Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
terça-feira, 23 de outubro de 2007
É difícil definir "amigo"
Amigo é quem lhe dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que lhe faz falta.
Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas.
É quem tentou e fez, e não é egoísta para não querer compartilhar o que aprendeu.
É aquele que ajuda e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer já o realimenta e satisfaz.
Amigo é quem entende seu sentimento porque já sentiu, ou um dia vai sentir, o mesmo que você. Um amigo é compreensão para o seu cansaço e complemento para as suas reticências.
É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir de vez em quando, sua sede de inovar sempre.
É ao mesmo tempo espelho que o reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas.
O amigo se compadece pelos seus erros, e vibra com o seu sucesso.
É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais o seu sorriso.
Amigo é aquele que toca suas feridas com mãos de veludo; acompanha suas vitórias com euforia e faz piada para amenizar seus problemas.
Amigo é aquele que sente medo, dor, náusea, cólica, e chora, como você. E, se pudesse, sofreria no seu lugar.
Um amigo sabe que viver é ter história para contar.
É quem sorri para você sem motivo aparente, sofre com seu sofrimento, e é o padrinho natural dos seus filhos.
É aquele que encontra para você aquilo que nem você sabia que buscava. Amigo é quem lhe envia cartas, esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas.
É aquele que lhe ouve ao telefone mesmo quando a ligação parece caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se estivesse olhando em seus olhos.
Amigo é aquele que entende o que seus olhos dizem, sem precisar de palavras.
É aquele que adivinha seus desejos, seus disfarces, suas alegrias, e percebe seus medos.
Amigo é quem aguarda pacientemente que surja aquele brilho no seu olhar e se entusiasma quando o vê surgir. É quem tem sempre uma palavra sob medida quando seus olhos se cobrem de lágrimas. E é também aquele que sabe quando você está lutando para sufocá-las na garganta.
Amigo é como lua nova, é como a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores, que cabem todas na sua íris.
Amigo é verdade e razão, sonho e sentimento...
Amigo é aquele que lhe diz: "eu amo você" sem qualquer medo de má interpretação.
Enfim, amigo é quem ama você e ponto final.
Equipe do site www.momento.com.br, com base em texto de Marcelo Batalha, intitulado "Amigo, um Ensaio", disponível no site http://www.velhosamigos.com.br, e em verbetes do livro Dicionário da Alma, de Francisco Cândido Xavier, Ed. FEB.
domingo, 21 de outubro de 2007
Tiramos a touca verde no Beira-Rio


Lavamos a alma hoje no Beira-Rio. Ao vencermos o Juventude - filial gremista - por 3 a 0, avançamos na tabela e estamos em 11º lugar no Brasileirão. Tiramos a touca verde da cabeça. Pelo que o time apresentou e pela qualidade técnica de nossos jogadores - com show de Fernandão - , deveríamos estar disputando o título. Mas isso é conversa para outra hora. O momento é de perguntar aos torcedores da Azenha que encontrarmos: "O que é segunda divisão?". Afinal, nós não sabemos.
Quanto ao jogo, foi um festa. Milhares de colorados estavam no estádio apoiando o time do início ao fim da partido. Aliás, como pedi em postagem anterior. O que me emociona é ver o programa traz crianças para o estádio. São centenas de meninos e meninas que recebem o time e depois vão para as arquibancadas torcerem para o time. Trata-se de uma iniciativa com resultado garantido no futuro. As fotos que captei no jogo mostram os dois momentos: a torcida enfezada e a gurizada vibrando.
Opa, não estamos na água....
Minutos antes da largada do GP do Brasil, última etapa do Mundial de Fórmula-1, a repórter global circulava entre os carros, pilotos, mecânicos e celebridades. Quando solicitada sua intervenção, ela foi rápida na transmissão:
- O Hamilton estacionou o seu barco... Opa, o seu carro.
E continuou a narrativa.
Isso acontece com repórteres de TV acostumados com gravação de reportagens e, ocasionalmente, são submetidos a entradas ao vivo.
- O Hamilton estacionou o seu barco... Opa, o seu carro.
E continuou a narrativa.
