sábado, 8 de setembro de 2007

Fernandão: a liderança volta ao Inter


A voz que "incendiou" o vestiário, elevando o brio dos jogadores colorados em dezembro de 2006 no Japão, está de volta. Os centenas de torcedores que foram ao Beira-Rio ontem à tarde, assistir ao treino do Inter, presenciaram o capitão Fernandão conversar, apontar o melhor caminho e "gritar" com companheiros (a foto de Alexandre Lops no site do Inter, reproduzida aqui, diz tudo). Como no inesquecível 17 de dezembro, quando nos tornamos campeões do Mundo, pode ser este o prenúncio de uma nova vitória rubra. Desta vez, será o momento de passar pelo Flamengo, neste sábado, para avançar na tabela. Não esperem o capitão na sua melhor forma física, mas contem com a sua liderança, essencial para o Inter neste momento. A ausência do jogador por mais de 100 dias foi, certamente, uma das razões pelo mal desempenho do time no atual Brasileirão. Vamos, Inter! Eu estarei lá te apoiando.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Boa notícia: exercício do jornalismo exige diploma

Para o reconhecimento da condição de jornalista, é necessário que o trabalhador comprove o preenchimento das formalidades legais que a profissão exige para seu desempenho: o prévio registro no órgão regional do Ministério do Trabalho e o diploma do curso superior de Jornalismo ou de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Seguindo este entendimento, a Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou (não conheceu) recurso de revista de uma ex-empregada da produtora X-Virtual S/A que pedia reconhecimento de vínculo de emprego na condição de jornalista. O relator da matéria foi o ministro Carlos Alberto Reis de Paula.

A empregada foi admitida em abril de 2002 como jornalista, mas, segundo informou na inicial, não houve anotação na carteira de trabalho. Recebia os salários por meio de nota fiscal, embora, conforme alegou, não possuísse empresa constituída ou inscrição como autônoma: o pagamento era efetuado por meio de uma segunda empresa, procedimento adotado também em relação a outros empregados, que recebiam por empresas diversas. Em fevereiro de 2004, a produtora deixou de efetuar os pagamentos, alegando falta de condições financeiras.
Ainda conforme narrado na inicial, a empregada atuava como repórter e editora de alguns programas e, nessa condição, afirmou ser responsável pelo roteiro de programas de viagem veiculados na Net, operadora de TV a cabo, desde a redação até a edição final, passando pelas demais etapas da produção. Na reclamação, pediu o reconhecimento de vínculo, a aplicação de reajustes salariais referentes aos jornalistas, horas extras além da quinta diária (uma vez que a legislação prevê, para os jornalistas, jornada de cinco horas), indenização por danos morais pelo uso indevido de sua imagem em material promocional e rescisão indireta do contrato de trabalho.

Leia mais no site do Sindicato dos Jornalistas/RS:
http://www.jornalistas-rs.org.br

Pavarotti vive!














Ainda triste com a morte do gigante Luciano Pavarotti na madrugada de ontem, consigo ressuscitá-lo na minha memória ouvindo parte de sua obra. Enquanto escrevo, ouço O Sole Mio, Passione, Mamma, Ave Maria, Volare, Panis Angelicus - algumas das grandes interpretações deste italiano de voz robusta, ressonante e reconhecível. E leio no Terra que o tenor de 71 anos teria deixado, na página principal de seu site, a última frase antes de morrer, em italiano e inglês:

"Penso que uma vida pela música é uma vida bem vivida, e foi a isto que me dediquei".

