Quem acompanha o futebol sabe que o poderio econômico está na Europa. Os times que mais investem e têm nos seus plantéis os melhores jogadores do planeta são da Itália, da Espanha, da Inglaterra, da França e da Alemanha. Como consequência, estes países deveriam dominar a Copa do Mundo, que realiza-se de quatro em quatro anos. Não é bem assim. Na atual competição, na África do Sul, a Itália (campeã em 2006) e a França já caíram fora. Amanhã, jogam Alemanha ou Inglaterra, e uma delas se despedirá prematuramente.
No entanto, o Uruguai e Gana se classificaram hoje e estão entra os oito melhores do mundo. Um deles, figurará entre os quatro. É desnecessário dizer que ambos são países pobres na América do Sul e na África e fornecem jogadores a preços irrisórios para a Europa. Mas estão lá, algo que França e Itália não conseguiram. Muitas surpresas virão. Uma certeza é que e poderosa Europa só terá três times entre os oito melhores. Seis que se classificaram entre os 16 jogam entre si. A América do Sul, que classificou os seus cinco representantes nas oitavas de finais, poderá ter quatro no momento decisivo. É que haverá um confronto direto entre Brasil e Chile, quando um deles será eliminado. Confio que sejam os hermanos das Cordilheiras dos Andes.
Há uma tendência de que, pela primeira vez, Brasil e Argentina disputem a final da Copa do Mundo. Será um confronto épico. Não é mais sonho, é uma possibilidade.
Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
sábado, 26 de junho de 2010
Governo do Estado silencia sobre campanha publicitária
Leiam com atenção a informação divulgada abaixo.
É investimento do Governo do Estado com dinheiro nosso.
E não pouca coisa.
A resposta deve ser dada no dia 3 de outubro,
quando os gaúchos vão depositar seu voto nas urnas.
Está veiculando desde o início da semana uma ampla campanha do Governo do Estado que envolve comerciais de TV e jingles de rádio, entre outras iniciativas. Na última segunda-feira, 21, como parte destas ações, o Governo do Estado encartou nos jornais Correio do Povo, Jornal do Comércio, O Sul e Zero Hora um informe comercial com 20 páginas a cores e tiragem de 350 mil exemplares. O investimento nas ações de mídia é de R$ 3,2 milhões. O custo de produção de filmes para TV e jingles e spots para rádio está estimado em R$ 800 mil.
Em busca de informações mais detalhadas e oficiais, desde o início da semana a reportagem de Coletiva.net tenta contato com a Comunicação do Palácio Piratini. Apesar das várias tentativas, nenhum retorno foi dado pela assessoria governamental.
Fonte: Coletiva.net
É investimento do Governo do Estado com dinheiro nosso.
E não pouca coisa.
A resposta deve ser dada no dia 3 de outubro,
quando os gaúchos vão depositar seu voto nas urnas.
Está veiculando desde o início da semana uma ampla campanha do Governo do Estado que envolve comerciais de TV e jingles de rádio, entre outras iniciativas. Na última segunda-feira, 21, como parte destas ações, o Governo do Estado encartou nos jornais Correio do Povo, Jornal do Comércio, O Sul e Zero Hora um informe comercial com 20 páginas a cores e tiragem de 350 mil exemplares. O investimento nas ações de mídia é de R$ 3,2 milhões. O custo de produção de filmes para TV e jingles e spots para rádio está estimado em R$ 800 mil.
Em busca de informações mais detalhadas e oficiais, desde o início da semana a reportagem de Coletiva.net tenta contato com a Comunicação do Palácio Piratini. Apesar das várias tentativas, nenhum retorno foi dado pela assessoria governamental.
