Blog destinado ao Jornalismo, com informações e opiniões nas seguintes áreas: política, sindical, econômica, cultural, esportiva, história, literatura, geral e entretenimento. E o que vier na cabeça... Leia e opine, se quiseres!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Semana da Comunicação da Unisinos convida profissionais e estudantes
Com o tema Assessoria de imprensa e o Uso das Redes Sociais, o Núcleo de Assessores de Comunicação e a Delegacia Regional do Vale dos Sinos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais RS, em parceria com o Curso de Jornalismo da Unisinos, promovem um bate-papo jornalístico na Semana da Comunicação da instituição de ensino. O evento será realizado, no próximo dia 7 de junho (terça-feira), a partir das 19h30min, na Sala 3D 104, no Centro 3.
O bate-papo reunirá os jornalistas José Eduardo de Zotti , que atua na De Zotti Comunicações de São Leopoldo; Raquel Guimarães, diretora da Informação Comunicação de Novo Hamburgo e Adriana Paranhos, assessora de comunicação do Prefeitura de Canoas. “Será uma ótima oportunidade para avaliar a abrangência e utilização das mídias sociais na assessoria. Municípios como São Leopoldo, Santa Maria, Passo Fundo, Porto Alegre e Caxias também estão sediando encontros semelhantes”, adianta a delegada regional do Sindijors, Clarissa Collares.
O encontro é gratuito e voltado para jornalistas que atuam na área da assessoria de imprensa e estudantes de comunicação. Informações pelos telefones: 8114.1710 ou 9371.1734.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Fenaj: no Dia da Imprensa, jornalistas pedem a aprovação das PECs do Diploma
Celebrado desde o ano 2000 como “Dia Nacional da Imprensa”, este 1º de junho enseja a reflexão sobre a realidade da comunicação no Brasil. E, particularmente para os jornalistas, remete à centralidade das lutas em defesa do diploma, de uma nova e democrática Lei de Imprensa e de um novo marco regulatório do setor como indispensáveis para se inaugurar um novo ciclo de prosperidade democrática e de consagração do direito da sociedade à informação de qualidade.
Instituído pela Lei 9.831/1999, o Dia Nacional da Imprensa alude à primeira circulação do jornal Correio Braziliense, de Hipólito da Costa, em contraposição à oficialesca Imprensa Régia do Brasil Império do século XIX. Portadora de contradições e conflitos de sua época, tal publicação trazia em seu cerne ideais libertários de uma imprensa livre e de mudanças que contribuíram para fortalecer a perspectiva do Brasil republicano que temos hoje.
Mas é preciso reafirmar que a plena liberdade de imprensa, embora assegurada constitucionalmente, é cotidianamente agredida no Brasil e no mundo, por motivações políticas, econômicas e ideológicas que se expressam em ações de governantes, entes do Judiciário, do parlamento e mesmo dos proprietários dos veículos de comunicação. A FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas defendem a aprovação de uma legislação de conteúdo democrático que regule as relações entre os veículos de comunicação, os profissionais e a sociedade. Nesta terra sem Lei de Imprensa, o substitutivo ao Projeto de Lei nº 3.232/1992 está pronto para votação há quase duas décadas na Câmara dos Deputados.
Maior e mais democrático espaço de debates sobre as comunicações no Brasil que envolveu representações do governo, dos empresários e da sociedade civil, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação produziu deliberações que avançam na democratização do setor, superando a legislação obsoleta que permanece em vigor desde a década de 1960. A FENAJ, os Sindicatos de Jornalistas e demais entidades que se articulam em torno do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, prosseguem na defesa de que o governo federal apresente sua proposta de novo Marco Regulatório para dialogar com a sociedade, com vistas a apresentar para apreciação do Congresso Nacional um projeto mais aperfeiçoado.
Formação profissional é fundamental para garantir o direito da sociedade à informação qualificada. E cabe à Câmara dos Deputados e ao Senado restituir aos jornalistas e à sociedade o que o STF suprimiu ao confundir direito de opinião com o exercício profissional do Jornalismo. As Propostas de Emenda Constitucional 386/09 – que tramita na Câmara – e 33/09 – que tramita no Senado – já têm pareceres pela sua aprovação e estão prontas para votação.
