O que leio na Internet e na mídia em geral nos últimos dias após o não do Ronaldinho ao Grêmio oferece a dimensão da loucura que a paixão futebolística provoca em muitas pessoas. Muitas delas eleitas pelo povo. Até aceito que torcedores mordidos criem comunidades no Orkut querendo tirar o apelido "gaúcho" do nome do jogador nascido e criado em Porto Alegre. Mas um deputado tem mais o que fazer do que tentar votar na Assembléia Legislativa uma moção que torna o atleta persona non grata no Estado. É o cúmulo do oportunismo e da falta de ideias. Em tempo: o nome dele é Gilmar Sossela, do PDT, que justifica a barbaridade:
- No Rio Grande do Sul, a palavra e o fio do bigode valem mais do que um contrato.
Caro deputado, aqui nos pampas a política também já foi tratada com mais seridade.
Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Nunca se detenha
"Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.
Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo.
Não viva de fotografias amareladas...
Continue, quando todos esperam que desistas.
Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.
Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você.
Quando não conseguir correr através dos anos, trote.
Quando não conseguir trotar, caminhe.
Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca se detenha."
(Madre Teresa de Calcutá)
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Marisa Letícia Lula da Silva: as palavras que precisavam ser ditas
O texto abaixo, elegante e reconhecido, foi escrito pela mais respeitada colunista social do Brasil, Hildegard Angel. Poucos no meio jornalístico não a conhecem, pois ela foi, durante mais de 30 anos, colunista no jornal O Globo, quer cobrindo a sociedade (com seu nome e também com o pseudônimo Perla Sigaud), quer cobrindo comportamento, artes e TV, tendo assinado por mais de uma década a primeira coluna de TV daquele jornal. Nos últimos anos, manteve uma coluna diária no Jornal do Brasil, onde também criou e editou um caderno semanal à sua imagem e semelhança, o Caderno H. Com passagem pelas publicações das grandes editoras brasileiras - Bloch, Três, Abril, Carta, Rio Gráfica - e colaborações também em veículos internacionais, Hildegard é a colunista social com maior trânsito no país. Apresentá-la aqui é desnecessário para muitos, mas torna-se importante pelo texto que ela escreveu em seu blog R7. Vale a pena.
Foto reprodução do blog R7
Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
sábado, 8 de janeiro de 2011
A flauta é livre
Quando o Inter perdeu no Mundial de Clubes, os gremistas enlouqueceram, postando imagens do goleiro do Mazembe sentado e dando voltas. Buscavam humilhar os colorados. Agora, com a perda do Ronaldinho para o Flamengo, os colorados criaram uma simulação da mesma dança. Só que o protagonista é Ronaldinho com a camiseta flamenguista. É a eterna flauta do futebol gaúcho, mas deve ser ruim para os gremistas, traídos pela segunda vez pelo jogador que o clube formou e tornou-se o melhor do mundo. O sonho gremista já tinha até festa programada.
Só o tempo dirá, mas acho que o Grêmio teve mais sorte do que juízo. O filho da dona Miguelina quer unir futebol com pagode, impossível de se conceber nos dias atuais. O Flamengo acredita...
AS MARSELHESAS DO "FRONT - parte 1
Recebo e agradeço a correspondência da historiadora Tânia Machado Morin, autora do artigo "As Marselhesas no Front", publicado na revista de Histórica da Biblioteca Nacional. Recentemente, comentei neste blog a excelência do trabalho de Tânia, que merece ser apreciado melhor, como ela própria sugere. Eis o texto da colega:
Prezado Jorge,
Agradeço seu interesse e comentários a respeito do meu artigo "As Marselhesas no Front", que saiu no número de dezembro da Revista de História da Biblioteca Nacional.
Elogiadas ou censuradas, as mulheres soldadas marcaram presença nas guerras da Revolução Francesa, enfrentando preconceitos, arriscando a vida e lutando ao lado de seus homens. A maioria não deixou nome na História, mas achei que valia a pena divulgar a atuação daquelas cujos nomes sobreviveram nos arquivos. Se você quiser, pode acessar minha dissertação completa : "Práticas e representações das mulheres na Revolução Francesa - 1789-1795" (USP, dezembro de 2009) publicada no banco de teses da USP. Mais fácil ainda é digitar meu nome completo no Google: Tania Machado Morin. Lá estão todas as imagens do trabalho, que inclui, além das guerreiras, as militantes políticas e as mães republicanas. Como aquelas mulheres conseguiram participar de maneira tão significativa na Revolução? Apresento as vozes das protagonistas femininas e o contraponto da visão masculina sobre a questão.
