como presidiários. Eu nunca vi defenderem direitos de famílias de vítimas de assassinos”.
Na Fundação Palmares o presidente Eloi Ferreira de Araujo, reagiu com indignação às declarações do deputado. A entidade estuda, com o seu departamento jurídico, a adoção de medidas contra o ato de racismo.
Também nesta quinta-feira 31 a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa promoveu um ato de repúdio às declarações do deputado, durante reunião no Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro. O interlocutor da comissão, Ivanir Santos, disse que é necessário abortar manifestações do tipo das proferidas pelo deputado imediatamente. “Ouvir, em pleno ano de 2011, falas como essas tornam necessário que se atente ainda mais para os perigos que a sociedade corre quando pensamentos fundamentalistas começam a nos rodear. A irresponsabilidade dessas declarações é muito grande”.
Ontem, uma representação assinada por 20 deputados foi protocolada na Mesa Diretora da Câmara pedindo que a Corregedoria da Casa investigue Bolsonaro pelos comentários racistas.
negros, mulheres e homens”, afirma.
Paula Thomaz, CartaCapital
Entre outras declarações polêmicas, Bolsonaro disse que “o filho começa a ficar assim, meio gayzinho leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem” (sic). E também: “ô Preta [Gil], eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja, eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o seu.”
Para Valéria, resta a esperança de que ele seja sancionado pelas declarações racistas, já que atitude homofóbica ainda não é considerada como crime. “Ele sempre fala abertamente assim, se fosse crime a justiça funcionaria e ele seria preso. Depois das repercussões, ele deu uma consertada, mas se escora na impunidade. Só mostra que certos segmentos da sociedade têm cidadania de segunda classe. É como se estivesse dizendo ‘pode ir na avenida Paulista e bater em gay’”, indigna-se.
Na tarde de ontem, a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) entrou com um pedido de abertura de processo na Câmara dos Deputados, por quebra de decoro parlamentar, contra o deputado do PP. Mas para o advogado Eduardo Piza Gomes de Mello, do Instituto Edson Néris, ele pode sair impune por ter imunidade parlamentar, que lhe dá o direito de se expressar, já que representa seus eleitores mas, apesar disso o advogado entende que ele pode ser cassado, sim. “Ele se excedeu, cometeu um ato racista e isso é inadmissível. Ele ainda pode negociar com parlamentares e partidos para que a corregedoria não abra um processo contra ele”, fala.
Nesta quarta-feira o deputado disse que não teme ser cassado por causa de comentários racistas feitos em programa de televisão. “O soldado que vai à guerra e tem medo de morrer é um covarde. Eu estou aqui para expor as minhas ideias”, disse. E justificou que entendeu errado ou houve problemas de edição da produção do programa e que não tem medo de ser destituído da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. “Quem manda na minha cadeira é o líder do meu partido. Ele é quem decide, eu não saio de lá. Estou lá para não ter uma comissão só voltada para a demagogia e para defender interesses de quem está à margem da lei, como presidiários. Eu nunca vi defenderem direitos de famílias de vítimas de assassinos”.
Na Fundação Palmares o presidente Eloi Ferreira de Araujo, reagiu com indignação às declarações do deputado. A entidade estuda, com o seu departamento jurídico, a adoção de medidas contra o ato de racismo.
Também nesta quinta-feira 31 a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa promoveu um ato de repúdio às declarações do deputado, durante reunião no Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro. O interlocutor da comissão, Ivanir Santos, disse que é necessário abortar manifestações do tipo das proferidas pelo deputado imediatamente. “Ouvir, em pleno ano de 2011, falas como essas tornam necessário que se atente ainda mais para os perigos que a sociedade corre quando pensamentos fundamentalistas começam a nos rodear. A irresponsabilidade dessas declarações é muito grande”.
Ontem, uma representação assinada por 20 deputados foi protocolada na Mesa Diretora da Câmara pedindo que a Corregedoria da Casa investigue Bolsonaro pelos comentários racistas.