Isso acontece com repórteres de TV acostumados com gravação de reportagens e, ocasionalmente, são submetidos a entradas ao vivo.
Absurdo: juiz considera lei Maria da Penha inconstitucional e "diabólica"
A Folha de S.Paulo traz reportagem neste domingo (íntegra exclusiva para assinantes do jornal e UOL) com um juiz de Sete Lagoas (MG) que considerou inconstitucional a Lei Maria da Penha.
De acordo com a reportagem, o juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues rejeitou pedidos de medidas contra homens que agrediram e ameaçaram suas companheiras. A lei é considerada um marco na defesa da mulher contra a violência doméstica.
"Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem (...) O mundo é masculino! A idéia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!", diz Rodrigues, segundo a reportagem.
A Folha teve acesso a uma das sentenças do juiz que chegou ao Conselho Nacional de Justiça. Em 12 de fevereiro, ele sugeriu que o controle sobre a violência contra a mulher "tornará o homem um tolo".
Segundo a reportagem, Rodrigues usou uma sentença-padrão, repetindo os mesmos argumentos nos pedidos de autorização para adoção de medidas de proteção contra mulheres sob risco de violência por parte do marido.
A Folha procurou ouvi-lo. A 1ª Vara Criminal e de Menores de Sete Lagoas informou que ele está de férias e que não havia como localizá-lo.
Sancionada em agosto de 2006, a Lei Maria da Penha (nº 11.340) aumentou o rigor nas penas para agressões contra a mulher no lar, além de fornecer instrumentos para ajudar a coibir esse tipo de violência.
De acordo com a reportagem, o juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues rejeitou pedidos de medidas contra homens que agrediram e ameaçaram suas companheiras. A lei é considerada um marco na defesa da mulher contra a violência doméstica.
"Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem (...) O mundo é masculino! A idéia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!", diz Rodrigues, segundo a reportagem.
A Folha teve acesso a uma das sentenças do juiz que chegou ao Conselho Nacional de Justiça. Em 12 de fevereiro, ele sugeriu que o controle sobre a violência contra a mulher "tornará o homem um tolo".
Segundo a reportagem, Rodrigues usou uma sentença-padrão, repetindo os mesmos argumentos nos pedidos de autorização para adoção de medidas de proteção contra mulheres sob risco de violência por parte do marido.
A Folha procurou ouvi-lo. A 1ª Vara Criminal e de Menores de Sete Lagoas informou que ele está de férias e que não havia como localizá-lo.
Sancionada em agosto de 2006, a Lei Maria da Penha (nº 11.340) aumentou o rigor nas penas para agressões contra a mulher no lar, além de fornecer instrumentos para ajudar a coibir esse tipo de violência.
Perguntar não ofende
A nota abaixo é da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo:
Novo endereçoA jornalista Miriam Dutra, da TV Globo, deixou Barcelona depois de 11 anos na cidade. Ela foi transferida para Londres, onde passa a integrar a equipe de Marcos Losekan, chefe do escritório da Globo na Cidade.
A pergunta que não quer calar é simples: alguém sabe qual foi a última matéria realizada pela jornalista para algum dos telejornais da TV Globo?
Para quem não sabe, Miriam Dutra é mãe de um menino chamado Tomás. O pai dele atende pelo nome de Fernando Henrique Cardoso. A imprensa brasileira achou um horror que Renan Calheiros tenha usado um amigo lobista para pagar a pensão alimentícia de sua filha com Mônica Veloso.
Mas nunca deu um pio sobre o caso de FHC. Não é no mínimo esquisito que a TV Globo, uma concessionária de serviço público, pague salários e mantenha uma jornalista no exterior sem que ela realize uma mísera pauta para seus telejornais?
Como diria o gaiato: cada um com seus problemas.
Não tem saída: Inter sobe, Ju despenca
Hoje à tardinha, no Beira-Rio, o torcedor colorado assistirá a um jogo de duplo propósito. O objetivo do Internacional é subir na tabela, chegando à zona da Sul-Americana e afastando-se do perigo da segunda divisão. O outro objetivo é derrubar ainda mais o Juventude, "toca" do Inter e filial do Grêmio em muitos campeonatos. Assim, no próximo ano, o time da Azenha não terá seis pontos garantidos na tabela.Acho que eles já estão da divisão de baixo, mas precisamos enterrá-los de vez. E isso só será possível com o apoio maciço da torcida colorada. Nem mesmo a chuva prevista para o horário da partida será capaz de afastar os colorados de nosso estádio. Eu estarei lá. E tu?