Parabéns pelo blog Correando,
Tania Machado Morin
Fenaj repudia agressão à equipe da RBS TV em Santa Catarina
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifestou-se na tarde desta sexta-feira, 7, sobre a agressão que a equipe da RBS TV sofreu em Santa Catarina. O presidente da entidade, Celso Schröder considerou o ato ‘uma covardia’ e exigiu, através do site da Fenaj, “que as autoridades estaduais tomem imediatamente providência para punir os agressores”. “A Fenaj e o Sindicato de Santa Catarina não vão aceitar que os culpados não sejam identificados e devidamente punidos”, disse.
Em nota oficial, o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC) relata o fato e declara “repúdio ao uso da violência à profissionais”. “O SJSC está a postos para defender os colegas que, no dever da profissão, sofrem no seu cotidiano, diversas formas de violência física e moral”, diz parte do texto.
O episódio ocorreu em Indaial, no Médio Vale do Itajaí, em Santa Catarina e envolveu o repórter Francis Silvy, o repórter cinematográfico Marcio Ramos e o motorista auxiliar Andrei Luís, que investigavam denúncia do Ministério Público sobre formação de cartel por parte de um shopping da região.
Em nota oficial, o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC) relata o fato e declara “repúdio ao uso da violência à profissionais”. “O SJSC está a postos para defender os colegas que, no dever da profissão, sofrem no seu cotidiano, diversas formas de violência física e moral”, diz parte do texto.
O episódio ocorreu em Indaial, no Médio Vale do Itajaí, em Santa Catarina e envolveu o repórter Francis Silvy, o repórter cinematográfico Marcio Ramos e o motorista auxiliar Andrei Luís, que investigavam denúncia do Ministério Público sobre formação de cartel por parte de um shopping da região.
A novela Ronaldinho tem novo capítulo hoje
Nesta charge, o cartunista Amorim captou bem o "drama" que se cerca em torno da novela Ronaldinho. Tem gremista sofrendo, flamengista otimista e palmeirense olhando por fora. O craque conseguiu, ao lado do irmão Assis, manter o Brasil sob supense até hoje, quando é prometido um novo e inédito capítulo.
Como colorado, estou tranquilo. Ronaldinho é fruto do marketing e será visto mais em rodas de pagade do que nos campos de futebol, onde poderia ainda estar exibindo seu vistoso futebol. Mas tem muito dinheiro e acha que pode misturar os dois gostos - futebol e festa. Não, um esporte de alto nível e que exige performance elevada não permite isso. Será que o Grêmio faz certo em brigar tanto pelo jogador que criou e mostrou ao mundo?
Como colorado, estou tranquilo. Ronaldinho é fruto do marketing e será visto mais em rodas de pagade do que nos campos de futebol, onde poderia ainda estar exibindo seu vistoso futebol. Mas tem muito dinheiro e acha que pode misturar os dois gostos - futebol e festa. Não, um esporte de alto nível e que exige performance elevada não permite isso. Será que o Grêmio faz certo em brigar tanto pelo jogador que criou e mostrou ao mundo?
Cuba e a Imprensa estarão em debate na quarta-feira
Um grupo de jornalistas gaúchos esteve em Cuba recentemente integrando a I Brigada Mundial Contra o Terrorismo Midiático à ilha. Integrantes dessa atividade estarão reunidos na próxima quarta-feira, dia 12 de janeiro, às 19h, no SindBancários, para um bate-papo sobre as impressões da realidade cubana. A entrada é franca.
No encontro, será exibitdo o documentário 'O dia que a diplomacia morreu', da jornalista irlandesa Bernie Dwyer, mostrando o financiamento dos Estados Unidos a grupos antirevolucionários em Cuba. A liberdade de Imprensa, as mudanças no modelo econômico da ilha e os 50 anos do bloqueio econômico estão entre os temas deste diálogo.