Neste 1º de junho, comemorar o Dia da Imprensa significa, também, valorizar o Jornalismo, os jornalistas e a sociedade. Por isso pedimos que o parlamento brasileiro não renuncie à sua prerrogativa republicana, legisle e aprove as PECs do Diploma.
Brasília, 1º de junho de 2011.
Diretoria da FENAJ
Instituído pela Lei 9.831/1999, o Dia Nacional da Imprensa alude à primeira circulação do jornal Correio Braziliense, de Hipólito da Costa, em contraposição à oficialesca Imprensa Régia do Brasil Império do século XIX. Portadora de contradições e conflitos de sua época, tal publicação trazia em seu cerne ideais libertários de uma imprensa livre e de mudanças que contribuíram para fortalecer a perspectiva do Brasil republicano que temos hoje.
Mas é preciso reafirmar que a plena liberdade de imprensa, embora assegurada constitucionalmente, é cotidianamente agredida no Brasil e no mundo, por motivações políticas, econômicas e ideológicas que se expressam em ações de governantes, entes do Judiciário, do parlamento e mesmo dos proprietários dos veículos de comunicação. A FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas defendem a aprovação de uma legislação de conteúdo democrático que regule as relações entre os veículos de comunicação, os profissionais e a sociedade. Nesta terra sem Lei de Imprensa, o substitutivo ao Projeto de Lei nº 3.232/1992 está pronto para votação há quase duas décadas na Câmara dos Deputados.
Maior e mais democrático espaço de debates sobre as comunicações no Brasil que envolveu representações do governo, dos empresários e da sociedade civil, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação produziu deliberações que avançam na democratização do setor, superando a legislação obsoleta que permanece em vigor desde a década de 1960. A FENAJ, os Sindicatos de Jornalistas e demais entidades que se articulam em torno do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, prosseguem na defesa de que o governo federal apresente sua proposta de novo Marco Regulatório para dialogar com a sociedade, com vistas a apresentar para apreciação do Congresso Nacional um projeto mais aperfeiçoado.
Formação profissional é fundamental para garantir o direito da sociedade à informação qualificada. E cabe à Câmara dos Deputados e ao Senado restituir aos jornalistas e à sociedade o que o STF suprimiu ao confundir direito de opinião com o exercício profissional do Jornalismo. As Propostas de Emenda Constitucional 386/09 – que tramita na Câmara – e 33/09 – que tramita no Senado – já têm pareceres pela sua aprovação e estão prontas para votação.
Neste 1º de junho, comemorar o Dia da Imprensa significa, também, valorizar o Jornalismo, os jornalistas e a sociedade. Por isso pedimos que o parlamento brasileiro não renuncie à sua prerrogativa republicana, legisle e aprove as PECs do Diploma.
Brasília, 1º de junho de 2011.
Diretoria da FENAJ
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Fumaça na História
Meios de comunicação de massa no século XX foram os grandes aliados da indústria tabagista na fabricação de uma imagem positiva do cigarro. Publicação interessante do site Café História.
http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/arquivo-cafe-historia-fumaca
Nos últimos anos, os altos índices de mortes ocasionadas pelo consumo do cigarro vêem levando países do mundo inteiro a endurecerem suas legislações antifumo. No Brasil, por exemplo, desde dezembro de 2000, nenhum meio de comunicação pode exibir propaganda de cigarros e todo maço do produto deve conter imagens fortes alertando para as doenças e para o vício decorrente do fumo. Enquanto isso, nos Estados Unidos, cresce todos os anos o número de pessoas que movem processos judiciais contra a indústria tabagista. Esse cenário de total hostilidade ao cigarro, entretanto, é bastante recente. Durante boa parte do século XX, a indústria cultural e da propaganda fabricaram uma imagem do cigarro e do fumante muito diferente, associando ambos a valores que iam da virilidade ao romantismo.
No século XX, a mensagem das propagandas de cigarro sempre foi muito clara: associava o produto a um estilo de vida glamoroso, rico e, principalmente, moderno. Fumar era o mesmo que desprender-se do conservadorismo, era ter estilo próprio e independência. O discurso, que visava, claro, conquistar o público mais jovem, em pleno processo de construção identitária. Nos filmes, quase todos os protagonistas e bandidos tinham a sua própria maneira de fumar, algo inclusive que os diferenciava. Humphrey Bogart, Paul Henreid, Bete Davis. As maiores estrelas de cada época apareciam em seus filmes fumando. Para o famoso "cinema noir", a fumaça dava inclusive um toque extra de classe.