De fato, um dos maiores tenores de todos os tempos viveu em torno da música como poucos. E emocionou multidões ao redor do mundo, algo inimaginável para um artista clássico. Ou seja, ao lado dos espanhóis Plácido Domingos e José Carreras (na foto da AFP, os três em concerto memorável), tornou popular a ópera, espetáculo antes limitado a poucos. Foi criticado pelos puristas, mas nunca se incomodou com isso e seguiu exibindo seu vozeirão privilegiado em teatros e estádios de futebol, como o Beira-Rio, em Porto Alegre, em 1998. Ao lado de Roberto Carlos, cantou para mais de 50 mil pessoas. Quem foi, retornou emocionado de lá. Até hoje sinto culpa por não ter ido ao espetáculo por causa de um capricho bobo.
Restam agora os CDs, como Os Três Tenores In Concert, The Christimas Concert e Turandot, que guardo com especial carinho para ouvi-los hoje e sempre. Pavarotti vive!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Brasil reduz extrema pobreza pela metade, diz ONU

Relatório da ONU indica que Brasil já cumpriu importantes Objetivos do Milênio
Relatório produzido pelo governo federal, em parceria com a ONU (Organização das Nações Unidas), revela que o Brasil já cumpriu algumas das mais importantes metas acordadas entre 189 países durante a Cúpula do Milênio, realizada em 2000.
Uma das mais significativas foi a redução pela metade da extrema pobreza no País. Isso significa que, entre 1990 e 2005, 4,7 milhões de brasileiros deixaram essa condição. Houve ainda avanços expressivos em todos os oito Objetivos do Milênio fixados para serem alcançados até 2015, como a erradicação da fome, a promoção da igualdade entre os sexos, a redução da mortalidade na infância, o alcance do ensino primário universal etc.
As metas estabelecidas pelos oito Objetivos do Milênio, nas quais o País apresentou significativa melhora, dizem também respeito a temas como a erradicação da fome, a promoção da igualdade entre os sexos, a redução da mortalidade na infância, o enfrentamento de doenças como a AIDS e a malária, a universalização do ensino fundamental e a sustentabilidade ambiental.

Leia mais em:

http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=3215

Os homenageados nos 65 anos do Sindicato do Jornalistas/RS

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul já escolheu os colegas que serão homenageados durante o jantar-baile comemorativo aos 65 anos da entidade, marcado para o próximo dia 22. Depois de minuciosa pesquisa em seu arquivo de associados, o sindicato selecionou 22 profissionais que representam todos os segmentos da categoria, como reportagem, colunismo, fotografia e arquivo, rádio, televisão e assessoria.
A cerimônia será no clube Caixeiros Viajantes (Rua Dona Laura, 646 - Moinhos de Vento). Entre as atrações da festa, estão um show com músicos jornalistas e uma conferência sobre o tema ‘O papel da Imprensa em momentos de crise política’, com o ex-presidente da Fenaj, Armando Rollemberg, e convidados. Também haverá homenagem a ex-presidentes do sindicato e ao jornalista e ex-vice-presidente da entidade, João Aveline, falecido no ano passado.
Os ingressos estão à venda por R$ 15 para sócios em dia e R$ 20 para não-sócios, na sede da entidade e com integrantes da diretoria. O convite dá direito a um CD que reúne faixas de jornalistas, como Nelson Coelho de Castro, Nando Gross, Arthur de Faria, Gustavo Telles, Jimi Joe, Renato Martins e Renato Mendonça, que ferão apresentação ao vivo.

Homenageados, em ordem alfabética


- Ademar Vargas de Freitas
- Affonso Ritter
- Alceu Feijó
- Anibal Bendati
- Carlos Alberto Kolecza
- Carlos Bastos
- Celito de Grandi
- Darci Demétrio
- Dirceu Chirivino Gomes
- Ema Belmonte
- Ercy Torma
- Isnar Ruas
- Ivette Brandalise
- João Batista Marçal
- Jorge Mendes
- Lauro Quadros
- Luiz Armin Schuch
- Luiz Pilla Vares
- Raul Quevedo
- Renato Gianuca
- Ronny Blass
- Tânia Carvalho

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Como funcionam os blogueiros ligados à grande mídia

Um leitor do Blog de Mirian Leitão, Edinho Kunzler, mandou um post no dia 30 de agosto, abordando dois assuntos pertinentes: a comparação da cobertura midiática em relação aos filhos de Renan Calheiros e de Fernando Henrique Cardoso fora do casamento, e a questão da venda da Companhia Vale do Rio Doce por uma míseros tostões. Pediu resposta. Outros leitores seguiram seu raciocínio. No dia 5 de setembro, o Edinho estava novamente lá pedindo uma resposta. Que certamente não veio. Vale a pena acompanhar o esforço - em vão - do leitor.