Inter segue entre os cinco melhores times do mundo
O Internacional se mantém entre os cinco melhores do mundo. A posição foi alcançada na divulgação do ranking mundial de clubes publicada mensalmente pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS). No mês de março o Inter teve uma agradável surpresa pois havia subido mais uma posição, chegando aos 238 pontos na tabela e assumindo o quinto lugar, atrás apenas de Inter de Milão (Itália), Barcelona (Espanha), Real Madrid (Espanha) e Bayern de Munique (Alemanha). Agora, porém, vem à tona aquela velha máxima: 'mais difícil que chegar lá é se manter'. Assim foi no ranking de abril divulgado pela IFFHS nesta sexta-feira (1°/04). Um verdadeiro motivo para a maior torcida do sul do Brasil comemorar.
Em janeiro, o Clube esteve na sétima colocação; chegou à sexta em fevereiro; no último mês deixou para trás, por exemplo, o badalado Manchester United (Inglaterra). E agora em abril, quando o Inter e o Porto, de Portugal, - melhor time do mundo em março - ultrapassaram o Bayern de Munique. Das Américas, o Inter é o melhor. Dentre os brasileiros, está disparado na frente. O Cruzeiro é o segundo melhor colocado, apenas na 17ª posição. Interessante é que o Internacional, há um ano, ocupava somente o 35ª lugar no ranking.
A IFFHS é uma organização reconhecida pela FIFA responsável por administrar e divulgar todos os recordes do futebol, bem como suas estatísticas e eleição de melhor jogador. O Ranking Mundial de Clubes foi criado em 1991 e é divulgado mensalmente pela federação. Os critérios levam em consideração os resultados de todos os clubes nos últimos 365 dias, sem considerar os torneios estaduais.
Confira os melhores clubes do ranking da IFFHS (abril):
1. Inter de Milão (ITA) 292,0
2. Barcelona (ESP) 290,0
3. Real Madrid (ESP) - 264,0
4. Porto (POR) 245,0
5. Internacional (BRA) 238,0
6. Manchester United (ING) 237,0
7. Bayern de Munique (ALE) 236,0
8. Zenit (RUS) 230,0
9. Estudiantes (ARG) 227,0
10. Villareal (ESP) 224,0
2. Barcelona (ESP) 290,0
3. Real Madrid (ESP) - 264,0
4. Porto (POR) 245,0
5. Internacional (BRA) 238,0
6. Manchester United (ING) 237,0
7. Bayern de Munique (ALE) 236,0
8. Zenit (RUS) 230,0
9. Estudiantes (ARG) 227,0
10. Villareal (ESP) 224,0
Publicado originalmente no site do Inter: http://www.internacional.com.br/home.php
domingo, 27 de março de 2011
Gestos
Não preciso de explicações e de palavras, mas de gestos - mesmo que pequenos - e daquele olhar que penetra minha alma.
Estes dizem tudo...
Estes dizem tudo...
sábado, 26 de março de 2011
Inter sonolento, que dá tédio
Fui ao Beira-Rio no jogo contra o Esportivo no último sábado e contra o São Luiz hoje. Ainda vi pela TV a partida do colorado ante o São José na quarta. Não vibrei, não gritei, não sorri. Apenas olhei, quase dormi, senti tédio. Este Internacional toca a bola para lá, para cá, vai, volta. Parece treinar... O que está faltando, meus amigos? Será assim no jogo de quarta pela Libertadores, onde estarei? Espero voltar a vibrar, gritar, sorrir...