Historicamente, este tipo de associação consagrou-se após a Segunda Guerra Mundial, quando a televisão e o cinema massificaram a comunicação social. Não fortuitamente, uma das principais marcas de cigarro do mundo levava (e leva ainda hoje) o nome de "Hollywood". Segundo José Benedito Pinho, em seu livro "O Poder das Marcas", o "Hollywood" explorava no início dos anos 1950 as relações entre o seu nome com o universo cinematográfico, através de slogans como “um "um Oscar de qualidade” ou ainda "um Oscar de Sabor". No Brasil, uma propaganda da marca trazia um pianista ensaiando um número musical e um slogan nada inocente que dizia que o cigarro era "uma inspiração".
Pinho, sublinha, porém, que a partir de 1973, a marca adotou uma nova fórmula. Era a época do "Ao sucesso com Hollywood", feito sob medida para englobar jovens, cigarros e esporte. O autor cita o texto publicitário abaixo, vinculado no Brasil, como exemplo desta fórmula:
Hollywood, o cigarro bem como você gosta: no tamanho certo, na embalagem vibrante, com o filtro perfeito, na exata combinação de fumos que dá aquele sabor inconfundível. Acenda seu Hollywood King Size Filtro e vá em frente: no estudo, no trabalho, na competição esportiva. Vá para vencer. Ao sucesso! (Souza Cruz, 1974: 156. Apud, Pinho, 1996: 96)
Na década de 1950, outras marcas de cigarro também conquistaram um forte posicionamento no mercado tabagista. É o caso da “Marlboro”. Os pesquisadores Camila Beaumord e Rafael Bona ajudam a explicar isso aconteceu:
Uma pesquisa de mercado revelou que os habitantes das grandes metrópoles, isto é, os executivos e empresários modernos, tinham saudades da vida no campo, do ambiente rural, da natureza e do espírito de aventura. Assim, a campanha “Tattooed Man” da Leo Burnett utilizou a imagem de velejadores tatuados, atletas, pilotos e, principalmente, caubóis. Rapidamente, as pessoas começaram a acreditar que poderiam ter acesso a esse País Marlboro – o Marlboro Country – onde habitavam os solitários, os corajosos e os livres, em meio a pradarias e canyons. Ainda que se encontrassem presos em uma reunião de trabalho, ou no meio de um grande congestionamento em Nova York, era só comprar um maço da marca para desfrutar de uma estimulante peripécia que é apenas possível no Marlboro Country. O resultado foi positivo. A Marlboro se tornou a marca de cigarro mais vendida em Nova York, com um incremento de 5.000% nas vendas em apenas oito meses de campanha, segundo O Mundo das Marcas (2010). O caubói se tornou o mais popular dos personagens que foi adotado como garoto-propaganda.
domingo, 29 de maio de 2011
Análise de O Travesseiro de Penas, de Horácio Quiroga
Jornalista por vocação e acadêmico de história por curiosidade, entrei sem querer no mundo da literatura. Ou melhor, do conto. A possibilidade de fazer Escrita Criativa me assustou no início. Tão diferente da escrita jornalística, o conto foi ganhando aos poucos o meu fascínio. Depois de escrever algumas histórias e ter outras engatilhadas, aceitei o desafio de analisar este O Travesseiro de Penas, do uruguaio Horácio Quiroga, escrito em 1907. Quase um século. Não é fácil, pois se trata de “um soco no estômago”, daqueles em que a gente demora para recuperar-se. É, com certeza, uma narrativa psicológica em que emerge a miséria humana, tão presente no cotidiano de muitas pessoas e famílias. Mas que poucos identificam.
No início do conto, Horácio ousa mostrar o caráter psicológico dos dois personagens e a fragilidade do relacionamento, antecipando de forma subliminar o final trágico e o horror da sequência. Não precisou citar os nomes. Ela é loira, angelical e tímida. Ele, de caráter duro. Pronto, é a deixa para a frase inicial: “Sua lua-de-mel foi um grande pesadelo”. De fato, foi. Em princípio, o que poderia desestimular o leitor a continuar a leitura, acaba por cativá-lo. Afinal, quem é este casal?