A foto ao lado é uma mostra de como devemos nos comportar na partida contra eles. Até a vitória, colorados!!!!
Tu já disseste "eu te amo" hoje?
Sei que muitas pessoas têm dificuldade para exibir seus sentimentos.
Olha, não é difícil como parece.
Tente, mostre o teu carinho.
Não estou falando apenas de amor no sentido físico da paixão, da atração, do sexo.
Me refiro ao amor puro, ao amor universal, aquele que brota espontaneamente do coração e jorra sem controle, somente para extravasar, somente pelo prazer de se doar.
Não importa se o outro retribui ou não.
Amigos, amo vocês!
Olha, não é difícil como parece.
Tente, mostre o teu carinho.
Não estou falando apenas de amor no sentido físico da paixão, da atração, do sexo.
Me refiro ao amor puro, ao amor universal, aquele que brota espontaneamente do coração e jorra sem controle, somente para extravasar, somente pelo prazer de se doar.
Não importa se o outro retribui ou não.
Amigos, amo vocês!
sábado, 20 de outubro de 2007
O que muda com a reforma da língua portuguesa
Pessoal, vamos começar a nos acostumar com as mudanças. As novas regras da língua portuguesa devem começar a ser implementadas em 2008. As modificações, se aprovadas, incluem fim do trema e devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro. Muita gente ficará feliz com algumas exclusões.
Veja abaixo quais são as mudanças.
HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes
ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra",
"infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r - ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma
vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)
2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o
artigo)
3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")
4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da
preposição com o artigo)
5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e
"pera" (preposição arcaica)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos
verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem",
"deem", "leem" e "veem"
2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"
ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia",
"idéia", "heróica" e "jibóia"
2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo.
Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"
Veja abaixo quais são as mudanças.
HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes
ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra",
"infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r - ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma
vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)
2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o
artigo)
3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")
4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da
preposição com o artigo)
5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e
"pera" (preposição arcaica)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos
verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem",
"deem", "leem" e "veem"
2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"
ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia",
"idéia", "heróica" e "jibóia"
2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo.
Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Armadilhas de língua portuguesa
Tu sabes o que é tautologia?
É o termo usado para um dos vícios de linguagem.
Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'.
Mas há outros, como tu podes pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada? É
óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias.
Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.
É o termo usado para um dos vícios de linguagem.
Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'.
Mas há outros, como tu podes pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada? É
óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias.
Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Momentos
Há momentos na vida em que sentes tanto a falta de alguém que gostarias de tirar-lhe dos teus sonhos e abraçá-lo.
Sonha o que tu queres sonhar; vá aonde tu queres ir; seja o que tu queres ser porque só tens uma vida e uma oportunidade para fazer todas as coisas que queres fazer.
Que tenhas suficiente felicidade para ser doce; suficientes provas para ser forte; suficiente dor para ser humano; suficiente esperança para ser feliz.
Sempre se coloque no lugar dos demais. Se te dói, provavelmente doa também à outra pessoa. As pessoas mais felizes não necessariamente têm o melhor de tudo; simplesmente desfrutam ao máximo de tudo que está em seu caminho. A felicidade aguarda aqueles que choram, aqueles que sofrem, aqueles que buscam, aqueles que têm se esforçado, porque só essas pessoas podem apreciar a importância daqueles que têm deixado marcas em suas vidas.
O amor nasce com um sorriso, cresce com um beijo, e acaba com uma lágrima.
O futuro mais brilhante se faz quando não se valoriza demais o passado, pois não vencerás se não deixares para trás teus fracassos e tristezas.
Sonha o que tu queres sonhar; vá aonde tu queres ir; seja o que tu queres ser porque só tens uma vida e uma oportunidade para fazer todas as coisas que queres fazer.