Porto que me faz Alegre
Pois é, aqui cheguei com 17 anos. Faz, portanto, 38 anos de amor pela cidade que adotei. Ah, Porto Alegre do meu filho, da Redenção (foto), do Guaíba, do Beira-Rio, da Rua da Praia, da Borges, do Gasômetro, do Mercado Público, do Chalé da Praça XV, do Calçadão de Ipanema, do Theatro São Pedro, do Araújo Vianna, da PUC, da Lima e Silva, da Cidade Baixa, dos meus amores, dos bares, do meu recanto... Mais: de tanto lugares, belezas e riquezas que não citei, mas passei e amei neste período. Quando aqui coloquei os pés para viver e nunca mais sair, tinhas 201 anos. Hoje, fazes 239 anos com o jogo do meu colorado no Beira-Rio e o Baile de Redenção, dois programas imperdíveis. Parabéns, minha Porto Alegre!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Decepção
Naquele dia, dissemos a mesma coisa.
Mas, na verdade, te decepcionei.
Com certeza, porém, não me decepcionaste.
É a vida que segue!
Com ou sem decepção.
Mas, na verdade, te decepcionei.
Com certeza, porém, não me decepcionaste.
É a vida que segue!
Com ou sem decepção.
Inter entre os gigantes do mundo
A Audi Cup, que acontece nos dias 26 e 27 de julho, em Munique (Alemanha), reúne os gigantes mundiais Bayern de Munique, Milan, Barcelona e...Internacional.
Só poderíamos ser nós. Alguma dúvida? Rumo a mais um título mundial, meu colorado.
Só poderíamos ser nós. Alguma dúvida? Rumo a mais um título mundial, meu colorado.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Santiago atira nos imperialistas
Como sempre, a charge de Santiago (acima) prescinde de uma legenda. É importante salientar que seu alvo é certeiro no caso das batalhas imperialistas na África e no Oriente Médio.
Sindicato lança publicação sobre aborto
Direcionado a jornalistas, será lançado amanhã, dia 25 de março, às 14h30min, o Guia para Profissionais de Comunicação sobre Aborto. A publicação das Jornadas Brasileiras pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro e servirá de fonte de informações para o trabalho de jornalistas que tratarem do tema. O local da apresentação é o Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul - rua dos Andradas, 1270, 13º andar, Centro.
Fenaj pede apoio a Sarney para PEC que restabelece obrigatoriedade do diploma de jornalista
Schröder e Sarney falaram sobre a PEC do diploma/Foto: Jane de Araújo
Em reunião nesta quarta-feira, 23, com o presidente do Senado, José Sarney, o senador Inácio Arruda, do PCdoB-CE, representantes da Federação Nacional de Jornalistas e de sindicatos da categoria pediram apoio para que a Casa dê prioridade à votação da proposta de emenda à Constituição - PEC 33/09 - que restabelece a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão.
De acordo com o presidente da Fenaj, Celso Schröder, a reunião com Sarney marca o reinício da campanha pela aprovação da PEC. "A visita ao presidente Sarney marca o reinício da campanha dos jornalistas brasileiros pela retomada da aprovação da PEC que reintroduzirá a obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício profissional", disse após a reunião.
Já aprovada pela CCJ, a matéria tramita sob a forma de substitutivo e aguarda análise do Plenário do Senado em dois turnos de votação. De acordo com Inácio Arruda, relator da matéria na comissão, a ideia é colocar a proposta em votação após a apreciação de medidas provisórias que aguardam deliberação do Senado. "Devemos votar medidas provisórias no máximo em duas semanas. Daí em diante, a pauta ficará livre por pelo menos 15 dias. Essa é a grande oportunidade de ter a votação da PEC dos jornalistas, que recebeu votação quase que unânime na nossa comissão de Justiça", explicou Arruda.
A PEC, de iniciativa do senador Antônio Carlos Valadares, do PSB-SE, estabelece que a profissão de jornalista é privativa do portador de diploma do curso superior de Comunicação Social, com especialização em Jornalismo, expedido por instituição oficial de ensino.
Em junho de 2009, o Supremo Tribunal Federal derrubou a necessidade do diploma, argumentando que restringia a liberdade de expressão. Para Schröder, no entanto, a interpretação do STF foi equivocada. "A liberdade de expressão do cidadão vai ser garantida através de um Jornalismo responsável, de um Jornalismo bem feito, e isso só é possível com profissionais comprometidos com a sociedade brasileira", argumentou.