Horácio caracteriza bem seus personagens, os coloca no ambiente, arranca o leitor de seu marasmo habitual. Eu me senti interessado, impressionado, sacudido. Especialmente quando, mais adiante – já citando os nomes do casal (Alícia e Jordán) – diz que ela o amava muito e ele a amava profundamente (mesmo que não demonstrasse). Tanto “amor” a fez adoecer no intervalo de três meses, morrendo em seguida. A narrativa mostra os efeitos trágicos e de terror do meio ambiente sobre o ser humano. Alícia era frágil e não suportou o casamento com um homem severo e cujo semblante a reprimia.
A Alícia caracterizada por Horácio morreu aos poucos, impotente pra reagir. Como se o destino fosse aquele, não havendo nada para mudá-lo. Em muitos momentos, o autor avança o universo feminino como se o conhecesse a fundo. Pode ser! Mas também nota-se que ele produziu uma obra ficcional como quisesse entender a si e o mundo em que vivia. Quem sabe, fazendo vislumbrar uma realidade parecida com a sua.
O contista mostra tudo de terrível que possa acontecer a uma pessoa neste conto: insanidade, sofrimento, alucinações, impotência e mistério – afinal, a doença e a morte surgiram do nada. Isso fica claro numa parte do texto: “Os médicos voltaram inutilmente. Havia ali, diante deles, uma vida que se acabava, esvaindo-se dia a dia, sem se saber absolutamente como.” A morte chegava, mas era misteriosamente inexplicável.
Fascina no conto a expectativa causada no leitor. Por diversas vezes, imaginei que ele poderia ser concluído, mas Horácio conseguiu, com maestria, estendê-lo sem cansar quem está lendo. A estratégia foi separar noite (sofrimento) e dia (ameniza). No texto, diz: “Durante o dia sua enfermidade não avançava, mas toda a manhã amanhecia lívida... Parecia que unicamente à noite sua vida se ia em novas ondas de sangue”.
Muita gente pode não se sentir atraído por estes momentos de horror, narrados se forma singular. Parece, entretanto, que muitos autores são é atraídos por dois sentimentos que parecem antagônicos: o amor e o medo. Eles caminham junto ao homem. Horácio conseguiu mostrar isso com inegável competência. Em pouco tempo (três meses de casamento de Alícia e Jordán), ele colou amor e medo (com terror) numa mesma história. Trata-se de uma obra digna de mestre.
Tracy Chapman - Baby Can I hold you
Saudade da Tracy! Posto músicas ao manhecer para alegrar a vida de vocês. Se gostarem, aplaudam. Se não gostarem, curtam. Podem achar um segundo de beleza.
sábado, 28 de maio de 2011
Sonhos
Eu semeei meus sonhos onde você está pisando agora.
Pise suavemente porque você está pisando nos meus sonhos...
W.B. Yeats
Inter sem futebol e garra
A penúria do Inter me preocupa. Isso ficou evidenciado hoje na derrota contra o Ceará no Beira-Rio. Toques laterais, sem profundidade, time sem espírito de luta, qualidade baixo da média. Onde chegarás colorado com este futebol???
quarta-feira, 25 de maio de 2011
FENAJ prepara nova ofensiva pela votação da PEC do diploma no Senado
Após o requerimento assinado por líderes de dez partidos para que a PEC 33/09 tramite em regime especial no Senado e a convicção de que só depende do presidente da Casa, José Sarney (PMDB/AP), a decisão de por a matéria em votação, a FENAJ e a coordenação da campanha em defesa do diploma preparam mais ações para agilizar a votação da proposta. Além de novos materiais em elaboração, está em marcha a organização de uma manifestação nacional para o dia 17 de junho, quando se completam dois anos da decisão do STF que extinguiu com tal requisito para o exercício da profissão de jornalista.
Respaldado pelos líderes do PT, PCdoB, PSB, PMDB, PP, PDT, PR, PSOL, PMN, e do PRB, o requerimento para que a PEC 33/09 tramite em regime especial foi entregue à Mesa Diretora do Senado na segunda semana de maio. Em função disso, parlamentares, dirigentes sindicais e coordenadores da campanha em defesa do diploma consideram que agora só depende da vontade política do senador José Sarney colocar a matéria em votação.