Edinho Carlos Kunzler - 30 Agosto, 2007

A internet traz para as pessoas inúmeras vantagens que a televisão sequer sonha em disponibilizar. Cito duas, que na minha opinião, são arrebatadoras: a possibilidade de questionar os fatos, as versões, os jornalistas e os próprios meios de comunicação; a possibilidade de se buscar outras versões para os fatos que não sejam apenas a “grande verdade” que a televisão, os jornais e as revistas tentam nos empurrar goela a baixo diariamente e/ou semanalmente.
Dito isso, gostaria que a senhora Miriam Leitão aproveitasse o espaço democrático da internet e expressasse sua opinião sobre três assuntos. Listo-os:
1º - Creio que todos sejamos a favor da cassação do mandato do senador Renan Calheiros, não só pelos crimes cometidos, mas pela representatividade de sua imagem como um dos modelos ainda existentes da velha politicalha que se pratica no país. Contudo, o que se tem como maior prova, é o “financiamento” indevido de seu filho com uma jornalista (que se aceitou o dinheiro de fonte indevida e sabia de tal fato também é criminosa, então, por que não julgá-la?). Porém, lá pelos idos de 1994 um candidato à presidência também deu sua pulada de cerca e, justamente, com uma jornalista. Consta que mãe e filho foram enviados à Europa e sustentados por uma empresa privada de modo que não se criassem motivos para desestabilizar o governo deste senhor. A pergunta: não são casos idênticos? Então, por que não julgar (e expor) também o caso deste ex-candidato/ex-presidente?
2º - Em setembro ocorrerá um plebiscito questionando a validade do leilão da Companhia Vale do Rio Doce. Ocorre que, no edital do leilão (em 1999), literalmente sumiram mais de 9 bilhões de toneladas de minério de ferro de suas reservas (estimadas em mais de 12 bilhões de toneladas pela própria empresa em documento encaminhado à Securities and Exchange Commission em 1995). O presidente daquele período, é réu no processo de nº 1999.39.00.007303-9, acusado de dilacerar o patrimônio público. Pergunta: como a senhora vê tal acusação e este sumiço de grande parte do patrimônio da empresa? Faltou competência do governo, ou houve má fé?
3º - No final do seu mandato (em 2001), o antecessor de Lula, assinou um decreto ampliando o foro privilegiado para ex-ocupantes da cadeira do executivo. Todos sabemos que o maior instrumento da impunidade, no Brasil, é o foro privilegiado. Pergunta: como a senhora interpreta a ampliação de tal prerrogativa em benefício próprio do presidente daquele período e será que existe alguma relação com os casos anteriores?
Aguardo respostas ansiosamente.
Abraços, Edinho.

Juscelino Corrêa - 30 Agosto, 2007

Também, pegando uma carona com o Edinho. Por quê Fernando Henrique também não foi julgado por crime de ética quando dentro Palácio do Planalto, ou seja, dentro dem orgão público e uma pessoa pública, chamou eu você e toda nação de tupiniquins sem cultura?

Respostas que não calam: Será que ainda há esses paradigmas de quando tem um presidente que tabalha para o social tem que persegui-lo de todas formas?

Abraços

Laura - 31 Agosto, 2007

Mandou bem Edinho Carlos,
ela vai fingir que não leu, tenho certeza, mas a gente tá sabendo que no fundo, no fundo ela vai ficar incomodada rss
Essa mulher não presta como profissional.

Edinho - 5 Setembro, 2007

Santa Maria, RS, 04 de setembro de 2007 (já se passaram 5 dias)… respostas???