Que tenhas suficiente felicidade para ser doce; suficientes provas para ser forte; suficiente dor para ser humano; suficiente esperança para ser feliz.
Sempre se coloque no lugar dos demais. Se te dói, provavelmente doa também à outra pessoa. As pessoas mais felizes não necessariamente têm o melhor de tudo; simplesmente desfrutam ao máximo de tudo que está em seu caminho. A felicidade aguarda aqueles que choram, aqueles que sofrem, aqueles que buscam, aqueles que têm se esforçado, porque só essas pessoas podem apreciar a importância daqueles que têm deixado marcas em suas vidas.
O amor nasce com um sorriso, cresce com um beijo, e acaba com uma lágrima.
O futuro mais brilhante se faz quando não se valoriza demais o passado, pois não vencerás se não deixares para trás teus fracassos e tristezas.
As duas capas da revista dos Civita
Goebbels inspira Veja
Luciano Rezende*No dia 12 de outubro último o Vermelho reproduziu excelente artigo do jornalista Ricardo Kauffman intitulado “Os dois Che's da Veja, o de 97 e o de 2007” cujo conteúdo nos convida a refletir sobre os movimentos da mídia. Ricardo compara a matéria de capa da revista Veja sobre Che Guevara em 1997 com a de 2007 e conjectura sobre as causas e motivações da escalada agressiva contra o guerrilheiro. A de 1997 trazia o título “O triunfo final de Che”, já a última ''Che: há quarenta anos morria o homem e nascia a farsa''.
Kauffman sugere uma visita comparada das duas reportagens da publicação sobre o assunto e se atem especialmente sobre as incongruências, diferenças de tratamentos e visões antagônicas entre as duas matérias. A estranheza maior do jornalista reside no fato de que a morte de Che foi há quarenta anos e nos últimos dez anos nada de relevância decisiva sobre sua história foi revelado, embora seu mito não pára de crescer. “No entanto, como podemos observar, a visão e os procedimentos jornalísticos que a maior e mais influente revista brasileira tem e propaga diante dos fatos mudou radicalmente no período. Sem maiores explicações ou avisos aos seus leitores”, conclui.
Quais são as razões dessa pretensa disparidade? O local da apuração das informações e a origem das fontes de consulta já seriam boas justificativas, caso se tratasse de outra revista que não essa máquina de doutrinação da direita. Há um “toque de classe” que necessita ser levado em consideração para entender a metodologia empregada e, mais que isso, seus interesses.
A revista Veja faz parte dessa rede mundial de comunicação neomacartista na eterna campanha da desinformação. Um olhar mais atento nos mostra outro fator importante na análise sobre a tática usada por todos os veículos de comunicação e formação da burguesia na satanização de ícones e referências da esquerda : a cronologia dos fatos.
Há uma passagem muito interessante no livro “Stalin, um novo olhar” do escritor belga Ludo Martens em que o mesmo chama atenção para as despudoradas campanhas empreendidas pela burguesia contra figuras ligadas ao socialismo. Na maioria das vezes são investidas grosseiras com objetivo de desmanchar biografias de personalidades cujas vidas foram dedicadas à luta pelo socialismo (ou mesmo contra o imperialismo).
No caso específico de Stalin as acusações de assassinato de inocentes civis por parte da burguesia variam, através de estudos “científicos”, de 500 mil a até 50 milhões, oscilando, entre outras coisas, de acordo com a ordem cronológica da publicação. Uma margem de erro grotesca que com o passar dos anos aumentou vertiginosamente.
Continuando sua linha de raciocínio, Ludo relata um artifício utilizado em suas palestras. Um texto sobre Stálin é distribuído para a classe a qual é solicitada a comentar sobre o teor do artigo logo após a leitura. Todos revelam que se trata de um escrito anti-stalinista embora reconheça os enormes êxitos alcançados pela URSS com Stálin à frente e que relata abertamente o entusiasmo dos jovens e dos pobres pelo bolchevismo. Ludo Martens então revela que o panfleto é uma publicação nazista distribuída em plena Segunda Guerra Mundial e daí conclui que com o passar dos anos, sem a URSS para fazer um contraponto a toda sorte de calúnias, ou mesmo com uma nova geração de russos que não viveram essa época para contestar muitas dessas acusações, vai-se aumentando a dose das acusações, confirmando a tese de Goebbels de que uma mentira dita mil vez pode se tornar verdade. Martens conclui afirmando que as campanhas anti-stalinistas promovidas pelas democracias ocidentais em 1989-1991 eram muitas vezes mais violentas e caluniosas que aquelas levadas no curso dos anos 30 pelos nazistas. Ontem a defesa de Stálin era espontânea a qualquer comunista, hoje é quase uma heresia.