Fonte: Coletiva.net
Relatório sobre a PEC dos Jornalistas será apresentado em julho
O relator da PEC 386/09 deverá apresentar seu parecer à Comissão Especial da Câmara dos Deputados no dia 7 de julho. A nova data foi informada na audiência pública da Comissão realizada nesta quarta-feira (23/06). Com exceção da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), todas as entidades e especialistas ouvidos pela Comissão até o momento afirmaram que a exigência do diploma qualifica o Jornalismo e não fere a liberdade de expressão. Dando prosseguimento aos seus trabalhos, a Comissão Especial já realizou três audiências públicas. Uma delas ocorreu no dia 16 de junho e contou com as participações do autor da PEC, deputado Paulo Pimenta (PT/RS), do advogado constitucionalista Ivo Dantas, e do secretário-geral do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcos Vinícius Furtado Coelho.
Constituição veda a censura, não a regulamentação profissional
Dantas enfatizou que o diploma e o registro de jornalista não ferem o direito à liberdade de expressão. "A Constituição veda a censura, mas não a regulamentação profissional. Só quem frequentou os bancos da universidade pode enfrentar os desafios técnicos do ofício. Uma noticia mal apurada pode causar dano moral ou comoção popular", disse. Marcos Vinícius Furtado Coelho, reforçou tal concepção, sustentando que a formação ética e técnica contribui para o exercício responsável da liberdade de imprensa.
No dia 17, quando atos públicos realizados em diversos estados lembraram a passagem de um ano da fatídica decisão do STF que derrubou com a exigência do diploma para o exercício da profissão, os deputados Hugo Leal (PSC/RJ), Arolde de Oliveira (DEM-RJ) e Chico Alencar (P-SOL-RJ), visitaram a Associação Brasileira de Imprensa (ABI). O posicionamento da entidade foi apresentado por seu presidente, Maurício Azedo. "A ABI tem uma posição histórica de defesa da formação em nível superior dos profissionais de imprensa, para que se tenha um alto padrão técnico, cultural e ético do jornalismo que se pratica no país", disse.
O encontro contou, também, com as participações dos presidentes da FENAJ, Sergio Murillo, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Suzana Blass, e do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro, Ernesto Viana, que pouco antes participaram de um ato em defesa do diploma em frente à sede da ABI.
A terceira audiência pública da Comissão Especial, realizada nesta quarta-feira (23/06), contou com as participações do presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Carlos Franciscato, do coordenador do curso de Comunicação Social da PUC-Rio, Leonel de Aguiar, do diretor do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof, do presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), Antonio Carlos Hohlfeldt, advogada e professora de Comunicação Leise Taveira dos Santos, e do representante da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), o advogado Rodrigo Kaufmann.
Fim da exigência do diploma desqualifica o Jornalismo
Os depoimentos na Comissão reafirmaram que foi um equívoco do STF confundir liberdade de expressão com o livre direito ao exercício da profissão e que o fim da exigência do diploma resultará na desqualificação do exercício da profissão de jornalista. Apenas o representante patronal considerou que ter o diploma como único meio de acesso ao jornalismo constitui um problema e que o exercício profissional do jornalista se vincula ao direito à liberdade de expressão na Constituição brasileira.
Atento aos argumentos e disposto a evitar que a aprovação da PEC 386/09 venha a ser questionada judicialmente no futuro, o relator da matéria já anunciou que dará nova redação à proposta para evitar interpretações de inconstitucionalidade. Seu objetivo é distinguir claramente os conceitos de liberdade de expressão dos meios de comunicação e de atividade jornalística.
Mobilização
O objetivo dos integrantes da Campanha em Defesa do Diploma é ampliar as articulações com parlamentares para que a tramitação da matéria evolua mais em julho e que em agosto, após o recesso parlamentar, a matéria esteja pronta para votação no plenário da Câmara dos Deputados. Neste sentido a orientação é para que os apoiadores do movimento enviem mensagens de sensibilização aos membros da Comissão Especial e aos líderes de bancadas na Câmara pela aprovação da PEC. A coordenação do movimento pede, também, que prossigam as manifestações aos senadores pela aprovação da PEC 33/09, do senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE).