Edinho - 5 Setembro, 2007

À propósito!
O QUE é, PARA QUE, e PARA QUEM serve a liberdade de imprensa?
Para os donos dos meios de comunicação falarem aos quatro ventos O QUE querem, COMO querem e contra (ou a favor) DE QUEM querem?
Ou é a liberdade dos leitores/ouvinte/telespectadores em ter acesso às várias versões sobre os fatos (só lembrando que ninguém é dono da verdade factual; cada um tem a sua versão e a mídia brasileira, com raríssimas exceções, é especialista em misturar fato com opinião e vender como verdade factual, sempre apoiada na tal imparcialidade - seria herança da imparcialidade do planejamento político do regime militar?)?
E, por que a função de jornalista não tem regulamentação? E também não existe um conselho (assim como CREA, por exemplo) de jornalistas, que lute por seus interesses profissionais? Seria por pressão dos patrões?

Resposta deste blogueiro independente ao Edinho:
Sim, não temos ainda um Conselho Federal dos Jornalistas (CFJ) por pressão das grandes empresas, de seus colunistas e de jornalistas mais graduados. Confundem liberdade de imprensa com liberdade de empresa. Mas nós, jornalistas da planície, continuamos a luta.

Mídia sempre quis governar

O movimento de boa parcela da mídia nos recentes episódios envolvendo o governo brasileiro não é novidade para quem tem memória. Não esqueçamos que, na história da República, isso é rotineiro e parece não ter fim. A imprensa brasileira, conservadora e elitista, tem um lado, é parcial e age de acordo com os seus interesses. Sempre aconselho a leitura de dois livros essenciais e reveladores do papel decisivo da mídia nos destinos do País. Chatô, o Rei do Brasil, de Fernando de Morais, e Notícias do Planalto, de Mario Sergio Conti, são obras que exibem tanto o conchavo de governos com a imprensa como o papel desta na derrubada de presidentes. Foi assim com Getúlio Vargas, com Juscelino Kubitschek e com Jango Goulart (na foto, em comício na Central do Brasil, um de seus últimos atos antes do golpe militar). E até com Fernando Collor de Mello, endeusado quando necessário e demonizado no momento em que não servia mais. O povo já estava nas ruas.
A grande imprensa é controlada por meia dúzia de famílias "tradicionais". Foi assim no passado, é no presente e será no futuro, se não houver a necessária democratização dos meios de comunicação. Fazem décadas que a imprensa de São Paulo é controlada pelas famílias Frias, Mesquita e Civita, e a do Rio, pela família Marinho. Mandam e desmandam, elegem e derrubam governantes. Apoiaram ostensivamente o golpe militar de 64, responsável por atrocidades, centenas de mortos e desaparecidos, muita dor...
Mas o inusitado aconteceu em 2002, quando o eleito não fora ungido nos gabinetes dos barões da mídia. Lula, um operário e não um doutor, desafiou o domínio do poderosos e não encontrou mais paz. Voltou em 2006 numa campanha em que o bordão "deixem o homem trabalhar" tinha o endereço certo. Não adiantou: novamente, a mídia avança e ataca com o objetivo de controlar o pensamento da nação. Nada interessa a não ser a opinião dos donos de grupos empresariais. Liberdade de imprensa? Não, de empresa!

Yeda e a Emater

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Dallari: há uma epidemia chamada Lulofobia

Entrevista com o professor Dalmo Dallari é elucidativa. Vale a pena conferir:

Como o senhor vê a tentativa da oposição em associar o presidente Lula com os escândalos de corrupção que convulsionaram o governo nestes dois mandatos?

Dalmo Dallari: Eu estou convencido de que estamos vivendo no Brasil uma epidemia do que eu chamaria de Lulafobia. Há uma verdadeira Lulafobia. O que se verifica é que as elites, ditas elites ou pretensas elites tradicionais, até hoje não se conformaram em ver um operário na Presidência da República. E têm muito medo de que isso crie um hábito, de que isso se repita, e querem de qualquer maneira desmoralizar o presidente Lula, para impedir que na sua sucessão se repita alguma coisa parecida.