“Por isso, além do contato permanente com todos os parlamentares nossa orientação é para que os apoiadores do movimento ampliem também o esforço de sensibilização do presidente do Senado” diz Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e integrante do Grupo de Trabalho da coordenação da campanha em defesa do diploma. “Além de cobrar sistematicamente a votação e o voto SIM, todos podem colaborar enviando e-mails, telefonando, conversando com os senadores”, completa. A relação dos senadores com seus contatos está disponível aqui.
Além de continuar com a divulgação do abaixo assinado dos cidadãos, o recolhimento de adesões ao Manifesto das Entidades e promoção de outras atividades para dar maior visibilidade ao movimento em defesa do diploma, uma nova camiseta, bottons e adesivos da campanha estão em fase final de produção. “A ideia é ampliar, a partir da próxima semana, a vigília em Brasília que já vem sendo feita por diretores da FENAJ, dos Sindicatos e do GT do diploma, culminando com uma grande manifestação no Congresso Nacional para a semana de 17 de junho”, explica Valci.
Paralelamente aos esforços que vem sendo desenvolvidos no Congresso Nacional para fortalecer a campanha, outras iniciativas importantes prosseguem nos estados. No final de abril o deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSOL) ingressou com projeto de lei na Assembleia Legislativa do Pará que estabelece a exigência do diploma de curso superior em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, para o exercício da profissão em âmbito da administração pública estadual. Já em Tocantins, no dia 17 de maio, nove deputados estaduais assinaram o manifesto em defesa da exigência do diploma de jornalista para exercício da profissão.
Respaldado pelos líderes do PT, PCdoB, PSB, PMDB, PP, PDT, PR, PSOL, PMN, e do PRB, o requerimento para que a PEC 33/09 tramite em regime especial foi entregue à Mesa Diretora do Senado na segunda semana de maio. Em função disso, parlamentares, dirigentes sindicais e coordenadores da campanha em defesa do diploma consideram que agora só depende da vontade política do senador José Sarney colocar a matéria em votação.
“Por isso, além do contato permanente com todos os parlamentares nossa orientação é para que os apoiadores do movimento ampliem também o esforço de sensibilização do presidente do Senado” diz Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e integrante do Grupo de Trabalho da coordenação da campanha em defesa do diploma. “Além de cobrar sistematicamente a votação e o voto SIM, todos podem colaborar enviando e-mails, telefonando, conversando com os senadores”, completa. A relação dos senadores com seus contatos está disponível aqui.
Além de continuar com a divulgação do abaixo assinado dos cidadãos, o recolhimento de adesões ao Manifesto das Entidades e promoção de outras atividades para dar maior visibilidade ao movimento em defesa do diploma, uma nova camiseta, bottons e adesivos da campanha estão em fase final de produção. “A ideia é ampliar, a partir da próxima semana, a vigília em Brasília que já vem sendo feita por diretores da FENAJ, dos Sindicatos e do GT do diploma, culminando com uma grande manifestação no Congresso Nacional para a semana de 17 de junho”, explica Valci.
Paralelamente aos esforços que vem sendo desenvolvidos no Congresso Nacional para fortalecer a campanha, outras iniciativas importantes prosseguem nos estados. No final de abril o deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSOL) ingressou com projeto de lei na Assembleia Legislativa do Pará que estabelece a exigência do diploma de curso superior em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, para o exercício da profissão em âmbito da administração pública estadual. Já em Tocantins, no dia 17 de maio, nove deputados estaduais assinaram o manifesto em defesa da exigência do diploma de jornalista para exercício da profissão.
domingo, 22 de maio de 2011
Queen - Love of My Life
Demais esta canção do Queen. Love of My Life cantada por mais de 100 mil pessoas no Wembley, em Londres, em 1986. E com o genial Fred Mercury no comando...
O velho estádio foi derrubado para construção de um novo e Fred virou mito...
Inter não inspira confiança. Falta garra
Coloquemos de lado a nossa paixão pelo Inter, que muitas vezes mascara deficiências letais. Analisemos o jogo sonolento de ontem contra o time reserva do Santos (inclusive o técnico). Um time sem garra, sem luta, desmotivado, dorminhoco...