Fonte: Fenaj
Constituição veda a censura, não a regulamentação profissional
Dantas enfatizou que o diploma e o registro de jornalista não ferem o direito à liberdade de expressão. "A Constituição veda a censura, mas não a regulamentação profissional. Só quem frequentou os bancos da universidade pode enfrentar os desafios técnicos do ofício. Uma noticia mal apurada pode causar dano moral ou comoção popular", disse. Marcos Vinícius Furtado Coelho, reforçou tal concepção, sustentando que a formação ética e técnica contribui para o exercício responsável da liberdade de imprensa.
No dia 17, quando atos públicos realizados em diversos estados lembraram a passagem de um ano da fatídica decisão do STF que derrubou com a exigência do diploma para o exercício da profissão, os deputados Hugo Leal (PSC/RJ), Arolde de Oliveira (DEM-RJ) e Chico Alencar (P-SOL-RJ), visitaram a Associação Brasileira de Imprensa (ABI). O posicionamento da entidade foi apresentado por seu presidente, Maurício Azedo. "A ABI tem uma posição histórica de defesa da formação em nível superior dos profissionais de imprensa, para que se tenha um alto padrão técnico, cultural e ético do jornalismo que se pratica no país", disse.
O encontro contou, também, com as participações dos presidentes da FENAJ, Sergio Murillo, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Suzana Blass, e do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro, Ernesto Viana, que pouco antes participaram de um ato em defesa do diploma em frente à sede da ABI.
A terceira audiência pública da Comissão Especial, realizada nesta quarta-feira (23/06), contou com as participações do presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Carlos Franciscato, do coordenador do curso de Comunicação Social da PUC-Rio, Leonel de Aguiar, do diretor do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof, do presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), Antonio Carlos Hohlfeldt, advogada e professora de Comunicação Leise Taveira dos Santos, e do representante da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), o advogado Rodrigo Kaufmann.
Fim da exigência do diploma desqualifica o Jornalismo
Os depoimentos na Comissão reafirmaram que foi um equívoco do STF confundir liberdade de expressão com o livre direito ao exercício da profissão e que o fim da exigência do diploma resultará na desqualificação do exercício da profissão de jornalista. Apenas o representante patronal considerou que ter o diploma como único meio de acesso ao jornalismo constitui um problema e que o exercício profissional do jornalista se vincula ao direito à liberdade de expressão na Constituição brasileira.
Atento aos argumentos e disposto a evitar que a aprovação da PEC 386/09 venha a ser questionada judicialmente no futuro, o relator da matéria já anunciou que dará nova redação à proposta para evitar interpretações de inconstitucionalidade. Seu objetivo é distinguir claramente os conceitos de liberdade de expressão dos meios de comunicação e de atividade jornalística.
Mobilização
O objetivo dos integrantes da Campanha em Defesa do Diploma é ampliar as articulações com parlamentares para que a tramitação da matéria evolua mais em julho e que em agosto, após o recesso parlamentar, a matéria esteja pronta para votação no plenário da Câmara dos Deputados. Neste sentido a orientação é para que os apoiadores do movimento enviem mensagens de sensibilização aos membros da Comissão Especial e aos líderes de bancadas na Câmara pela aprovação da PEC. A coordenação do movimento pede, também, que prossigam as manifestações aos senadores pela aprovação da PEC 33/09, do senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE).
Fonte: Fenaj
Rede Globo é alvo de "vuvunzelazo" na internet
A briga entre Dunga e a Globo mostrou que as grandes empresas midiáticas não estão falando mais sozinhas e perderam a legitimidade auto-atribuída que os apresentava como porta-vozes dos anseios, interesses e desejos da sociedade. Há quem diga que é muito barulho por uma questão envolvendo um campeonato de futebol. Na verdade, é muito mais do que isso. Os palavrões e o “destempero” de Dunga serviram ao menos para mostrar que há muitas vozes gritando do lado de cá da tela. E, nesta semana, essas vozes fizeram tanto barulho quanto as vuvunzelas. A Globo que o diga.