Quer dizer, o que se quer é desmoralizar o Lula para reconquistar o terreno perdido pelas elites tradicionais. E o que se verifica, é que, infelizmente, grande parte da imprensa age segundo essa Lulafobia. Grandes jornais brasileiros se tornaram verdadeiros boletins anti-Lula. Hoje não se pode ler com confiança o noticiário político dos grandes jornais. Eu mesmo tenho feito uma observação que durante anos utilizei os jornais como matéria de aula.
Na minha disciplina de Teoria Geral do Estado, eu levava jornais para comentar com os meus alunos. Hoje eu não faria isso, porque não confio naquilo que sai na grande imprensa. Sei que há muita invencionice, muita distorção, mentira, exatamente por causa da Lulafobia. Então, é um dado muito negativo da nossa realidade de hoje.

Íntegra em: http://poemaseconflitos.blogspot.com/

domingo, 2 de setembro de 2007

Mundo insano, justiça branda

Tive coragem de ler apenas a manchete no Terra:

Criança é violentada e morta a pedradas em Minas

É um absurdo que isso continue acontecendo.
Um sujeito que comete tal barbaridade com uma inocente não merece conviver com a sociedade. Seu destino deveria ser o mofo de uma cadeia. Mas a lei penal brasileira prevê um máximo de 30 anos, com possibilidade de redução.
É triste!

sábado, 1 de setembro de 2007

Denúncia de mensalão tucano sai até dia 10

Relatório da Polícia Federal sobre o mensalão do PSDB é devastador, atingindo 70 personalidades políticas e empresariais Até o dia 10 de setembro. Esta é a previsão da Procuradoria da República para apresentação da denúncia contra o senador mineiro Eduardo Azeredo.
Aos que tiveram acesso ao relatório da Polícia Federal (PF), ficou uma impressão de que se trata, talvez, da mais perfeita investigação realizada nos últimos 20 anos no país. As conclusões são baseadas em uma farta documentação e depoimentos que comprovam a efetiva utilização, em 1998, de uma enorme quantidade de dinheiro público a financiar a campanha eleitoral de Azeredo.
A cautela excessiva adotada, neste procedimento, pela Procuradoria da República é fruto do amadurecimento das relações com a Polícia Federal, que teria pedido ao procurador para não apresentar a denúncia no Supremo antes da conclusão do relatório do inquérito.
Quase a totalidade do primeiro escalão do governo de Azeredo está envolvida e será denunciada. A famosa lista de Cláudio Mourão foi tremendamente investigada, comprovando a veracidade da mesma. Se confirmado, o prazo previsto para apresentação da denúncia pela Procuradoria da República, que servirá de base para representação do PSOL no Senado, é bem possível que o julgamento de Azeredo saia antes ou, no máximo, junto com a do presidente da Casa, Renan Calheiros. Nos últimos dias ainda foi tentado uma manobra política para evitar a apresentação da denúncia pelo ministro Walfrido dos Mares Guia. Porém, a mesma, foi afastada, diante da determinação de membros da Polícia Federal e da Procuradoria da República.
Se a lista do Cláudio Mourão foi realmente "tremendamente investigada" o procurador terá que denunciar o atual governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que consta como recebedor de R$ 110.000 em 1998. Será que ele terá coragem? Como será que reagirão os formadores da opinião tucana?

Mônica (ex-Renan) continua vestida

A Playboy que chega às bancas nos próximos dias não terá a ex-amante do presidente do Senado Renan Calheiros na capa. O ensaio sensual será de outra ex. A ex-namoradinha de Supla na Casa dos Artistas, a atriz Bárbara Paz. A justificativa da editora Abril é que o ensaio de Mônica Veloso não ficou pronto a tempo para a edição deste mês. O Blog do Rovai, porém, tem informações confiáveis de que a alegação é falsa e de que a revista estava diagramada com as fotos da ex-Renan. Com o crescimento das assinaturas para a criação da CPI da Abril-Telefônica no Congresso um dos advogados da empresa dos Civita alertou que a publicação das fotos nuas da principal testemunha do caso Renan numa revista do grupo poderia trazer prejuízos ao processo. Afinal, a empresa dos Civita estaria contratando e pagando caro por um trabalho dessa testemunha. Civita teria ordenado pessoalmente a suspensão da publicação das fotos da moça. Foi nessa hora que o ensaio de Bárbara Paz, que estava engavetado, foi editado às pressas para ser o destaque do mês. E se o leitor está ansioso para ver as fotos da moça de Brasília, há quem diga que este é que vai esquentar as gavetas da redação. Enquanto o caso Renan não for resolvido e a ameaça de CPI da Abril-Telefônica não desaparecer Mônica Veloso ficaria, inclusive, sem receber o cachê. Com a palavra a Editora Abril."

