
Amigos gaúchos, participem desta festa. Quarenta e dois jornalistas serão homenageados durante as comemorações dos 65 anos do
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS no próximo sábado,
dia 22 de setembro. Destes, 19 são ex-presidentes e 22 são profissionais com idade igual ou superior ao do
Sindicato. Mais de 400 jornalistas e convidados são esperados para esta confraternização.
A cerimônia ocorre no Clube dos Caixeiros Viajantes, na rua Dona Laura, 646, Moinhos de Vento, em
Porto Alegre. Entre as atrações, o debate 'O papel da
Imprensa em momentos de crise política', a cargo do ex-presidente da Federação Nacional dos
Jornalistas e atual membro da Comissão de Ética da entidade, Armando Rollemberg, e convidados. A homenagem ocorre durante jantar, seguida de show com
jornalistas músicos, que inclusive participam do CD produzido pelo
Sindicato, entregue a todos os presentes. Estão confirmadas as presenças de Nelson Coelho de Castro, Nando Gross, Renato Mendonça e Terence Veras.
Durante a noite, circulará edição histórica do jornal
Versão dos Jornalistas, contando a trajetória da entidade, na visão da maioria dos homenageados. Os ingressos estão à venda ao preço de R$ 15, para sócios em dia, e R$ 20 para não-sócios, na sede da entidade e com os integrantes da diretoria. Confira abaixo a relação dos homenageados.
Ex-presidentes
Arlindo Pasqualini
Darcy Varnieri Ribeiro
Adail Borges Fortes
João Bergmann
Adil Borges Fortes
Firmino Bimbi
Cícero Soares
Lucídio Castelo Branco
Antônio Carlos Porto
Antônio Gonzales
João Borges de Souza
Antônio Oliveira
Lauro Hagemann
Remi Baldasso
Vera Spolidoro
Celso Schröder
Renato Dorneles
Jorge Correa
José Carlos Torves
In memoriam
João Baptista Aveline
Jornalistas homenageados
Ademar Vargas de Freitas
Affonso Ritter
Alceu Feijó
Anibal Bendati
Carlos Alberto Kolecza
Carlos Bastos
Celito De Grandi
Darci Demétrio
Dirceu Chirivino Gomes
Ema Reginatto Belmonte
Ercy Torma
Isnar Ruas
Ivete Brandalise
João Batista Marçal
Jorge Mendes
Lauro Quadros
Luiz Arnim Schuch
Luiz Pilla Vares
Raul Quevedo
Renato Gianuca
Ronny Blas
Tânia Carvalho
A internet traz para as pessoas inúmeras vantagens que a televisão sequer sonha em disponibilizar. Cito duas, que na minha opinião, são arrebatadoras: a possibilidade de questionar os fatos, as versões, os jornalistas e os próprios meios de comunicação; a possibilidade de se buscar outras versões para os fatos que não sejam apenas a “grande verdade” que a televisão, os jornais e as revistas tentam nos empurrar goela a baixo diariamente e/ou semanalmente.
Dito isso, gostaria que a senhora Miriam Leitão aproveitasse o espaço democrático da internet e expressasse sua opinião sobre três assuntos. Listo-os:
1º - Creio que todos sejamos a favor da cassação do mandato do senador Renan Calheiros, não só pelos crimes cometidos, mas pela representatividade de sua imagem como um dos modelos ainda existentes da velha politicalha que se pratica no país. Contudo, o que se tem como maior prova, é o “financiamento” indevido de seu filho com uma jornalista (que se aceitou o dinheiro de fonte indevida e sabia de tal fato também é criminosa, então, por que não julgá-la?). Porém, lá pelos idos de 1994 um candidato à presidência também deu sua pulada de cerca e, justamente, com uma jornalista. Consta que mãe e filho foram enviados à Europa e sustentados por uma empresa privada de modo que não se criassem motivos para desestabilizar o governo deste senhor. A pergunta: não são casos idênticos? Então, por que não julgar (e expor) também o caso deste ex-candidato/ex-presidente?
2º - Em setembro ocorrerá um plebiscito questionando a validade do leilão da Companhia Vale do Rio Doce. Ocorre que, no edital do leilão (em 1999), literalmente sumiram mais de 9 bilhões de toneladas de minério de ferro de suas reservas (estimadas em mais de 12 bilhões de toneladas pela própria empresa em documento encaminhado à Securities and Exchange Commission em 1995). O presidente daquele período, é réu no processo de nº 1999.39.00.007303-9, acusado de dilacerar o patrimônio público. Pergunta: como a senhora vê tal acusação e este sumiço de grande parte do patrimônio da empresa? Faltou competência do governo, ou houve má fé?
3º - No final do seu mandato (em 2001), o antecessor de Lula, assinou um decreto ampliando o foro privilegiado para ex-ocupantes da cadeira do executivo. Todos sabemos que o maior instrumento da impunidade, no Brasil, é o foro privilegiado. Pergunta: como a senhora interpreta a ampliação de tal prerrogativa em benefício próprio do presidente daquele período e será que existe alguma relação com os casos anteriores?
Aguardo respostas ansiosamente.
Abraços, Edinho.
Também, pegando uma carona com o Edinho. Por quê Fernando Henrique também não foi julgado por crime de ética quando dentro Palácio do Planalto, ou seja, dentro dem orgão público e uma pessoa pública, chamou eu você e toda nação de tupiniquins sem cultura?
Respostas que não calam: Será que ainda há esses paradigmas de quando tem um presidente que tabalha para o social tem que persegui-lo de todas formas?
Abraços
Mandou bem Edinho Carlos,
ela vai fingir que não leu, tenho certeza, mas a gente tá sabendo que no fundo, no fundo ela vai ficar incomodada rss
Essa mulher não presta como profissional.
Santa Maria, RS, 04 de setembro de 2007 (já se passaram 5 dias)… respostas???
À propósito!
O QUE é, PARA QUE, e PARA QUEM serve a liberdade de imprensa?
Para os donos dos meios de comunicação falarem aos quatro ventos O QUE querem, COMO querem e contra (ou a favor) DE QUEM querem?
Ou é a liberdade dos leitores/ouvinte/telespectadores em ter acesso às várias versões sobre os fatos (só lembrando que ninguém é dono da verdade factual; cada um tem a sua versão e a mídia brasileira, com raríssimas exceções, é especialista em misturar fato com opinião e vender como verdade factual, sempre apoiada na tal imparcialidade - seria herança da imparcialidade do planejamento político do regime militar?)?
E, por que a função de jornalista não tem regulamentação? E também não existe um conselho (assim como CREA, por exemplo) de jornalistas, que lute por seus interesses profissionais? Seria por pressão dos patrões?