Leia mais o editorial da Carta Maior no endereço do blog:
http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm
Leia mais o editorial da Carta Maior no endereço do blog:
http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm
Palavras sábias de Saramago
Carlos Pompe
Jornalista e curioso do mundo
Deixou de bater, dia 18 de junho, o coração do escritor, pensador, jornalista e político (filiado e, por um período, dirigente do Partido Comunista Português) José Saramago. Grande leitor e admirador da obra de Karl Marx, atuava também como um militante ateísta, combatendo o pensamento religioso. Perseguido pelo governo português e pela Igreja Católica, criticado por sionistas e obscurantistas de toda a sorte, dizia ter a “pele dura” para aguentar – e responder – os ataques que sofria. Um pouco de seu pensamento:
"Eu sou um comunista hormonal, meu corpo contém hormônios que fazem crescer minha barba e outros que me tornam um comunista. Mudar, para quê? Eu ficaria envergonhado, eu não quero me tornar outra pessoa". (ao repórter da BBC Alfonso Daniels, junho de 2009).
“Você sabe, eu nunca escondi minhas convicções. Sou comunista e por isso sou tratado como inimigo da democracia. Pelo contrário, eu quero é salvar a democracia e para isso é preciso criticar esse simulacro de democracia em que vivemos. As democracias ocidentais são fachadas políticas do poder econômico. Fachadas com cores, bandeiras, discursos intermináveis sobre a democracia.”
“Foi o poder econômico que enfiou nas consciências que o mercado deve agir de mãos livres e, assim fazendo, levou à conclusão de que o pleno emprego é um obstáculo”. (entrevista a Didier Jacob, Le Nouvel Observateur, novembro de 2006)
"Que Ratzinger tenha a coragem de invocar Deus para reforçar seu neomedievalismo universal, um Deus que ele jamais viu, com o qual nunca se sentou para tomar um café, mostra apenas o absoluto cinismo intelectual desta pessoa."
“Deus não existe fora da cabeça das pessoas que nele creem. Pessoalmente, não tenho nenhuma conta a ajustar com uma entidade que durante a eternidade anterior ao aparecimento do universo nada tinha feito (pelo menos não consta) e que depois decidiu sumir-se não se sabe para onde. O cérebro humano é um grande criador de absurdos. E Deus é o maior deles”.
“Caim (sua última publicação) é um livro escrito contra toda e qualquer religião. Ao longo da História, as religiões, todas elas, sem exceção, fizeram à humanidade mais mal que bem. Todos o sabemos, mas não extraímos daí a conclusão óbvia: acabar com elas. Não será possível, mas ao menos tentêmo-lo. Pela análise, pela crítica implacável. A liberdade do ser humano assim o exige”.
(entrevista a Ubiratan Brasil, O Estado de São Paulo, outubro de 2009)
“O poder de cada um de nós limita-se na esfera política a tirar um governo de que não gosta e colocar outro de que talvez venha a gostar. Mas as grandes decisões são tomadas em outra esfera. E todos sabemos qual é: as grandes relações financeiras internacionais.” (Folha de S. Paulo, 2008)
"Estamos afundados na merda do mundo e não se pode ser otimista. O otimista, ou é estúpido, ou insensível ou milionário". (dezembro de 2008, na apresentação em Madri de "As pequenas memórias").