O Rovai fica aqui:

http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/blog/texto_blog.asp?id_artigo=885

Emater: demissões atingem área técnica

Informação publicada na sexta-feira (31 de agosto) no blog do deputado Elvino Bohn Gass (PT) confirma que as demissões na Emater atingem a área técnica, que abriga aqueles servidores que prestam atendimento de extensão rural aos agricultores. E que boa parte deles não ganhava altos salários, já que até faxineiras e técnicos agrícolas foram demitidos. A constatação do deputado parte da análise da lista dos primeiros dispensados no município de Pelotas.
O parlamentar faz um apelo, inclusive, para que sejam enviados ao blog outras listas de demitidos. Durante a campanha eleitoral, a campanha Yeda Crusius chegou a enviar correspondência aos funcionários, comprometendo-se a não efetuar dispensas na empresa. Quando anunciou que demitiria cerca de 300 servidores, afirmou que apénas aposentados e empregados do setor administrativo seriam atingidos e que a extensão rural não seria afetada pelos cortes.
Nos últimos dias, circula entre os servidores a versão de que serão demitidos mais de 400 servidores. A governadora foi vaiada na sexta-feira, na Expointer, pelos funcionários da Emater.

Confira o comentário do deputado


As provas da mentira

Começam a surgir as provas de que o governo Yeda mentiu quando disse que as demissões na Emater seriam apenas de aposentados e servidores do setor administrativo. Recebi agora uma lista dos funcionários que já foram demitidos na região de Pelotas e constato que, ao contrário do que o governo anunciou, a maioria dos dispensados atuava na área técnica, ou seja, diretamente com os agricultores. Ah! E que boa parte deles não ganhava altos salários já que até faxineiras e técnicos agrícolas foram demitidos.
Neste ritmo, o governo Yeda vai desmantelar totalmente um dos melhores, mais eficientes e fundamentais serviços públicos do Rio Grande do Sul: a extensão rural. O momento é gravíssimo. Solicito que todos os que souberem de alguma demissão na Emater remetam os nomes dos servidores para este blog. Precisamos unir forças e reagir. Na próxima quinta-feira, a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembléia Legislativa vai debater o desmonte da assistência técnica rural pública em nosso Estado. Todos estão convidados.

A lista (parcial) das demissões na Região Sul – Pelotas

1. Arzelinda Alice Diogo Rodrigues - Arroio Grande - faxineira
2. Neiva Brahm Lopes - Jaguarão – auxiliar administrativa
3. Vera Maria Coelho - Morro Redondo – extensionista de Bem Estar Social
4. Neli Enilda da Silva - Pinheiro Machado - extensionista de Bem Estar Social
5. José Luiz Borges - Santana da Boa Vista – técnico agrícola
6. Jair Seidel - Pelotas - zootecnista
7. Geraldo Büttow Torchelsen - Pelotas – agrônomo
8. Luiz Carlos Migliorini - Pelotas - técnico agrícola
9. Vera Lúcia Gonçalves Botelho - Pelotas – auxiliar administrativo
10. Vera Lúcia Schreinert - Pelotas - extensionista de Bem Estar Social
11. Clair Marilei Cruz - Rio Grande - extensionista de Bem Estar Social
12. James Arlen Souza Meireles - Rio Grande - agrônomo
13. Terezinha Rodrigues de Freitas - Capão do Leão - faxineira
14. Ariovaldo da Rocha Goularte - Piratini - agrônomo
15. Mario Andrade Porto - Piratini - Agrônomo
16. Flávia Tourinho Vargas - Piratini - extensionista de Bem Estar Social
17. Jussara Lopes Furtado - Piratini – auxiliar administrativo
18. Bruno Alfredo Miritz - ESREG - agrônomo
19. Luiz Adilson dos Santos – ESREG - agrônomo
20. Fernando Antônio Alves - ESREG - agrônomo
21. Luiz Alberto Nickel – ESREG - contador