Do jeito que está, não atingiremos a meta de ganharmos o Brasileirão depois de três décadas. Não adianta contratar se a filosofia continuar a mesma. Sou adepto da mescla de jogadores corridos com a gurizada da base (estes transformam amor à camiseta em garra), como aconteceu nos anos 70, exatamente quando o técnico Falcão surgiu com seu futebol exuberante, mas de luta. É a nossa chance.
Till Then My Love - Matt Monroe
Uma manhã ensolarada, em Porto Alegre, merece a riqueza de um vídeo como este. Curtam!
O pecado de Palocci
Sem abdicar de minhas convicções ideológicas e partidárias, sou crítico da mistura entre o serviço público e os interesses privados. O ministro Antonio Palocci vive sob tiroteio porque fez exatamente isso. Ex-ministro e deputado federal, ganhou dinheiro dando consultoria graúda para grupos empresariais. E enriqueceu. Não interessa se usou informações privilegiadas para aconselhar clientes.
O fato é que ele utilizou-se da condição de homem público para multiplicar o patrimônio. Não é a primeira vez que isso acontece. Empresas buscam este tipo de pessoa para melhorar suas performances. E grupos empresariais têm, em seus quadros jurídicos, juízes aposentados. Sempre critiquei isso. Não seria agora que mudaria de opinião.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Atchim...
Lindo outono, com sol exuberante e temperatura agradável. Mas as variações de clima ao longo do dia me atingem diretamente. Depois de espirrar dezenas de vezes, saio de casa com nariz pingando e olhos ardendo. É a rinite de outono...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O lado repugnante da disputa
Em momentos de euforia ou tristeza, muitas pessoas colocam para fora raivas, ódios e preconceitos. Nas últimas semanas - e especialmente nesta, com o acirramento do Gre-Nal - vi gente postando ou repassando verdadeiros "atestados" de intransigência e transtorno de caráter. Notei este comportamento entre gremistas e colorados. É lamentável, mas tem um lado bom: não é generalizado.
terça-feira, 17 de maio de 2011
E a lua cheia...
Exuberante, ela chegou ontem.
Abri a janela e a admirei.
Sozinho, espiei a lua cheia.
Sozinha, olhaste a lua cheia.
Será que ela não merece a nossa companhia?
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A melhor torcida do Rio Grande
Ocupando um espaço reduzido no Estádio Olímpico, torcida colorada mostrou a mesma garra demonstrada pelo time em campo. Depois, se espalhou por todo o Rio Grande (e Brasil) para comemorar o 40º título gaúcho.
domingo, 15 de maio de 2011
A foto do campeão
Esta alegria contagiou jogadores e torcedores no Olímpico, casa do adversário, e fora dela. É campeão...
O grito da vitória ecoa em todos os cantos deste Brasil. Vamos, Inter. Agora, que venha o Brasileirão....
Internacional é campeão gaúcho
O Internacional mostrou que não está morto quem peleia. É campeão gaúcho por mérito porque não desistiu nunca. Eu estava cético e admiti antes do jogo.
Parabéns ao adversário, que também mereceu a vitória. Mas a taça é para um time apenas.
Somos campeões gaúchos em quarenta oportunidades.
Vou festejar.
Colorado, o campeonato ainda não tem vencedor
Manhã de domingo em Porto Alegre. Entre nesgas de sol e nuvens derramando esporádicos pingos de chuva, saio à rua. Em todos os cantos, vejo azul. Noto euforia tricolor. Colorado, fico constrangido. Não botei nenhuma das minhas camisetas do Inter. Será que entrei na farra gremista antes do jogo, marcado para às 16h? Esqueci que não existe jogo ganho na véspera? Não, colorado eu sou. Acredito!
A história mostra que nem sempre o "favorito" é o vencedor depois dos 90 minutos. Acompanho este negócio chamado futebol desde a década de 70 e já vi muitas reversões. Assim como o sol briga agora com a chuva nos céus porto-alegrenses, também veremos isso à tarde. Ao final da peleia, se vencedor, farei festa. Se perdedor, cumprimentarei os amigos do outro lado. Não posso fazer nada disso agora, quando faltam poucos mais de cinco horas para a bola rolar.
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