No Twitter, o colega jornalista, partidário e amigo Adroaldo Bauer Corrêa postou um pequeno e comovente texto, que vale por um tratado. Divido, por obrigação, com vocês:
"Se apenas visse a chuva na vidraça e os pingos dágua rolarem no vidro, como poesia; mas é que bate nas ribanceiras e rolam barracos e gente."
Se estás, como eu, junto à vidraça e observas fascinado os pingos da chuva, pense nisso!
4 comentários:
Fico grato pela distinçãp a meus versos, colega. Além dos 140 toques do Twitter, eles resultam assim, no conjunto, como publicados no Retorno Imperfeito, meu blogue.
01 Outubro, 2009
da falta de graça da chuva
Se apenas visse a chuva na vidraça
e os pingos dágua rolarem no vidro, como poesia
mas é que bate nos morros e nas ribanceiras
e rolam barracos e gente em desgraça.
Valeu Jorge! Muito obrigado pela lembrança.
Muito bacana o teu blog, parabéns. Se todos fossem assim....q maravilha.
Forte abraço.
Na poesia pingos de chuva passam pela vidraça embassam e ponto final.
No realismo um pingo mais outro pingo ameaçam ,provocam ,derrubam a bendita terra frágil!!!!
Jorge fisgou muito bem os versos do Adroaldo Bauer.Uma boa reflexão..
Adorei teu blog,parabéns!!
Jorge, que belas e emocionantes palavras do Adroaldo sobre a chuva
e seus efeitos... emocionante! Obrigada por teres me enviado!
Domingo tem ato-show Fora Yeda . Mandei mensagem...
Um abraço da Lesia
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