Não é o caso aqui de inocentar ou culpar Stalin (ou quem quer que seja), mas de fazer um simples esforço de raciocínio de entender como a burguesia age para destruir figuras de esquerda em geral, usando os meios de comunicação para “provar” suas teses e outros “estudos científicos” com o passar do tempo. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Da mesma forma aqui no Brasil, se daqui a cinqüenta anos um estudante qualquer de mestrado ou doutorado pesquisar sobre os dois governos Lula tendo como fonte referencial a revista Veja, chegará, inequivocamente, à conclusão de que fomos governados por um despreparado (numa versão mais moderada) que nos solapou a oportunidade histórica de desenvolvimento e outras coisas mais. Particularmente não me espantarei se, chegando aos meus oitenta anos, deparar com algum “diário secreto” descoberto por alguém em que “revele” uma lista sortida de barbaridades cometidas por Lula. É salutar frisar que até mesmo investigações científicas sérias não podem ser concebidas como completamente desinteressadas ou neutras.
Com Che não é diferente. Mesmo gozando de grande reputação, ter uma trajetória distinta de outras figuras comunistas (ou de esquerda) e se tornado um verdadeiro mito, a burguesia não descansará até destruir sua imagem. Mesclando erros verídicos (e naturais) de outros inventados, descolam o personagem de seu contexto e realidade históricos com o objetivo de desmoralizar seu passado.
Ainda hoje temos centenas de pessoas que conviveram com Che em Cuba, Congo, Bolívia e até mesmo no México ou Argentina para fazerem esse importante contraponto através de testemunhos pessoais detalhados. Maioria absoluta delas é convicta em refutar todas as barbaridades disparadas por Veja e outras publicações de direita - como as ilações esboçadas pelo fútil Carlos Heitor Cony em sua coluna do dia 11 de outubro na Folha de São Paulo em que diz que Che foi um péssimo administrador público, o que é refutado pelos cubanos que trabalharam com ele nos primeiros anos da Revolução Cubana. Aí há outro ponto que também merece atenção: as variadas táticas de ataque. Enquanto o ataque da Veja é aberto, o de articulistas da estirpe de Cony é mais velado e mesclado com a defesa de certas qualidades. O bombardeio inimigo é intenso, o arsenal variado e os alvos bem definidos.
Nessa peleja a atuação da UJS do Rio de Janeiro foi exemplar. Não se pode vacilar ante a máquina de formação e (des)informação da burguesia. Uma das expressões da luta de classes é a luta de idéias. A defesa de Che é a defesa do socialismo e a denúncia do imperialismo que assassina e oprime povos por todo o mundo. A sentença da Veja de que ''Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história arremessou há tempos outros teóricos do comunismo'' é válida tão-somente sob sua ótica de classe. Uma vigorosa reciclagem mostrará, mais cedo ou mais tarde, o poder daquilo que a burguesia pensa poder descartar.
Hoje e sempre faremos a defesa de Che. Talvez com o passar dos anos os ataques sejam mais virulentos diante de um mundo que não terá mais as testemunhas oculares das grandes lutas empreendidas a favor dos povos levadas a cabo por Che. Todavia, seguiremos difundindo seus ideais e lutando pelos mesmos sonhos de nosso comandante, que vai se tornando mais real com as vitórias alcançadas pela esquerda em nosso continente na atualidade.
Artigo originalmente publicado no Blog do Rodrigo Moraes (www.blogdorodrigomoraes.blogspot.com)
Quais são as razões dessa pretensa disparidade? O local da apuração das informações e a origem das fontes de consulta já seriam boas justificativas, caso se tratasse de outra revista que não essa máquina de doutrinação da direita. Há um “toque de classe” que necessita ser levado em consideração para entender a metodologia empregada e, mais que isso, seus interesses.