O SindBancários fica na rua Genaral Câmara, 424, Centro de Porto Alegre
No encontro, será exibitdo o documentário 'O dia que a diplomacia morreu', da jornalista irlandesa Bernie Dwyer, mostrando o financiamento dos Estados Unidos a grupos antirevolucionários em Cuba. A liberdade de Imprensa, as mudanças no modelo econômico da ilha e os 50 anos do bloqueio econômico estão entre os temas deste diálogo.
O SindBancários fica na rua Genaral Câmara, 424, Centro de Porto Alegre
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
AS MARSELHESAS DO "FRONT"
Gente, todos sabem que sou acadêmico de História e, como tal, devoro tudo que acho sobre o tema. Comprei hoje numa banca a última revista da História da Biblioteca Nacional, onde um dos temas tratados é a participação da mulher nas guerras, especialmente durante a Revolução Francesa. Um artigo da colega Tania Machado Morim chamou a atenção pelo seu lead:
"Não fiz a guerra como mulher, fiz a guerra como um bravo!", declarou Marie-Henriquiette Xintrailles em carta ao imperador Napoleão Bonaparte. Indignada por lhe recusarem pensão de ex-combatente do exército "porque era mulher", ela lembrou que, quando fez sete campanhas do Reno como ajudante do campo, o que importava era o cumprimento do dever, e não o sexo de quem o desempenhava.
Quem não achar a revista numa banca, pode tentar ler o conteúdo no site www.revistadahistoria.com.br.
Vale a pena!!!!
"Não fiz a guerra como mulher, fiz a guerra como um bravo!", declarou Marie-Henriquiette Xintrailles em carta ao imperador Napoleão Bonaparte. Indignada por lhe recusarem pensão de ex-combatente do exército "porque era mulher", ela lembrou que, quando fez sete campanhas do Reno como ajudante do campo, o que importava era o cumprimento do dever, e não o sexo de quem o desempenhava.
Quem não achar a revista numa banca, pode tentar ler o conteúdo no site www.revistadahistoria.com.br.
Vale a pena!!!!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Vai começar a baixaria chamada BBB
Sites anunciam a escolha dos participantes do próximo Big Brother Brasil. Impossível não ler. Vai começar a baixaria e o lixo representados pela sigla BBB e tendo como capitão o jornalista Pedro Bial, que um dia foi um grande repórter. Lamentável.
Saudade de Garopaba
O colega Sérgio Saraiva postou no Facebook esta imagem de Garopaba, a minha praia de todos os anos. Me deixou com água na boca, querendo ir correndo para lá...
Especialmente porque aqui em Porto os termômetros marcam 35ºC.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Grande mídia em lua-de-mel com Dilma
A grande mídia começou leve e saudou a chegada da primeira mulher ao poder, como mostra a edição especial da Época.
Vejamos até onde vai a lua-de-mel com Dilma Rousseff.
Vejamos até onde vai a lua-de-mel com Dilma Rousseff.
O show da virada no Gasômetro, em Porto Alegre
Eu e parte de meus familiares assistimos a um belo show pirotécnico na Usina do Gasômetro, à beira do Guaíba, em Porto Alegre, na virada de 2010 para 2011. Milhares de pessoas curtiram shows e, depois, brindaram a chegada do novo ano com imagens como a que estou postando.
domingo, 2 de janeiro de 2011
A subordinação dos torturadores
Imagem simbólica: Dilma recebe a subordinação dos representantes daqueles que a torturaram no passado.
Lula e o povo: união mostrada no clique do fotógrafo
Foto de Urias Macedo, postada pelo colega jornalista Sergio Saraiva no Facebook.
É impressionante a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva emocionado no contato com o povo.
É impressionante a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva emocionado no contato com o povo.
Helena Chagas: “Ser jornalista é servir ao público em qualquer lugar"
Ao assumir a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas comparou os desafios que terá no comando da pasta ao compromisso profissional que teve ao longo dos anos como jornalista, ao destacar a importância do acesso à informação. “Ser jornalista é servir ao público em qualquer lugar. A partir da informação, o cidadão poderá formar sua opinião e tomar as decisões que considerar mais acertadas”, disse hoje (2), durante o discurso de posse.