“Hoje, existe uma espécie de menosprezo por essa coisa tão simples que antes era falar com propriedade. Quando eu era trabalhador, sempre tinhas as ferramentas limpas e em bom estado. Não conheço uma ferramenta mais rica e capaz que o idioma. E isso significa que se deve ser elegante na dicção. Falar bem é um sinal de pensar bem”. (entrevista coletiva no lançamento do As pequenas memórias, 2006)
“Uma vez que foi dito e do dito se fez escrito para valer e dar fé”. (História do cerco de Lisboa, 1989)
“... cada um de nós é, acima de tudo, filho das suas obras, daquilo que vai fazendo durante o tempo que cá anda”. (Crônica Retrato de antepassados, in Os apontamentos, 1976)
“... aos jornais e demais meios de comunicação sociais pela facilidade com que passam dos aplausos do capitólio às precipitações da rocha tarpeia, como se eles não fossem uma parte activa na preparação do desastre”. (Ensaio sobre a lucidez, 2004)
“Eu digo de outra maneira aquilo que a minha avó disse, já devia estar farta de viver, e disse: o mundo é tão bonito e eu tenho tanta pena de morrer”. (frase dita ao cineasta Fernando Meirelles, que adaptou “Ensaio sobre a cegueira” para o cinema).
Persigamos as ideias imortais, juntos, no Twitter: http://twitter.com/Carlopo
Futebol e política unidos...
No Brasil, política e futebol estão ligados em alguns momentos.
Foi assim com os militares em 1970...
E agora com Lula!
Impossível dissociar...
O cartum do Jorge Braga diz tudo.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Ah, o silêncio...
Ele pode "esconder" boas doses de falsidade e cinismo!
terça-feira, 22 de junho de 2010
Ato dos jornalistas ganha destaque em jornal de Passo Fundo
Nossa manifestação do dia 17 de junho, lembrando o aniversário de um ano do golpe do STF contra a formação acadêmica para o exercício do Jornalismo, ganhou a contracapa do jornal O Nacional, de Passo Fundo. Seria importante que tivéssemos o mesmo tratamento da grande mídia nas capitais brasileiras. Mas, lamentavelmente, as nossas lutas nunca são notícias...
Metade dos jornalistas brasileiros tem blog, revela pesquisa
Redação Portal IMPRENSA
O portal Observatório da Imprensa divulgou, em junho, uma pesquisa que revela que 51,2% dos jornalistas no Brasil são blogueiros. 624 profissionais de imprensa responderam à enquete realizada pela jornalista e professora associada da California State University de Long Beach (EUA), Heloiza Golbspan Herscovitz.
De acordo com o portal IDG Now, a pesquisa foi feita em 2009, e constata que a maioria dos profissionais já aderiu às mídias sociais. Além dos 51,2% que possuem blogs, 67,6% disseram usar ferramentas de envio de mensagens instantâneas e 65,1% têm perfis cadastrados em redes de relacionamentos, como Orkut e Facebook.
E por incrível que pareça, o Twitter ainda não é usado pela maioria dos jornalistas que responderam à enquete: apenas 46,2% disseram ter perfil cadastrado no serviço de microblogging. Além disso, 17,5% já assistiram vídeos postados na web, e 10,5% utilizam programas para analisar dados, como o Excel.
A enquete produzida por Heloiza será usada como referência para seu livro The Global Journalist, em capítulo dedicado ao Brasil. A publicação deverá ser lançada ainda este ano. Os dados também serão apresentados em julho, na conferência da Association Media and Comunication Research, que será realizada na cidade de Braga, Portugal.
Proteja as florestas
Há meses a bancada da motosserra no Congresso tenta mudar o Código Florestal. Uma comissão criada no ano passado, para enfraquecer a legislação ambiental, chega agora na reta final. O relatório escrito por Aldo Rebelo (PCdoB-SP) está prestes a ser votado pela comissão na Câmara, que é presidida pelo deputado Michel Temer (PMDB-SP). Ajude-nos a impedir esse e outros absurdos. Assine a nova petição e peça ao presidente da Câmara para proteger nossas florestas. Acesse o site: http://www.greenpeace.org/brasil/
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Que venha a primavera...