A revista Veja faz parte dessa rede mundial de comunicação neomacartista na eterna campanha da desinformação. Um olhar mais atento nos mostra outro fator importante na análise sobre a tática usada por todos os veículos de comunicação e formação da burguesia na satanização de ícones e referências da esquerda : a cronologia dos fatos.
Há uma passagem muito interessante no livro “Stalin, um novo olhar” do escritor belga Ludo Martens em que o mesmo chama atenção para as despudoradas campanhas empreendidas pela burguesia contra figuras ligadas ao socialismo. Na maioria das vezes são investidas grosseiras com objetivo de desmanchar biografias de personalidades cujas vidas foram dedicadas à luta pelo socialismo (ou mesmo contra o imperialismo).
No caso específico de Stalin as acusações de assassinato de inocentes civis por parte da burguesia variam, através de estudos “científicos”, de 500 mil a até 50 milhões, oscilando, entre outras coisas, de acordo com a ordem cronológica da publicação. Uma margem de erro grotesca que com o passar dos anos aumentou vertiginosamente.
Continuando sua linha de raciocínio, Ludo relata um artifício utilizado em suas palestras. Um texto sobre Stálin é distribuído para a classe a qual é solicitada a comentar sobre o teor do artigo logo após a leitura. Todos revelam que se trata de um escrito anti-stalinista embora reconheça os enormes êxitos alcançados pela URSS com Stálin à frente e que relata abertamente o entusiasmo dos jovens e dos pobres pelo bolchevismo. Ludo Martens então revela que o panfleto é uma publicação nazista distribuída em plena Segunda Guerra Mundial e daí conclui que com o passar dos anos, sem a URSS para fazer um contraponto a toda sorte de calúnias, ou mesmo com uma nova geração de russos que não viveram essa época para contestar muitas dessas acusações, vai-se aumentando a dose das acusações, confirmando a tese de Goebbels de que uma mentira dita mil vez pode se tornar verdade. Martens conclui afirmando que as campanhas anti-stalinistas promovidas pelas democracias ocidentais em 1989-1991 eram muitas vezes mais violentas e caluniosas que aquelas levadas no curso dos anos 30 pelos nazistas. Ontem a defesa de Stálin era espontânea a qualquer comunista, hoje é quase uma heresia.
Não é o caso aqui de inocentar ou culpar Stalin (ou quem quer que seja), mas de fazer um simples esforço de raciocínio de entender como a burguesia age para destruir figuras de esquerda em geral, usando os meios de comunicação para “provar” suas teses e outros “estudos científicos” com o passar do tempo. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Da mesma forma aqui no Brasil, se daqui a cinqüenta anos um estudante qualquer de mestrado ou doutorado pesquisar sobre os dois governos Lula tendo como fonte referencial a revista Veja, chegará, inequivocamente, à conclusão de que fomos governados por um despreparado (numa versão mais moderada) que nos solapou a oportunidade histórica de desenvolvimento e outras coisas mais. Particularmente não me espantarei se, chegando aos meus oitenta anos, deparar com algum “diário secreto” descoberto por alguém em que “revele” uma lista sortida de barbaridades cometidas por Lula. É salutar frisar que até mesmo investigações científicas sérias não podem ser concebidas como completamente desinteressadas ou neutras.
Com Che não é diferente. Mesmo gozando de grande reputação, ter uma trajetória distinta de outras figuras comunistas (ou de esquerda) e se tornado um verdadeiro mito, a burguesia não descansará até destruir sua imagem. Mesclando erros verídicos (e naturais) de outros inventados, descolam o personagem de seu contexto e realidade históricos com o objetivo de desmoralizar seu passado.