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Luz


Amigos, alguém pode estar só, acabrunhado no seu canto, com vontade de chorar...
É o momento de despertar e sentir que existe muita luz na sua frente. É esta onda eletromagnética que nos faz sentir que existe muita gente olhando para nós. E são estes olhares que nos fazem enxugar as lágrimas, que nos permitem levantar e encarar o caminho com alegria e força.
A vida é um caminho de duas vias: ou é trilhado com um sorriso no lábios ou com um tristeza na alma, dependendo das circunstância. Mas a vida nos foi dada e isso é que importa.
Vivamos, portanto!

A Vale é nossa: participe do plebiscito

Entre 1º e 7 de Setembro de 2007, decida se a Vale do Rio Doce deve permanecer nas mãos do capital privado ou voltar aos mãos do povo brasileiro! A Vale, até 1997 era uma empresa pública, propriedade do povo brasileiro. Era a maior mineradora do mundo! Sem contar o valor imensurável das riquezas naturais que ela explora, apenas suas estruturas físicas eram avaliadas em 1997 em R$ 92 bilhões de reais! Mas FHC a vendeu ao capital estrangeiro por R$ 3 bilhões!!
De 98 pra cá, ela já gerou de lucro pra seus proprietários R$ 33 bilhões ,ou seja, 10 vezes o valor gasto na sua compra! Se esta riqueza seguisse nas mãos o povo, poderiam ser construídas mais de 500 universidades ou hospitais, assentar mais de 1 milhão de famílias sem-terra ou gerar 13 milhões de Postos de Trabalho pelos projetos do MTD!

As urnas podem ser organizadas em todos os cantos do país.Para saber onde votar, procure o comitê estadual (a lista de contatos está no site da campanha). Se precisar de mais orientações sobre os locais de votação, procure uma das organizações mais próximas de você que estão engajadas na campanha, como: Assembléia Popular, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Grito dos Excluídos Continental, Movimento Pequenos Produtores (MPA), Consulta Popular, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), União Nacional dos Estudantes (UNE), Movimento Evangélico Progressista, Via Campesina, Pastoral Operária (PO), Pastoral Carcerária, Central de Movimentos Populares (CMP), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Cáritas, Comissão Pastoral da Terra (CPT), sindicatos ligados a CUT, Conlutas, Intersindical, Corrente Sindical Classista (CSC), entre outros.

Como eu ajudar no plebiscito popular?

Você pode montar um Comitê Local para o Plebiscito Popular (no seu bairro, sindicato, condomínio, lugares de grande circulação de pessoas, etc). É simples e ajuda a gerar debates e organizar a população. Para formar um comitê local, promova um debate na sua comunidade, trabalhando as quatro perguntas do plebiscito, com a ajuda dos materiais da campanha.
O Comitê Local deve ser responsável pelas urnas e pelo contato com o comitê estadual.As urnas podem ser montadas em qualquer local. Você pode formar até mesmo uma urna móvel, circulando de carro e coletando votos em lugares de grande circulação de pessoas.

Mais informações no site www.avaleenossa.org.br

Walden ou a Vida nos Bosques

A colega Lu Vilella, da Bamboletras, continua sugerindo boas leituras para os amigos e clientes da sua livraria, localizada no Shopping Nova Olaria, aqui ao lado de casa. Ela avisa que acaba de sair uma bela reedição de Walden ou a Vida nos Bosques, de Henry Thoreau. Livro fundamental que andava esgotado, desde a sua publicação, em 1854, Walden se converteu numa bíblia secreta, lida e amada no mundo inteiro. Reza a lenda que, sem esse texto visionário, que une poesia, ciência e profecia, não teria havido Gandhi, o movimento ecológico e muitos outros movimentos pela liberdade em várias partes do planeta. Na verdade, Walden, acompanhado de A Desobediência Civil, tem inspirado sucessivas gerações a se insurgirem contra o convencional "american way of life", não só na bélica terra de Tio Sam.
"A vida nas grandes cidades depende da vida nos bosques - assim, Walden levou a geração dos hippies a redescobrir a terra e a natureza, as árvores e os rios, os bichos e as estrelas. Estimulou e justificou a desobediência civil contra o Estado guerreiro e tributário. Ensinou o homem a ser solidário mesmo na solidão, identificando o seu semelhante - o outro ao mesmo tempo igual e diferente - e a comungar com o universo".
Walden ou a Vida nos Bosques é uma publicação da editora Ground e custa R$ 36,00. O e-mail da Bamboletras é livraria@bamboletras.com.br.
Tá aí a sugestão da Lu. Boa leitura a todos...