Hoje, exatamente às 08h28min, começou oficialmente o inverno.
Não gosto desta estação, especialmente aqui no Rio Grande do Sul, onde a umidade é grande e as contumazes variações provocam doenças respiratórias em boa parte da população. Penso nos mais humildes, muitos dos quais não têm um teto para se abrigar.
Chega logo 23 de setembro. Que venha a primavera.
Não gosto desta estação, especialmente aqui no Rio Grande do Sul, onde a umidade é grande e as contumazes variações provocam doenças respiratórias em boa parte da população. Penso nos mais humildes, muitos dos quais não têm um teto para se abrigar.
Chega logo 23 de setembro. Que venha a primavera.
ABI apoia o diploma de Jornalismo
Visitaram a sede da ABI no Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira passada, 17 de junho, os deputados federais Hugo Leal (PSC-RJ), Arolde de Oliveira (DEM-RJ) e Chico Alencar (PSOL-RJ), que integram a Comissão Especial da Câmara dos Deputados, encarregada de emitir parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 386/09), do Deputado Paulo Pimenta (PT-MG), que altera a Constituição Federal para restabelecer a necessidade o diploma de curso Superior para o exercício da profissão de jornalista.
Os parlamentares foram recebidos pelo Presidente da Casa, Maurício Azêdo, e membros da Diretoria, entre os quais o Presidente do Conselho Deliberativo, Pery Cotta; o Diretor Administrativo Orpheu Salles; e a Diretora de Assistência Social, Ilma Martins da Silva. O encontro aconteceu na Sala Belisário de Souza, localizada no 7º andar da ABI, onde reuniram- se jornalistas e membros das entidades representativas da categoria.
A abordagem de um tema tão importante para a categoria profissional dos jornalistas foi conduzida por uma Mesa formada com o Presidente da ABI, Maurício Azêdo; o Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade; a Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Suzana Blass; e o Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, José Mandel Viana.
De acordo com o Deputado Hugo Leal, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados já realizou cinco audiências públicas para debater a exigência do diploma de jornalista, para quem quer trabalhar na profissão. Mas ressaltou que a reunião de agora tinha um caráter essencialmente técnico, visando a assegurar a constitucionalidade da Emenda proposta pelo Deputado Paulo Pimenta.
O Deputado Arolde de Oliveira exaltou a responsabilidade de Hugo Leal na coleta de informações para se embasar pela média de pareceres, tarefa que ele considera muito importante para um relator equilibrar as opiniões:
Leia mais http://www.paulopimenta.com.br/index.php?
Os parlamentares foram recebidos pelo Presidente da Casa, Maurício Azêdo, e membros da Diretoria, entre os quais o Presidente do Conselho Deliberativo, Pery Cotta; o Diretor Administrativo Orpheu Salles; e a Diretora de Assistência Social, Ilma Martins da Silva. O encontro aconteceu na Sala Belisário de Souza, localizada no 7º andar da ABI, onde reuniram- se jornalistas e membros das entidades representativas da categoria.
A abordagem de um tema tão importante para a categoria profissional dos jornalistas foi conduzida por uma Mesa formada com o Presidente da ABI, Maurício Azêdo; o Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade; a Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Suzana Blass; e o Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, José Mandel Viana.
De acordo com o Deputado Hugo Leal, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados já realizou cinco audiências públicas para debater a exigência do diploma de jornalista, para quem quer trabalhar na profissão. Mas ressaltou que a reunião de agora tinha um caráter essencialmente técnico, visando a assegurar a constitucionalidade da Emenda proposta pelo Deputado Paulo Pimenta.
O Deputado Arolde de Oliveira exaltou a responsabilidade de Hugo Leal na coleta de informações para se embasar pela média de pareceres, tarefa que ele considera muito importante para um relator equilibrar as opiniões:
Leia mais http://www.paulopimenta.com.br/index.php?
sábado, 19 de junho de 2010
Urgente: ajuda para um colega jornalista de Porto Alegre
O jornalista LUIZ PAULO RUSCHEL DAUDT, ex-colega de redação e amigo, está precisando de 50 doadores de sangue, de qualquer tipo. Ele vai fazer um transplante.