Ainda hoje temos centenas de pessoas que conviveram com Che em Cuba, Congo, Bolívia e até mesmo no México ou Argentina para fazerem esse importante contraponto através de testemunhos pessoais detalhados. Maioria absoluta delas é convicta em refutar todas as barbaridades disparadas por Veja e outras publicações de direita - como as ilações esboçadas pelo fútil Carlos Heitor Cony em sua coluna do dia 11 de outubro na Folha de São Paulo em que diz que Che foi um péssimo administrador público, o que é refutado pelos cubanos que trabalharam com ele nos primeiros anos da Revolução Cubana. Aí há outro ponto que também merece atenção: as variadas táticas de ataque. Enquanto o ataque da Veja é aberto, o de articulistas da estirpe de Cony é mais velado e mesclado com a defesa de certas qualidades. O bombardeio inimigo é intenso, o arsenal variado e os alvos bem definidos.
Nessa peleja a atuação da UJS do Rio de Janeiro foi exemplar. Não se pode vacilar ante a máquina de formação e (des)informação da burguesia. Uma das expressões da luta de classes é a luta de idéias. A defesa de Che é a defesa do socialismo e a denúncia do imperialismo que assassina e oprime povos por todo o mundo. A sentença da Veja de que ''Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história arremessou há tempos outros teóricos do comunismo'' é válida tão-somente sob sua ótica de classe. Uma vigorosa reciclagem mostrará, mais cedo ou mais tarde, o poder daquilo que a burguesia pensa poder descartar.
Hoje e sempre faremos a defesa de Che. Talvez com o passar dos anos os ataques sejam mais virulentos diante de um mundo que não terá mais as testemunhas oculares das grandes lutas empreendidas a favor dos povos levadas a cabo por Che. Todavia, seguiremos difundindo seus ideais e lutando pelos mesmos sonhos de nosso comandante, que vai se tornando mais real com as vitórias alcançadas pela esquerda em nosso continente na atualidade.
Artigo originalmente publicado no Blog do Rodrigo Moraes (www.blogdorodrigomoraes.blogspot.com)
terça-feira, 16 de outubro de 2007
A defesa da TVE é incentivada
Os funcionários e o sindicatos mantêm uma luta incessante contra a privatização da TVE e da FM Cultura. E eu continuarei postando notas em defesa destes patrimônios.
Se estiveres a fim de colaborar e repassar para outros amigos, conhecidos, vizinhos ou até transeuntes, faça isso. As equipes das emissoras agradecem. Veja o link abaixo, onde tu poderás participar do abaixo-assinado eletrônico:
http://www.petitiononline.com/TVE_FM/petition.html
Se estiveres a fim de colaborar e repassar para outros amigos, conhecidos, vizinhos ou até transeuntes, faça isso. As equipes das emissoras agradecem. Veja o link abaixo, onde tu poderás participar do abaixo-assinado eletrônico:
http://www.petitiononline.com/TVE_FM/petition.html
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Vamos mudar a manchete dos feriadões
Gostaria que, em cada feriadão, lêssemos uma manchete diferente. É como aquela que aprendemos nas faculdades de jornalismo: a notícia que deve ser perseguida é a do cão mordido pelo homem, e não o contrário. Mas, na questão de acidentes, os veículos de comunicação precisam noticiar o óbvio. Ou seja, a cada feriado mais prolongado, o número de mortos é destacado. Aqui no Rio Grande do Sul, 17 pessoas pereceram na guerra do trânsito nas rodovias no último feriado. Em todos o país, foram mais de 50 vítimas. Eu e tu gostaríamos que ler a manchete ideal: "Trânsito sem mortes no feriadão". Mas isso não depende apenas de nós, mas de quem está no volante ou daquele que se encontra do outro lado da rodovia. Detalhe: são motoristas que leram as informações sobre os cuidados na direção. Tomara que um dia aprendam...
Professor, curta o teu dia
Os professores são vitais na vida profissional de qualquer cidadão, inclusive para aqueles que alcançam sucesso absoluto em suas profissões. Mal pagos, trabalhadores mesmo fora da sala de aula, pacienciosos na hora em que são desrespeitados e psicólogos nos momentos necessários, merecem comemorar dia 15 de outubro como ninguém.
Pena que ainda tenhamos que ouvir ironias de alguns pais, sugerindo que os mestres estão de folga hoje. Ninguém reclama quando os professores saem da aula e vão para casa corrigir provas e preparar a aula do dia seguinte. Fora do seu expediente e, muitas vezes, tendo que atender simultaneamente aos filhos pequenos.