* Rodrigo Baptista / Agência Senado
Ficha limpa: STF frusta sociedade
Estamos órfãos. Quem deveria sanear a política nacional, colabora para que nada mude. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem que a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) vale somente para 2012. Ou seja, quem estava sujo nas eleições passadas e não assumiu por isso, ganha agora o direito de voar para Brasília. No jato do STF, graças ao voto proferido pelo ministro Luiz Fux, recém nomeado pela presidenta Dilma Rousseff para compor o mais importante Tribunal do país. Não esperava nada do ministro Gilmar Mendes - que apenas confirmou sua trajetória -, mas Fux e José Dias Toffoli, indicado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, me decepcionaram. Aliás, não somente a mim, mas a sociedade brasileira. Esta tinha se mobilizado para aprovação de uma lei de iniciativa popular que indicava a moralidade e a ética como critérios para escoha de seus representantes. A Justiça barrou este desejo. E agora?
quarta-feira, 23 de março de 2011
Parlamentares organizam mobilização em favor da PEC dos Jornalistas
Nesta quarta-feira (23), parlamentares, entre eles o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), retomam a mobilização no Congresso Nacional em favor da aprovação da proposta que restabelece a exigência do diploma de jornalismo para exercício desta atividade profissional no país. O ato terá a participação da direção da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
Em 2009, o Supremo Tribunal Federal derrubou a necessidade da graduação superior em jornalismo, alegando que o diploma "restringe a liberdade de expressão". Autor da PEC dos Jornalistas, Pimenta entende que o STF cometeu um equívoco ao confundir liberdade de expressão com liberdade de informação. "O jornalismo não é uma atividade intelectual como afirmou de forma equivocada o Ministro Gilmar Mendes, pois um jornalista não deve, e por dever ético não pode, exercer a sua liberdade de expressão ao reconstruir a realidade", sustenta Pimenta.
A PEC dos Jornalistas já foi aprovada em todas as comissões da Câmara e aguarda para entrar em votação no plenário.
Folha de S.Paulo registra jornalistas como assessores administrativos*
A Folha de S.Paulo registrou dois jornalistas como assessores administrativos. A informação foi confirmada pelo vice-presidente do Comitê de Imprensa do Senado, o jornalista Fábio Marçal, que também é membro do Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal.
O Comunique-se teve acesso aos documentos que comprovam a irregularidade na contratação dos jornalistas. Nos dados, o jornal alega que o registro como assessor administrativo é uma norma da empresa. "Eu não sei se eles fazem isso pra fugir do sindicato ou pra burlar a legislação, é um absurdo", contestou Marçal.
O jornalista enfatiza que apenas os dois casos se tornaram conhecidos, mas acredita que outros profissionais já tenham passado pela mesma situação.
Para o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, Lincoln Macário Maia, a situação é absurda. "É um absurdo. É uma demostração de que veículos como a Folha são muito apressados em denunciar irregularidades, mas não prestam atenção no que acontece debaixo do seu nariz", afirmou.
Maia lembrou do caso de outra empresa, que segundo ele, também já cometeu a mesma irregularidade. "A Bloomberg também tenta disfarçar suas contratações de jornalistas. Essas ‘inovações’, formas toscas disfarçadas de sofisticação, precarizam a profissão", declarou. A Bloomberg não se pronunciou contra a acusação.
Deputado critica contratações
Há uma semana, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), autor da PEC que pede a volta da exigência do diploma de jornalismo para atuar na profissão, foi informado da irregularidade na Folha, e protestou. Segundo ele, que também é jornalista, irregularidades já eram cometidas em muitos veículos, mas tendem a aumentar. "É uma sinalização clara de que o fim do diploma levará à precarização da profissão", afirmou.
Procurada pela reportagem, a Folha ainda não se manifestou sobre o caso.
Fonte: www.comunique-se.com.br
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