Procurar o Banco de Sangue da Santa Casa (que fica no Hospital São José) e dar o nome dele, informando que está baixado no Hospital Dom Vicente Scherer. É urgente!!!
Antecipadamente, agradeço o espírito de solidariedade que nos une.
Procurar o Banco de Sangue da Santa Casa (que fica no Hospital São José) e dar o nome dele, informando que está baixado no Hospital Dom Vicente Scherer. É urgente!!!
Antecipadamente, agradeço o espírito de solidariedade que nos une.
Mais uma do mestre português
A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam.
E mesmo estes podem
prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa.
Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim.
O fim de uma viagem é apenas o começo de outra.
É preciso ver o que não foi visto, ver outra
vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de
dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía,
ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra
que aqui não estava.
É preciso voltar aos passos que foram dados, para
repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles.
É preciso recomeçar
a viagem. Sempre.
Foto: pessoas observam foto do escritor português, Prêmio Nobel de Literatura
Fonte: AP
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Ficam as obras de Saramago
"Os lugares-comuns, as frases feitas, os bordões, os narizes-de-cera, as sentenças de almanaque, os rifões e provébios, tudo pode aparecer como novidade, a questão está só em saber manejar adequadamente as palavras que estejam antes e depois." José Saramago.
Por meio de suas sábias palavras, homenageio o grande escritor português e Prêmio Nobel da Literatura, falecido hoje aos 87 anos. Trata-se de uma grande perda para a literatura mundial. Ficam suas obras...
Por meio de suas sábias palavras, homenageio o grande escritor português e Prêmio Nobel da Literatura, falecido hoje aos 87 anos. Trata-se de uma grande perda para a literatura mundial. Ficam suas obras...
Em Passo Fundo, jornalistas e estudantes repudiam um ano sem diploma
Jornalistas, estudantes e professores de Jornalismo promoveram manifestação no centro de Passo Fundo, na manhã de 17 de junho, em ato que lembrou um ano da extinção do diploma pelo STF.
Representando o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, mostrei que também a sociedade perde com a extinção do diploma, pois a qualidade, a isenção, a imparcialidade e a exatidão da informação só são obtidas com o preparo obtido nas faculdades de Jornalismo.
Com a boca no trombone: o momento é de luta e união da categoria pela retomada do diploma de Jornalismo via Legislativo... Na praça central de Passo Fundo, profissionais e estudantes mostraram que estão dispostos a lutar pela nossa regulamentação.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Soneto de Véspera
Quando chegares e eu te vir chorando
De tanto te esperar, que te direi?
E da angústia de amar-te, te esperando
Reencontrada, como te amarei?
Que beijo teu de lágrimas terei
Para esquecer o que vivi lembrando
E que farei da antiga mágoa quando
Não puder te dizer por que chorei?
Como ocultar a sombra em mim suspensa
Pelo martírio da memória imensa
Que a distância criou - fria de vida
Imagem tua que eu compus serena
Atenta ao meu apelo e à minha pena
E que quisera nunca mais perdida...
Vinicius de Moraes
De tanto te esperar, que te direi?
E da angústia de amar-te, te esperando
Reencontrada, como te amarei?
Que beijo teu de lágrimas terei
Para esquecer o que vivi lembrando
E que farei da antiga mágoa quando
Não puder te dizer por que chorei?
Como ocultar a sombra em mim suspensa
Pelo martírio da memória imensa
Que a distância criou - fria de vida
Imagem tua que eu compus serena
Atenta ao meu apelo e à minha pena
E que quisera nunca mais perdida...