Helena Chagas ressaltou que tanto o jornalismo público quanto o privado têm como objetivo o direito do cidadão à informação. “Resgatar 20 milhões de pobres e elevar 16 milhões para a classe média vai muito além da distribuição de renda. Há cada vez mais brasileiros com acesso à informação e com capacidade de questioná-las.” Helena Chagas assume o cargo de ministra da Secretaria de Comunicação da Presidência da República em substituição a outro jornalista, Franklin Martins. Em diversos momentos,os dois reafirmaram o compromisso com a liberdade de imprensa.
“Apesar de ter sido um período excepcionalmente tenso, jamais liguei para uma redação a fim de reclamar de uma matéria ou de um repórter. Escreveu-se sobre o que se quis. Opinou-se sobre o que se quis”, disse Franklin Martins, que defendeu também a liberdade de opinião do governo, nos casos de erros por manipulação cometidos por alguns veículos. “Cabe ao governo manifestar também sua opinião”, argumentou.Em discurso, Helena Chagas lembrou que cresceu durante o período da ditadura e que costumava ler trechos da obra Os Lusíadas, de Camões, publicados em substituição a matérias censuradas, no jornal O Estado de S. Paulo. “Abrir mão da liberdade de imprensa é impensável para a minha geração”, disse a jornalista.“O governo Lula representou um regime de plenitude da democracia”, afirmou, e, citando discursos da presidenta Dilma, reafirmou o compromisso com a liberdade de imprensa. “Apesar das mazelas e imperfeições, o Brasil é, de fato, uma das maiores democracias do planeta.”
Da AGÊNCIA BRASIL
Lula e Dilma em fotos
Os colegas fotógrafos têm razão quando dizem que muitas fotos prescindem de um texto e de uma legenda. A posse de Dilma Rousseff na presidência da República - tendo como "coadjuvante" o ex-presidente Lula - confirmam isso. Eu poderia escrever muita coisa sobre o ato lindo em Brasília, que reuniu políticos de todo o mundo e mais de 30 mil pessoas no entorno do Congresso e do Palácio do Planalto.
Exibo as fotos, que dizem tudo.
Foi lindo.
Exibo as fotos, que dizem tudo.
Foi lindo.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Porto Alegre está deserta
Não recordo da última vez que passei em Porto Alegre a virada do ano. Desta vez, em função da reunião familiar e de uma lesão no joelho, resolvi ficar aqui. Por enquanto, estou assustado. São 16h22min, olho pela janela e vejo a Rua Lima e Silva, uma das mais movimentadas da capital, transformada em um deserto. Nas ruas, passa um carro eventualmente. Nas calçadas, os pedestres desapareceram. Agora, ouço alguém dizer que os bares cerraram as portas. Coitados dos boêmios extemporâneos.
Existe uma confraria de porto-alegrenses que fica aqui durante as férias de verão e em datas festivas como a de hoje. Dizem que a cidade fica melhor, com menos fluxo de veículos, sem filas nos bancos, nos bares, nos cinemas. Concordo em parte, pois gosto de um certo agito. Vamos ver se o movimento retorna mais tarde.
Ah, o que tira o sossego são os fogos que espoucam a cada dois minutos.
Existe uma confraria de porto-alegrenses que fica aqui durante as férias de verão e em datas festivas como a de hoje. Dizem que a cidade fica melhor, com menos fluxo de veículos, sem filas nos bancos, nos bares, nos cinemas. Concordo em parte, pois gosto de um certo agito. Vamos ver se o movimento retorna mais tarde.
Ah, o que tira o sossego são os fogos que espoucam a cada dois minutos.
Gremistas, já temos as taças
Encontrei a montagem abaixo no blog Beco do Sapulha e não resisti em tocar a última flauta do ano nos amigos gremistas. É claro que estou sujeito a uma réplica. Isso é saudável.
Balanço e projetos...
Gente amiga e querida, é momento de balanço e de projetos. Obrigado aos que compartilharam comigo este ano cheio de conquistas. Que estejamos juntos em 2011, buscando novas vitórias! Com amor e saúde, é claro...
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