Muitos são obrigados a trabalhar três turnos, em escolas diferentes, atendendo dezenas de alunos em um único dia. O baixo salário não oferece outra alternativa para estes profissionais.
Parabéns, professores. Eu e muitos de seus ex-alunos os reconhecemos muito.
Pena que ainda tenhamos que ouvir ironias de alguns pais, sugerindo que os mestres estão de folga hoje. Ninguém reclama quando os professores saem da aula e vão para casa corrigir provas e preparar a aula do dia seguinte. Fora do seu expediente e, muitas vezes, tendo que atender simultaneamente aos filhos pequenos.
Muitos são obrigados a trabalhar três turnos, em escolas diferentes, atendendo dezenas de alunos em um único dia. O baixo salário não oferece outra alternativa para estes profissionais.
Parabéns, professores. Eu e muitos de seus ex-alunos os reconhecemos muito.
domingo, 14 de outubro de 2007
A qualidade de vida é essencial
Retornei hoje à tardinha de um período de reclusão no conjunto Vô Arthur, que reúne cabanas, pousada e camping em um único lugar. Fica em Barra do Ribeiro, a terra em que nasci e onde ainda moram a minha mãe e outros familiares. Mesmo enfrentando o "choro" da dona Suely, vou para lá compartilhar com a natureza e desfrutar de lazer. Volto a meia, dou um pulo na casa da minha velhinha. O bacana é que acordo de manhã cedo ouvindo o canto dos galos e dos pássaros, o barulho dos gansos e de outras aves e ainda tenho a oportunidade de vislumbar a natureza junto à janela do quarto (vejam a foto que tirei numa das manhãs em que fiquei lá). É impagável e sugiro a mesma rotina para quem tiver oportunidade. Fica a 55 quilômetros de Porto Alegre. Logo ali....
Mais uma vez, Inter deixa adversário empatar no final
Parece sina, mas o Internacional tem feito a alegria de times medíocres. Ontem, no Pacaembu, a torcida do Corinthians vibrou com o gol de empate aos 42 minutos da segunda etapa. Como já ocorrera nas partidas contra o Náutico e o Atlético Mineiro, o colorado perdeu gols e, no final do jogo, teve que buscar a bola no fundo de sua rede. Desatenção? Cansaço? Não sei qual é a razão, mas o fato é que estão se tornando corriqueiras manchetes como "Inter deixa a vitória escapar", "Atlético empata no final depois de estar perdendo por 2 a 0" e "Corinthians arranca empate". Pergunta: Estes times que rondam a zona do rebaixamento conseguiram o empate por suas virtudes? Ou foi o Inter que cedeu por seus defeitos? Talvez ao final do campeonato tenhamos a resposta. E tomara que estejamos longe da zona do rebaixamento. Na foto de Alexandre Lops, do site do Inter, o meia Magrão acaba de marcar o gol do Inter.
sábado, 13 de outubro de 2007
Ele (FHC) não cansa de mentir
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso continua viajando mundo à fora, sempre exibindo sua imensa cara de pau. Mente, mente, mente.... Acha, certamente, que o povo já não o conhece suficientemente para se deixar enganar. Desta vez, FHC disse que "nunca interferiu" para que a Procuradoria Geral da República arquivasse processos contra membros de seu governo e que – durante seu período na Presidência – o procurador era "totalmente independente" do poder Executivo. A afirmação foi feita durante entrevista ao programa de TV Hard Talk, que foi ao ar no canal de notícias internacional BBC World na quinta-feira.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e líderes do PT têm argumentado com freqüência que acusações de corrupção envolvendo membros do governo e do partido seriam resultado de uma postura mais independente do procurador-geral e da Polícia Federal. Durante a campanha eleitoral de 2006, Lula disse que, no seu governo, "procurador-geral da República indicia. Em outros governos, ele engavetava".
A primeira parte da entrevista, em que o repórter da BBC World "aperta" FHC, pode ser conferida no link abaixo:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/10/071004_fhchardtalk1.shtml
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Feliz Dia das Crianças
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