Vinicius de Moraes
Mudança na CLT pode inibir protelações na Justiça do Trabalho
Pode ficar mais difícil protelar uma decisão na Justiça do Trabalho. É que projeto de iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho neste sentido e que muda trecho da CLT foi aprovado pelo Senado e agora apenas aguarda sanção do presidente Lula.
O assunto é destaque em vários jornais desta quarta. No Correio Braziliense, o resumo do projeto: “…o texto determina que a parte interessada em protocolar um agravo de instrumento em ações trabalhistas tem que despositar 50% do valor da causa em juízo”.Segundo a reportagem, a medida beneficia os trabalhadores em conflito nos tribunais porque 75% dos recursos protocolados partem do empregador a fim de adiar decisões desfavoráveis a ele.
A enxurrada de agravos também provoca “o acúmulo de processos nos tribunais e o retardo do pagamento de direitos trabalhistas”, diz o jornal.
Fonte: Blog do Trabalho:
http://blog.mte.gov.br/
Participe da manifestação dos jornalistas em Passo Fundo
Estou indo hoje a Passo Fundo, onde amanhã o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, os acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade de Passo Fundo (UPF) e profissionais da região estarão mobilizados para defender a obrigatoriedade da exigência do diploma acadêmico para o exercício da profissão. O ato ocorre às 10h, na Praça Marechal Floriano, em frente à Catedral. Os amigos da região estão convidados a participarem da manifestação, vestindo preto, em repúdio à decisão do STF, que no dia 17 de junho do ano passado cassou o nosso diploma. Haverá protestos em todo o Brasil.
Restabelecer o diploma é valorizar o Jornalismo e os jornalistas
No dia 17 de junho, os jornalistas e a sociedade brasileira registrarão um aniversário indigesto. Há um ano, o Supremo Tribunal Federal derrubou, por maioria, a exigência do diploma em curso superior de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão. Protestos em todo o país marcam a data, expressando o desejo de que o Congresso Nacional repare este equívoco cometido pela corte máxima do Judiciário brasileiro, restabelecendo a exigência do diploma como elemento fundamental para assegurar à sociedade o direito à informação de qualidade e às liberdades de imprensa e de expressão. Ao dar guarida aos argumentos de entidades patronais de comunicação, o STF desobstruiu ainda mais o caminho para o grande empresariado do setor prosseguir precarizando as relações de trabalho, em nome de uma liberdade de imprensa e de expressão que os barões da mídia só defendem quando lhes interessa. Práticas de censura e cerceamento à livre circulação de informações e ideias são corriqueiras nos grandes veículos quando afetam os interesses econômicos e políticos dos donos da mídia. Se os ministros do STF desconhecem tal realidade, reforçam o dito popular de que “a Justiça é cega, mas enxerga quando quer”. Não há porque impedir a definição de requisitos para o exercício qualificado e ético da profissão de Jornalista. Mas faz-se necessário, hoje, inserir na legislação brasileira dispositivos para que isto fique ainda mais claro. Assim se evitará que os que enxergam a informação como mercadoria e exploram os trabalhadores prossigam utilizando as liberdades de imprensa e de expressão como mantos para encobrirem seus verdadeiros interesses. Este é o objetivo das Propostas de Emenda Constitucional apresentadas na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT/RS), e no Senado da República pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE). O movimento pela aprovação das PECs ganha cada vez mais força, com o apoio de parlamentares e membros do Executivo federais, estaduais, municipais, instituições de ensino e entidades representantivas da sociedade civil. Neste momento, as atenções se concentram no pleito à Comissão Especial que analisa a PEC 386/09 para que diga SIM AO DIPLOMA! A grande mobilização que jornalistas, professores e estudantes protagonizam a nível nacional se fará presente no dia 17 de junho nas ruas do país e prosseguirá até a vitória! Brasília, 15 de junho de 2010. Diretoria da FENAJ |
Assinar:
Postagens (Atom)