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Continua o desrespeito ao Jornalismo


Não é de hoje que o Jornalismo virou saco de pancada, especialmente por parte dos barões da mídia. Agora, uma importante instituição de ensino superior, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), de São Paulo, assume esta postura ao decidir que só publicitário pode fazer jornal. Uma licitação para produção de informativo só está aceitando a participação de agências de publicidade. É um absurdo e deve ser combatido por todos os jornalistas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Donos da mídia atendidos - do Blog do Mino

O STF está a se redimir. Pelo menos por enquanto, sem previsão do desfecho final. A mídia foi atendida: o Supremo acolheu a denúncia de formação de quadrilha contra os acusados do governo e do PT. Primeiro entre todos, o cardeal José Dirceu. Digo, o cardeal Richelieu de Luis XIII, digo, do presidente Lula. Quer dizer, a tese do mensalão está de pé. Escrevi ontem que cairia caso não fosse acolhida a denúncia. Até quando irá o processo não se sabe, mas o que já aconteceu levará os patrões da mídia a abrir garrafas de Don Perignon e Cristal. Eles podem, e, quem sabe, sirvam alguns flutes aos seus sabujos mais chegados. Será para eles uma noite muito alegre. De minha parte, tomaria, houvesse razões, champagne Salon. Tenho razões apenas para insistir em um ponto: continua muito difícil provar o mensalão, enquanto não seria, e provavelmente não será, acrescentar um capítulo à longa história conhecida como Caixa Dois, protagonizada há décadas por políticos e empresários.

http://blogdomino.blig.ig.com.br

Festança dos jornalistas gaúchos

Colegas jornalistas e amigos em geral, no dia 22 de setembro vai ter festança aqui em Porto Alegre. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul estará completando 65 anos de luta e promoverá o seu tradicional baile no Clube Caixeiros Viajantes, no Bairro Moinhos de Vento, na capital gaúcha. O evento será mais do que uma oportunidade para dançarmos. A partir das 20h, teremos uma conferência com o ex-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Armando Rollemberg, sob o tema "O papel da imprensa em momentos de crise política".
Depois, vamos homenagear os ex-presidentes da entidade e 20 profissionais gaúchos que fizeram a história do Jornalismo, seguido de show com músicos gaúchos que também são jornalistas. Após, vem o baile que servirá para confraternização da categoria.
Os ingressos estarão à venda a partir desta sexta-feira, dia 31 de agosto, ao preço de R$ 15 para sócios em dia e R$ 20 para não-sócios, na sede da entidade e com os integrantes da diretoria. O convite dá direito a um CD produzido pelo Sindicato, reunindo faixas de jornalistas músicos, como Nelson Coelho de Castro, Nando Gross, Arthur de Faria, Gustavo Telles, Jimi Joe, Renato Martins e Renato Mendonça, que também estarão no local dando uma mostra de seus trabalhos.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Questionada a constitucionalidade do decreto que institui o Sistema de TV Digital

Os procedimentos do governo federal para implantação da TV digital no Brasil sem aprovação do Congresso Nacional estão sendo questionados no Supremo Tribunal Federal (STF). O Partido Socialismo e Liberdade ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade do Decreto 5.820/06. O PSOL pede, liminarmente, a suspensão dos efeitos do decreto. O relator do processo é o ministro Carlos Ayres Britto.

Leia mais no site da Federação Nacional dos Jornalistas:
http://www.fenaj.org.br